
CLDF Comemora Dia Nacional da Visibilidade Trans em 11/02
Publicado em 10/02/2026 15h32
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizará uma sessão solene em homenagem ao Dia Nacional da Visibilidade Trans nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, às 10h, no plenário. O evento será transmitido ao vivo pela TV Câmara Distrital. Esta iniciativa foi proposta pelo deputado Fábio Félix, do PSOL, que enfatiza a importância de afirmar os direitos da população trans.
Fábio Félix ressalta que a comunidade trans no Brasil enfrenta desafios significativos que requerem atenção especial do poder público. "Estudos demonstram que travestis, mulheres e homens trans estão entre os grupos mais vulneráveis a violações de direitos humanos. Eles enfrentam barreiras no acesso à educação, ao mercado de trabalho, à saúde e à segurança. Dados de organizações civis revelam taxas alarmantes de violência e discriminação, evidenciando desigualdades históricas", afirma o parlamentar.
Ele também reflete sobre a relevância de um evento como este na sede do Legislativo local. "Com esta sessão solene, a CLDF reafirma seu compromisso com a promoção da igualdade, inclusão e respeito à diversidade. Estamos criando um espaço institucional que dá visibilidade às demandas e conquistas da população trans, além de reconhecer o trabalho dos ativistas e coletivos que lutam pelos direitos dessa comunidade. Esta solenidade é um gesto simbólico e concreto na luta contra a desigualdade e na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva", complementa o deputado.
Atualizado há 1 hora
O ativista Lam Matos destacou a resiliência da comunidade trans durante a sessão solene: "Combinaram de nos matar, mas a gente se organizou e combinou de se manter vivo. E isso tem funcionado". Durante o evento, foram celebrados avanços significativos nos direitos LGBTQIA+, como o fortalecimento do Ambulatório Trans e a criação de leis que reconhecem a identidade de gênero. O deputado Fábio Félix destacou a importância dessas conquistas, fruto do protagonismo e da luta contínua da comunidade. A deputada federal Erika Kokay também celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. Ao final da solenidade, moções de louvor foram entregues a pessoas que se destacaram na luta pelos direitos trans.
Atualizado há 13 horas
O ativista Lam Matos destacou a resiliência da comunidade trans durante a sessão solene: "Combinaram de nos matar, mas a gente se organizou e combinou de se manter vivo. E isso tem funcionado". Durante o evento, foram celebrados avanços significativos nos direitos LGBTQIA+, como o fortalecimento do Ambulatório Trans e a criação de leis que reconhecem a identidade de gênero. O deputado Fábio Félix destacou a importância dessas conquistas, fruto do protagonismo e da luta contínua da comunidade. A deputada federal Erika Kokay também celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. Ao final da solenidade, moções de louvor foram entregues a pessoas que se destacaram na luta pelos direitos trans.
Atualizado há 17 horas
Durante o evento, várias conquistas foram destacadas, principalmente no âmbito do Distrito Federal, entre elas: o fortalecimento do Ambulatório Trans, unidade da Secretaria de Saúde do DF de assistência especializada às pessoas travestis e transexuais; o fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas travestis e transexuais, com a criação da Lei Complementar 1.024/2023 (autoria de Fábio Felix); o reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com uso de nome social em lápides, certidões de óbito e documentos correlatos, com a criação da Lei 6.804/2021 (autoria de Fábio Felix), também conhecida como Lei Victoria Jugnet; o uso de nome social em concursos públicos do DF, com a criação da Lei 6.503/2020 (autoria de Fábio Felix); a criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Travestis, Intersexos e demais dissidências de gênero e sexualidade (CDLGBTI), com a Lei 7.824/2025 (autoria do Poder Executivo); a realização de mais estudos sobre a população LGBTQIA+, com a inclusão de perguntas sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD-DF) e a elaboração de pesquisa, pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF), sobre LGBTfobia nas escolas.
Atualizado há 26 horas
O deputado distrital Max Maciel (PSOL) comemorou as legislações criadas nos últimos anos: "Nós sabemos que produzir uma lei pode parecer fácil para alguns, mas é muito difícil para outros segmentos", observou. O parlamentar ponderou, no entanto, que a letra da lei não é suficiente. "A gente não precisa só de legislação. A agenda trans precisa do orçamento das cidades. Precisamos garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária também", avaliou Maciel.
Já a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans nos cursos de graduação da Universidade de Brasília (UnB) e a existência de duas deputadas federais trans no Congresso Nacional (Erika Hilton e Duda Salabert), entre outras conquistas. "Já houve muitos avanços, ainda insuficientes para que possamos ter de fato uma sociedade democrática em que caiba todo mundo, na qual todos os corpos possam em verdade ser respeitados", analisou Kokay.
"Eu não quero ser lembrado como alguém que apenas sobreviveu", disse Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista (Trafem) e membro do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat). "Eu quero que construamos a memória de um DF onde a dignidade trans seja lei, e não sorte", desejou o ativista.
A agente popular de saúde e produtora cultural Kiki Kleim incentivou o movimento a seguir na luta: "Sejamos força, sejamos resistência, estamos aqui para viver. A gente tem o direito de viver, de ser livre".
Atualizado há 38 horas
Durante o evento, foram destacados avanços significativos para a comunidade trans no Distrito Federal, como a criação da Lei Complementar 1.024/2023, que assegura o fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas travestis e transexuais. Além disso, a Lei 6.804/2021, conhecida como Lei Victoria Jugnet, reconhece a identidade de gênero post mortem, permitindo o uso de nome social em lápides e certidões de óbito. O deputado distrital Max Maciel (PSOL) ressaltou a importância de garantir que a agenda trans esteja presente no orçamento das cidades, além de apenas legislações. A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou as cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. Ao final da sessão, moções de louvor foram entregues a pessoas que se destacaram na luta pelos direitos trans.
Atualizado há 41 horas
O evento também destacou conquistas legislativas importantes no Distrito Federal, como a criação da Lei Complementar 1.024/2023, que garante o fornecimento gratuito de documentos de identidade para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas trans. Além disso, foi mencionada a Lei Victoria Jugnet, que reconhece a identidade de gênero post mortem, permitindo o uso de nome social em lápides e certidões de óbito. Outro avanço foi a inclusão do nome social em concursos públicos do DF, assegurada pela Lei 6.503/2020. A criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas LGBTQIA+ (CDLGBTI) e a inclusão de questões sobre identidade de gênero em pesquisas distritais também foram celebradas. A deputada federal Erika Kokay destacou as cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional como avanços significativos. Ao final da sessão, foram entregues moções de louvor a pessoas que se destacaram na luta pelos direitos trans.
Atualizado há 49 horas
O deputado distrital Max Maciel (PSOL) comemorou as legislações criadas nos últimos anos: "Nós sabemos que produzir uma lei pode parecer fácil para alguns, mas é muito difícil para outros segmentos", observou. Ele ponderou que a letra da lei não é suficiente e que a agenda trans precisa do orçamento das cidades. "Precisamos garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária também", avaliou Maciel.
A agente popular de saúde e produtora cultural Kiki Kleim incentivou o movimento a seguir na luta: "Sejamos força, sejamos resistência, estamos aqui para viver. A gente tem o direito de viver, de ser livre".
Atualizado há 53 horas
O evento teve a autoria do deputado Fábio Felix (PSOL), que enfatizou a importância de exaltar as vitórias dos últimos anos, frutos do protagonismo e da luta da comunidade trans e LGBTQIA+ de forma geral. Durante a solenidade, foram destacados vários avanços, incluindo o fortalecimento do Ambulatório Trans e a criação da Lei Complementar 1.024/2023, que facilita a retificação de nome e gênero em documentos. O deputado distrital Max Maciel (PSOL) ressaltou a necessidade de garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária das cidades, enquanto a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou as cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. Ao final da sessão solene, foram entregues moções de louvor a pessoas que se destacaram na luta pelos direitos trans.
Atualizado há 63 horas
O evento destacou várias conquistas, principalmente no âmbito do Distrito Federal, como o fortalecimento do Ambulatório Trans, unidade da Secretaria de Saúde do DF de assistência especializada às pessoas travestis e transexuais, e o fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero, com a criação da Lei Complementar 1.024/2023. Também foi ressaltado o reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com a Lei 6.804/2021, conhecida como Lei Victoria Jugnet, e o uso de nome social em concursos públicos do DF, com a Lei 6.503/2020. A criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Travestis, Intersexos e demais dissidências de gênero e sexualidade (CDLGBTI), com a Lei 7.824/2025, e a realização de mais estudos sobre a população LGBTQIA+ também foram mencionadas. O deputado distrital Max Maciel (PSOL) comemorou as legislações criadas, mas ressaltou a importância de garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária. A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. "Eu quero que construamos a memória de um DF onde a dignidade trans seja lei, e não sorte", desejou Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista.
Atualizado há 103 horas
Fábio Félix destacou a criação da Lei Complementar 1.024/2023, que fornece documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas trans. Ele também mencionou a Lei Victoria Jugnet, que reconhece a identidade de gênero post mortem. Max Maciel, deputado distrital, enfatizou a importância de alocar orçamento para a agenda trans. Erika Kokay celebrou as cotas para pessoas trans na UnB e a presença de deputadas trans no Congresso Nacional. Leonardo Luiz, da TRAfeminista, expressou o desejo de que a dignidade trans seja lei. Kiki Kleim incentivou a resistência e o direito de viver livremente.
Atualizado há 113 horas
Durante a sessão solene, o deputado distrital Max Maciel (PSOL) destacou a importância das legislações criadas nos últimos anos e ressaltou a necessidade de que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária das cidades. "A gente não precisa só de legislação. Precisamos garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária também", avaliou Maciel.
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional, apontando que, apesar dos avanços, ainda são insuficientes para uma sociedade verdadeiramente democrática. "Já houve muitos avanços, ainda insuficientes para que possamos ter de fato uma sociedade democrática em que caiba todo mundo, na qual todos os corpos possam em verdade ser respeitados", analisou Kokay.
Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista (Trafem) e membro do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat), expressou o desejo de construir uma memória onde a dignidade trans seja uma realidade. "Eu não quero ser lembrado como alguém que apenas sobreviveu. Eu quero que construamos a memória de um DF onde a dignidade trans seja lei, e não sorte", desejou o ativista.
A agente popular de saúde e produtora cultural Kiki Kleim incentivou o movimento a seguir na luta, afirmando: "Sejamos força, sejamos resistência, estamos aqui para viver. A gente tem o direito de viver, de ser livre".
Atualizado há 119 horas
O fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas travestis e transexuais, com a criação da Lei Complementar 1.024/2023 (autoria de Fábio Felix), foi uma das conquistas destacadas durante a solenidade. Além disso, o reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com uso de nome social em lápides, certidões de óbito e documentos correlatos, foi garantido pela Lei 6.804/2021, também conhecida como Lei Victoria Jugnet.
A deputada federal Erika Kokay celebrou a criação de cotas para pessoas trans nos cursos de graduação da Universidade de Brasília (UnB) e destacou a presença de duas deputadas federais trans no Congresso Nacional, Erika Hilton e Duda Salabert. "Já houve muitos avanços, ainda insuficientes para que possamos ter de fato uma sociedade democrática em que caiba todo mundo", analisou Kokay.
O deputado distrital Max Maciel (PSOL) ressaltou a importância de garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária das cidades, além de criar legislações. "A gente não precisa só de legislação. A agenda trans precisa do orçamento das cidades", avaliou Maciel.
Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista (Trafem) e membro do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat), expressou seu desejo de construir uma memória onde a dignidade trans seja lei, e não sorte. "Eu não quero ser lembrado como alguém que apenas sobreviveu", declarou o ativista.
Atualizado há 123 horas
O fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas travestis e transexuais foi comemorado, com a criação da Lei Complementar 1.024/2023, de autoria do deputado Fábio Felix. Além disso, o reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com uso de nome social em lápides e certidões de óbito, foi destacado com a Lei 6.804/2021, também conhecida como Lei Victoria Jugnet. Outro avanço importante mencionado foi a criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Travestis, Intersexos e demais dissidências de gênero e sexualidade (CDLGBTI), estabelecido pela Lei 7.824/2025.
Atualizado há 134 horas
O evento destacou várias conquistas, especialmente no Distrito Federal, como o fortalecimento do Ambulatório Trans, a criação da Lei Complementar 1.024/2023 que fornece documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero, e o reconhecimento da identidade de gênero post mortem com a Lei 6.804/2021. Também foram celebradas a criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas LGBTQIA+ com a Lei 7.824/2025 e a inclusão de perguntas sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios. O deputado distrital Max Maciel destacou a necessidade de orçamento para a agenda trans, e a deputada federal Erika Kokay celebrou a criação de cotas para pessoas trans na UnB e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional.
Atualizado há 137 horas
O evento teve a autoria do deputado Fábio Felix (PSOL). "Precisamos exaltar as vitórias dos últimos anos. Elas não vieram de graça, foram fruto do protagonismo e da luta da comunidade trans e da comunidade LGBTQIA+ de forma geral", afirmou Felix. A solenidade reuniu autoridades e militantes para comemorar avanços nos direitos das pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Queer, Intersexuais, Assexuais e outras identidades (LGBTQIA+).
Durante o evento, várias conquistas foram destacadas, principalmente no âmbito do Distrito Federal, entre elas:
- O fortalecimento do Ambulatório Trans, unidade da Secretaria de Saúde do DF de assistência especializada às pessoas travestis e transexuais;
- O fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas travestis e transexuais, com a criação da Lei Complementar 1.024/2023 (autoria de Fábio Felix);
- O reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com uso de nome social em lápides, certidões de óbito e documentos correlatos, com a criação da Lei 6.804/2021 (autoria de Fábio Felix), também conhecida como Lei Victoria Jugnet;
- O uso de nome social em concursos públicos do DF, com a criação da Lei 6.503/2020 (autoria de Fábio Felix);
- A criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Travestis, Intersexos e demais dissidências de gênero e sexualidade (CDLGBTI), com a Lei 7.824/2025 (autoria do Poder Executivo);
- A realização de mais estudos sobre a população LGBTQIA+, com a inclusão de perguntas sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD-DF) e a elaboração de pesquisa, pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF), sobre LGBTfobia nas escolas.
Atualizado há 145 horas
O evento também celebrou a criação de leis importantes, como a Lei Complementar 1.024/2023, que fornece documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas travestis e transexuais, e a Lei 6.804/2021, conhecida como Lei Victoria Jugnet, que reconhece a identidade de gênero post mortem. Além disso, a inclusão de perguntas sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD-DF) e a elaboração de pesquisa sobre LGBTfobia nas escolas foram destacadas como avanços significativos. O deputado distrital Max Maciel destacou a importância de garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária das cidades. A deputada federal Erika Kokay celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional, ressaltando que ainda há muito a ser feito para alcançar uma sociedade verdadeiramente democrática. Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista, expressou o desejo de que a dignidade trans seja garantida por lei, enquanto Kiki Kleim incentivou a continuidade da luta pela liberdade e direito de viver.
Atualizado há 149 horas
O evento também destacou a criação de legislações importantes para a comunidade trans. Entre as conquistas, está o fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero, com a Lei Complementar 1.024/2023, e o reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com a Lei 6.804/2021, conhecida como Lei Victoria Jugnet. Além disso, foi criada a Lei 6.503/2020, que garante o uso de nome social em concursos públicos do DF. Outro avanço significativo foi a inclusão de perguntas sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD-DF), promovendo mais estudos sobre a população LGBTQIA+.
Atualizado há 159 horas
O evento contou com a presença de diversas autoridades e militantes que celebraram conquistas recentes nos direitos LGBTQIA+. Entre os destaques, o fortalecimento do Ambulatório Trans, a criação de leis para retificação de nome e gênero, e o reconhecimento da identidade de gênero post mortem. O deputado Max Maciel (PSOL) destacou a importância de garantir que a agenda trans esteja centralizada no orçamento das cidades, enquanto a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília (UnB). Ao final da solenidade, foram entregues moções de louvor a pessoas que se destacaram na luta pelos direitos trans.
Atualizado há 162 horas
O fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas travestis e transexuais, com a criação da Lei Complementar 1.024/2023, e o reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com uso de nome social em lápides, certidões de óbito e documentos correlatos, com a criação da Lei 6.804/2021, também conhecida como Lei Victoria Jugnet, foram destacados como avanços significativos. Além disso, a criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Travestis, Intersexos e demais dissidências de gênero e sexualidade (CDLGBTI), com a Lei 7.824/2025, foi celebrada. A inclusão de perguntas sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD-DF) e a elaboração de pesquisa sobre LGBTfobia nas escolas também foram mencionadas como passos importantes na promoção dos direitos LGBTQIA+.
Atualizado há 168 horas
O deputado distrital Max Maciel (PSOL) também destacou durante a solenidade a importância das legislações criadas nos últimos anos, mas alertou que apenas a legislação não basta. 'A agenda trans precisa do orçamento das cidades. Precisamos garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária também', avaliou Maciel.
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans nos cursos de graduação da Universidade de Brasília (UnB) e a presença de duas deputadas federais trans no Congresso Nacional, Erika Hilton e Duda Salabert, entre outras conquistas. 'Já houve muitos avanços, ainda insuficientes para que possamos ter de fato uma sociedade democrática em que caiba todo mundo', analisou Kokay.
Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista (Trafem) e membro do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat), expressou seu desejo de que a dignidade trans seja uma realidade no DF. 'Eu quero que construamos a memória de um DF onde a dignidade trans seja lei, e não sorte', desejou o ativista.
A agente popular de saúde e produtora cultural Kiki Kleim incentivou o movimento a seguir na luta: 'Sejamos força, sejamos resistência, estamos aqui para viver. A gente tem o direito de viver, de ser livre'.
Atualizado há 176 horas
O evento teve a autoria do deputado Fábio Felix (PSOL). Durante a solenidade, foram destacadas várias conquistas no âmbito do Distrito Federal, como o fortalecimento do Ambulatório Trans, a criação da Lei Complementar 1.024/2023 para fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, e o reconhecimento da identidade de gênero post mortem com a Lei 6.804/2021, conhecida como Lei Victoria Jugnet. Também foi mencionada a inclusão de perguntas sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD-DF). O deputado distrital Max Maciel (PSOL) destacou a importância de garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária. A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista, expressou o desejo de que a dignidade trans seja uma lei, e não sorte. Kiki Kleim, agente popular de saúde e produtora cultural, incentivou o movimento a seguir na luta pela liberdade e direito de viver.
Atualizado há 185 horas
Durante o evento, o deputado distrital Max Maciel (PSOL) comemorou as legislações criadas nos últimos anos, destacando a importância de garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária. "Nós sabemos que produzir uma lei pode parecer fácil para alguns, mas é muito difícil para outros segmentos", observou Maciel. Ele enfatizou que a legislação não é suficiente e que a agenda trans precisa de suporte orçamentário.
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. "Já houve muitos avanços, ainda insuficientes para que possamos ter de fato uma sociedade democrática em que caiba todo mundo", analisou Kokay.
Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista (Trafem), destacou a importância de construir a memória de um Distrito Federal onde a dignidade trans seja uma realidade. "Eu quero que construamos a memória de um DF onde a dignidade trans seja lei, e não sorte", desejou o ativista.
Atualizado há 192 horas
O fortalecimento do Ambulatório Trans, unidade da Secretaria de Saúde do DF de assistência especializada às pessoas travestis e transexuais, foi um dos avanços celebrados. Além disso, a criação da Lei Complementar 1.024/2023, que permite o fornecimento gratuito de documento de identidade para retificação de nome, sexo ou gênero, foi destacada. Outro marco importante foi o reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com o uso de nome social em lápides e certidões de óbito, garantido pela Lei 6.804/2021, conhecida como Lei Victoria Jugnet. A legislação também avançou com a inclusão do nome social em concursos públicos do DF, através da Lei 6.503/2020. A criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas LGBTQIA+ (CDLGBTI) pela Lei 7.824/2025 e a inclusão de perguntas sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD-DF) foram outras conquistas celebradas. O deputado distrital Max Maciel destacou a importância de garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária das cidades. A deputada federal Erika Kokay celebrou as cotas para pessoas trans na UnB e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista, enfatizou a necessidade de dignidade trans ser uma lei, e não uma questão de sorte. Kiki Kleim, agente de saúde, incentivou a continuidade da luta pela liberdade e direito de viver da comunidade trans.
Atualizado há 195 horas
O evento também contou com a presença do deputado distrital Max Maciel (PSOL), que destacou a importância das legislações criadas nos últimos anos, mas ressaltou a necessidade de garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária. A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. O ativista Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista, expressou o desejo de que a dignidade trans seja uma realidade no DF. Kiki Kleim, agente popular de saúde e produtora cultural, incentivou a continuidade da luta por liberdade e vida digna.
Atualizado há 206 horas
Durante a sessão solene, o deputado distrital Max Maciel (PSOL) destacou a importância das legislações criadas nos últimos anos, mas ponderou que apenas criar leis não é suficiente. Maciel enfatizou a necessidade de garantir que a agenda trans esteja centralizada no orçamento das cidades. A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional, ressaltando que, embora muitos avanços tenham sido feitos, ainda são insuficientes para uma sociedade verdadeiramente democrática. Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista, expressou o desejo de que a dignidade trans seja uma realidade garantida por lei, e não apenas uma questão de sorte. A produtora cultural Kiki Kleim incentivou a continuidade da luta, afirmando que a comunidade tem o direito de viver e ser livre.
Atualizado há 209 horas
O deputado distrital Max Maciel (PSOL) destacou a importância das legislações criadas nos últimos anos e a necessidade de garantir a centralidade orçamentária para a agenda trans. "A gente não precisa só de legislação. A agenda trans precisa do orçamento das cidades", avaliou Maciel.
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) celebrou a criação de cotas para pessoas trans nos cursos de graduação da Universidade de Brasília (UnB) e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. "Já houve muitos avanços, ainda insuficientes para que possamos ter de fato uma sociedade democrática em que caiba todo mundo", analisou Kokay.
Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista (Trafem) e membro do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat), expressou seu desejo de que a dignidade trans seja uma realidade assegurada por lei, e não apenas uma questão de sorte. "Eu não quero ser lembrado como alguém que apenas sobreviveu", disse o ativista.
A agente popular de saúde e produtora cultural Kiki Kleim incentivou o movimento a continuar na luta: "Sejamos força, sejamos resistência, estamos aqui para viver. A gente tem o direito de viver, de ser livre".
Atualizado há 216 horas
Durante a sessão solene, várias conquistas foram destacadas, principalmente no âmbito do Distrito Federal, como o fortalecimento do Ambulatório Trans e o fornecimento de documento de identidade gratuito para retificação de nome, sexo ou gênero de pessoas travestis e transexuais, com a criação da Lei Complementar 1.024/2023. Também foi reconhecida a identidade de gênero post mortem, com uso de nome social em lápides e certidões de óbito, graças à Lei 6.804/2021, conhecida como Lei Victoria Jugnet. O uso de nome social em concursos públicos do DF foi garantido pela Lei 6.503/2020. A criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e a realização de estudos sobre a população LGBTQIA+ foram outras vitórias celebradas. O deputado distrital Max Maciel destacou a importância de não apenas legislar, mas também garantir recursos orçamentários para a agenda trans. A deputada federal Erika Kokay celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional, ressaltando que, embora haja avanços, ainda são insuficientes para uma sociedade verdadeiramente democrática. Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista, expressou o desejo de que a dignidade trans seja uma realidade garantida por lei.
Atualizado há 219 horas
O evento destacou várias conquistas significativas no âmbito do Distrito Federal, como o fortalecimento do Ambulatório Trans, uma unidade especializada da Secretaria de Saúde do DF, e o fornecimento de documentos de identidade gratuitos para retificação de nome, sexo ou gênero, conforme a Lei Complementar 1.024/2023. Além disso, foram celebradas a implementação do uso de nome social em concursos públicos do DF e o reconhecimento da identidade de gênero post mortem, com a Lei 6.804/2021, conhecida como Lei Victoria Jugnet. A criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas LGBTQIA+ (CDLGBTI), estabelecido pela Lei 7.824/2025, e a inclusão de questões sobre identidade de gênero e orientação sexual na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD-DF) também foram destacadas. O deputado distrital Max Maciel enfatizou a necessidade de que a agenda trans seja central no orçamento das cidades, enquanto a deputada federal Erika Kokay celebrou as cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. O ativista Leonardo Luiz, da Associação TRAfeminista, expressou o desejo de que a dignidade trans seja uma questão de direito, e não de sorte.
Atualizado há 230 horas
O deputado distrital Max Maciel (PSOL) também esteve presente na solenidade e destacou a importância das legislações criadas nos últimos anos: “Nós sabemos que produzir uma lei pode parecer fácil para alguns, mas é muito difícil para outros segmentos”, observou. Ele ponderou, no entanto, que a letra da lei não é suficiente: “A gente não precisa só de legislação. A agenda trans precisa do orçamento das cidades. Precisamos garantir que a agenda trans esteja na centralidade orçamentária também”, avaliou Maciel.
A agente popular de saúde e produtora cultural Kiki Kleim incentivou o movimento a seguir na luta: “Sejamos força, sejamos resistência, estamos aqui para viver. A gente tem o direito de viver, de ser livre”.
Atualizado há 233 horas
O ativista Lam Matos destacou a resiliência da comunidade trans durante a sessão solene: "Combinaram de nos matar, mas a gente se organizou e combinou de se manter vivo. E isso tem funcionado". Durante o evento, foram celebrados avanços significativos nos direitos LGBTQIA+, como o fortalecimento do Ambulatório Trans e a criação de leis que reconhecem a identidade de gênero. O deputado Fábio Félix destacou a importância dessas conquistas, fruto do protagonismo e da luta contínua da comunidade. A deputada federal Erika Kokay também celebrou a criação de cotas para pessoas trans na Universidade de Brasília e a presença de deputadas federais trans no Congresso Nacional. Ao final da solenidade, moções de louvor foram entregues a pessoas que se destacaram na luta pelos direitos trans.
