TSE Rejeita 1.200 Candidaturas para Eleições de 2026
Decisão do Tribunal Superior Eleitoral impacta diversos partidos e candidatos, incluindo figuras conhecidas como Pablo Marçal e Anthony Garotinho.
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⚠️ DADOS ATUALIZADOS:
No dia de hoje, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu barrar 1.200 candidaturas para as eleições que se aproximam. Dentre essas, 888 estão em fase de recurso, enquanto 326 foram indeferidas definitivamente.
Entre os nomes mais conhecidos nessa lista de barrados, podemos citar Pablo Marçal, Anthony Garotinho, José Roberto Arruda e Eduardo Cunha. Os indeferimentos mais significativos estão relacionados aos cargos de deputado federal e estadual.
Os partidos DC, Democrata, Agir e Mobiliza se destacam, juntos, com 617 registros indeferidos. Essa rejeição, vale lembrar, acontece devido ao não cumprimento de requisitos estabelecidos pela legislação eleitoral.
Até a noite de terça-feira (16), a Justiça Eleitoral já havia barrado mais de mil candidaturas, conforme dados do TSE analisados pelo g1. Dentre as 1.200 candidaturas que foram indeferidas, 888 ainda têm a possibilidade de recorrer, enquanto 326 já receberam uma decisão final.
A maioria das rejeições diz respeito a candidatos que buscam cargos proporcionais. Curiosamente, não há registros de candidaturas indeferidas para a Vice-Presidência da República, embora exista um registro ainda pendente de julgamento.
Um dos casos mais notórios é o de Pablo Marçal (PRTB), cuja candidatura à Presidência foi rejeitada pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa. Outros nomes que enfrentam a mesma situação incluem o candidato a governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (Republicanos), o candidato a governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (PSD), e Eduardo Cunha (Republicanos), que se lançou como deputado federal por Minas Gerais.
A maioria dos candidatos que tiveram suas candidaturas barradas ainda está na luta para reverter essa situação. Os 888 casos que permanecem em fase de recurso representam aproximadamente 73% de todos os registros que foram indeferidos.
E agora, trazendo mais detalhes para você:
Entre os partidos, o DC aparece com o maior número de indeferimentos, somando 185 casos. Em seguida, temos o Democrata com 154, o Agir com 144 e o Mobiliza com 134. Juntas, essas quatro legendas representam pouco mais da metade dos casos identificados.
Outros partidos também apresentam números significativos, como o PCO, que tem 70 registros (o que representa 42% de todas as suas candidaturas, sendo que 69 ainda estão em fase de recurso), o Avante com 64, o PSOL com 45 e o PSDB com 42.
Um indeferimento acontece quando a Justiça Eleitoral constata que o candidato não atende aos requisitos previstos na legislação. É importante lembrar que essa decisão pode ser contestada por meio de recursos. Enquanto o processo não tiver uma resolução definitiva, a situação do candidato pode mudar.
Os principais motivos para tais indeferimentos incluem o descumprimento de requisitos formais, que contabiliza 412 casos, e a ausência de condições de elegibilidade.
Atualizado há 11 horas
⚠️ DADOS ATUALIZADOS:
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 99% dos pedidos de registro de candidatura já foram analisados pela Justiça Eleitoral em todo o país. Ao todo, foram apresentados 20,9 mil pedidos. O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro, e o segundo turno está marcado para o dia 25, podendo ocorrer nas disputas para os cargos de governador e presidente.
Atualizado há 12 horas
O levantamento do TSE indica que, além do descumprimento de requisitos formais e ausência de condições de elegibilidade, ilegalidades na convenção partidária e a falta de incompatibilização com o cargo público também figuram entre os motivos de indeferimento. A segunda votação, marcada para o dia 25 de outubro, será realizada caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluídos os votos em branco e os nulos.