Câmara Legislativa promove sessão sobre câncer infantojuvenil

Câmara Legislativa promove sessão sobre câncer infantojuvenil

Evento em homenagem ao Setembro Dourado visa conscientizar sobre o câncer infantojuvenil e discutir melhorias no sistema de saúde do DF.

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Reprodução Redes Sociais

Foto: Helene Santos/Governo do Ceará

O câncer infantojuvenil é a principal causa de morte por doenças entre crianças e adolescentes de um a 19 anos no Brasil.

Na próxima segunda-feira, dia 28, a Câmara Legislativa do Distrito Federal realizará uma sessão solene em homenagem ao Setembro Dourado. Esta campanha é dedicada a ações preventivas, educativas e de conscientização sobre o câncer infantojuvenil. O evento, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (União), ocorrerá no Plenário, começando às 19h, e será transmitido ao vivo pela TV Câmara Distrital.

Eduardo Pedrosa destaca que essa solenidade será um espaço importante para discutir as dificuldades enfrentadas pelo sistema de saúde do Distrito Federal. O objetivo é dar visibilidade à causa, apoiar o trabalho das organizações da sociedade civil e promover políticas públicas que visem o diagnóstico precoce, o acolhimento e um tratamento mais humanizado.

O deputado também enfatizou em seu requerimento que o câncer infantojuvenil é uma questão crítica, sendo a primeira causa de morte por doenças nessa faixa etária. Ele menciona que, com um diagnóstico precoce e tratamento adequado, as chances de cura podem ultrapassar os 80%. No entanto, o grande desafio é que muitos dos sintomas podem ser confundidos com doenças comuns da infância, o que muitas vezes atrasa o diagnóstico definitivo.

A campanha Setembro Dourado tem como objetivo conscientizar a população sobre os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil, além de incentivar a solidariedade para com as crianças, adolescentes e suas famílias que enfrentam essa difícil situação. Ao longo do mês, ações educativas e de mobilização social serão realizadas, buscando ampliar o conhecimento sobre a doença e fortalecer a rede de apoio aos pacientes.

Atualizado há 2 horas

Durante a sessão, foram destacadas estimativas do Instituto Nacional de Câncer que projetam cerca de 7.560 novos casos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil até 2026, com 120 desses casos previstos para o Distrito Federal. A urgência do diagnóstico precoce foi enfatizada, com sintomas como febre contínua, palidez, cansaço excessivo, perda de peso involuntária, dores inexplicáveis, caroços, sangramentos e alterações visuais ou de comportamento sendo destacados como sinais que requerem avaliação médica imediata.

Além disso, foi discutida a necessidade de estruturar uma linha de cuidado contínua e integrada, unindo saúde, atenção primária, escolas e assistência social, para que as famílias não enfrentem isoladamente as dificuldades do tratamento. A aprovação de uma rubrica orçamentária específica para o enfrentamento ao câncer na Lei de Diretrizes Orçamentárias do DF também foi defendida.

A médica oncologista pediatra Ísis Magalhães relembrou os desafios enfrentados desde o início dos trabalhos no Hospital de Base até a consolidação do Hospital da Criança de Brasília como um centro especializado em assistência, ensino e pesquisa. Alexandre Alarcão, presidente do Instituto Abrace, destacou que a colaboração entre sociedade civil e poder público elevou os índices de cura para cerca de 80% atualmente.

A sessão também contou com depoimentos emocionantes, como o de Ana Maria Serafim Nascimento, que compartilhou a trajetória de seu filho Lincoln Miguel, e Tássia Janaína Moreira Rodrigues, que homenageou sua neta Maria Cecília. Ambas reforçaram a importância do suporte efetivo para famílias e a necessidade de diagnósticos ágeis.

No encerramento, moções de louvor foram concedidas a profissionais de saúde, voluntários e familiares em reconhecimento à dedicação contínua à causa do câncer infantojuvenil no Distrito Federal.

Atualizado há 9 horas

Durante a sessão, foram destacadas estimativas do Instituto Nacional de Câncer que projetam cerca de 7.560 novos casos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil até 2026, com 120 desses casos previstos para o Distrito Federal. A urgência do diagnóstico precoce foi enfatizada, com sintomas como febre contínua, palidez, cansaço excessivo, perda de peso involuntária, dores inexplicáveis, caroços, sangramentos e alterações visuais ou de comportamento sendo destacados como sinais que requerem avaliação médica imediata.

Além disso, foi discutida a necessidade de estruturar uma linha de cuidado contínua e integrada, unindo saúde, atenção primária, escolas e assistência social, para que as famílias não enfrentem isoladamente as dificuldades do tratamento. A aprovação de uma rubrica orçamentária específica para o enfrentamento ao câncer na Lei de Diretrizes Orçamentárias do DF também foi defendida.

A médica oncologista pediatra Ísis Magalhães relembrou os desafios enfrentados desde o início dos trabalhos no Hospital de Base até a consolidação do Hospital da Criança de Brasília como um centro especializado em assistência, ensino e pesquisa. Alexandre Alarcão, presidente do Instituto Abrace, destacou que a colaboração entre sociedade civil e poder público elevou os índices de cura para cerca de 80% atualmente.

Atualizado há 15 horas

Durante a sessão, foram destacados os avanços na rede de atendimento ao câncer infantojuvenil no Distrito Federal. A médica oncologista pediatra Ísis Magalhães ressaltou a trajetória de 40 anos da especialidade na capital, desde os primeiros trabalhos no Hospital de Base até a consolidação do Hospital da Criança de Brasília como um centro especializado em assistência, ensino e pesquisa. Alexandre Alarcão, presidente do Instituto Abrace, destacou que a colaboração entre sociedade civil e poder público elevou os índices de cura de cerca de 40% nas décadas passadas para aproximadamente 80% atualmente, além de zerar a taxa de evasão do tratamento na rede do Distrito Federal. Shalma Vicentim, presidente do Instituto Mães da Onco AmaVida, defendeu um olhar humanizado e o acolhimento emocional para as mães, enfatizando as dificuldades de reinserção no mercado de trabalho após longos períodos de internação.

Atualizado há 27 horas

Durante os debates, a urgência da identificação precoce esteve no centro das atenções. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer citadas no evento, o Brasil deve registrar cerca de 7.560 novos casos de câncer em crianças e adolescentes de zero a 19 anos em 2026, sendo previstos aproximadamente 120 novos casos anuais no Distrito Federal. O deputado Eduardo Pedrosa ressaltou que sinais persistentes como febre contínua, palidez, cansaço excessivo, perda de peso involuntária, dores inexplicáveis, caroços, sangramentos e alterações visuais ou de comportamento precisam de avaliação médica imediata, reforçando que o tempo entre a suspeita e o início do tratamento é decisivo para salvar vidas.

Ao resgatar os 40 anos de trajetória da especialidade na capital, a médica oncologista pediatra e diretora médica do Hospital da Criança de Brasília, Ísis Magalhães, lembrou os desafios desde o início dos trabalhos no Hospital de Base até a consolidação do centro especializado, estruturado em assistência, ensino e pesquisa. Em sintonia, o presidente do Instituto Abrace, Alexandre Alarcão, ressaltou que a atuação conjunta entre a sociedade civil e o poder público elevou os índices de cura de cerca de 40% nas décadas passadas para aproximadamente 80% nos dias atuais, além de zerar a taxa de evasão do tratamento na rede do Distrito Federal.

A cerimônia contou ainda com pronunciamentos de diversas lideranças de entidades assistenciais. Shalma Vicentim, presidente do Instituto Mães da Onco AmaVida, defendeu um olhar humanizado e o acolhimento emocional para as mães, ressaltando as dificuldades de reinserção no mercado de trabalho após longos períodos de internação. Já Carla Gomes de Oliveira, presidente do Centro de Tratamento do Câncer, ressaltou a importância dos atendimentos prestados às crianças e familiares.

Atualizado há 34 horas

Durante a sessão, foram destacadas estimativas do Instituto Nacional de Câncer que projetam cerca de 7.560 novos casos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil até 2026, com 120 desses casos previstos para o Distrito Federal. A urgência do diagnóstico precoce foi enfatizada, com sintomas como febre contínua, palidez, cansaço excessivo, perda de peso involuntária, dores inexplicáveis, caroços, sangramentos e alterações visuais ou de comportamento sendo destacados como sinais que requerem avaliação médica imediata.

Além disso, foi discutida a necessidade de estruturar uma linha de cuidado contínua e integrada, unindo saúde, atenção primária, escolas e assistência social, para que as famílias não enfrentem isoladamente as dificuldades do tratamento. A aprovação de uma rubrica orçamentária específica para o enfrentamento ao câncer na Lei de Diretrizes Orçamentárias do DF também foi defendida.

A médica oncologista pediatra Ísis Magalhães relembrou os desafios enfrentados desde o início dos trabalhos no Hospital de Base até a consolidação do Hospital da Criança de Brasília como um centro especializado em assistência, ensino e pesquisa. Alexandre Alarcão, presidente do Instituto Abrace, destacou que a colaboração entre sociedade civil e poder público elevou os índices de cura para cerca de 80% atualmente.

A sessão também contou com depoimentos emocionantes, como o de Ana Maria Serafim Nascimento, que compartilhou a trajetória de seu filho Lincoln Miguel, e Tássia Janaína Moreira Rodrigues, que homenageou sua neta Maria Cecília. Ambas reforçaram a importância do suporte efetivo para famílias e a necessidade de diagnósticos ágeis.

No encerramento, moções de louvor foram concedidas a profissionais de saúde, voluntários e familiares em reconhecimento à dedicação contínua à causa do câncer infantojuvenil no Distrito Federal.

Atualizado há 40 horas

Durante a sessão, foram destacadas estimativas do Instituto Nacional de Câncer que projetam cerca de 7.560 novos casos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil até 2026, com 120 desses casos previstos para o Distrito Federal. A urgência do diagnóstico precoce foi enfatizada, com sintomas como febre contínua, palidez, cansaço excessivo, perda de peso involuntária, dores inexplicáveis, caroços, sangramentos e alterações visuais ou de comportamento sendo destacados como sinais que requerem avaliação médica imediata.

Além disso, foi discutida a necessidade de estruturar uma linha de cuidado contínua e integrada, unindo saúde, atenção primária, escolas e assistência social, para que as famílias não enfrentem isoladamente as dificuldades do tratamento. A aprovação de uma rubrica orçamentária específica para o enfrentamento ao câncer na Lei de Diretrizes Orçamentárias do DF também foi defendida.

A médica oncologista pediatra Ísis Magalhães relembrou os desafios enfrentados desde o início dos trabalhos no Hospital de Base até a consolidação do Hospital da Criança de Brasília como um centro especializado em assistência, ensino e pesquisa. Alexandre Alarcão, presidente do Instituto Abrace, destacou que a colaboração entre sociedade civil e poder público elevou os índices de cura para cerca de 80% atualmente.

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