Vacinas COVID-19: Novas Diretrizes para Variantes em 2026
Anvisa atualiza normas para vacinas COVID-19 visando eficácia contra variantes em circulação no Brasil.
© Tânia Rêgo/Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou um conjunto de atualizações importantes para as vacinas contra a covid-19. O objetivo principal é aprimorar a eficácia das vacinas diante das novas variantes do vírus que estão circulando no Brasil. Essa Instrução Normativa foi publicada na quinta-feira, dia 9, no Diário Oficial da União.
As vacinas agora devem ser monovalentes, ou seja, devem ter uma resposta imunológica focada em uma linhagem específica do vírus SARS-CoV-2 em circulação. A variante LP8.1 deve ser incluída como o antígeno preferencial, mas também há espaço para derivados da cepa JN.1, como XFG ou NB.1.8.1, desde que esses mostrem uma resposta de anticorpos neutralizantes amplas e robustas.
Vale destacar que as vacinas já registradas e produzidas antes da implementação dessa norma, assim como aquelas já distribuídas no país, poderão continuar a ser utilizadas por um período de até nove meses. Após esse prazo, seu uso será proibido.
Essas novas diretrizes foram estabelecidas durante a 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa. A justificativa para essas mudanças se baseia em dados recentes que indicam um aumento no número de casos de síndrome gripal associados à covid-19, reforçando a importância de manter as estratégias de vacinação atualizadas e eficazes no Brasil.
