
Trump Se Retira do Jantar dos Correspondentes Após Tiroteio
Após tiroteio no Jantar dos Correspondentes, Trump elogia segurança e revela detalhes do incidente no Hilton em Washington.
Reprodução Redes Sociais
As autoridades policiais dos Estados Unidos agiram rapidamente e prenderam o responsável pelo tiroteio que ocorreu durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, realizado no Hotel Hilton, em Washington, D.C. Entre os presentes estavam Donald e Melania Trump. Após o incidente, o presidente compartilhou uma foto do suposto autor em sua conta pessoal na rede social Truth.
Em uma conferência de imprensa que se seguiu, Trump elogiou a equipe de segurança pela rápida resposta. Ele destacou que não havia sinais que indicassem que algo assim estava prestes a acontecer. O atirador atingiu um dos seguranças, um profissional que Trump se encontrou mais tarde e afirmou estar "em boas condições".
Trump também divulgou imagens das câmeras de segurança do hotel, mostrando o momento em que o atirador tentou passar pela área de segurança na recepção. Ao ser questionado sobre o porquê de ser alvo de uma tentativa de assassinato, Trump insinuou que isso poderia ser devido à sua "grande influência", fazendo uma comparação com Abraham Lincoln. Ele ressaltou que aqueles que têm um impacto significativo são, muitas vezes, os mais suscetíveis a serem visados.
"Foi uma experiência traumática para Melania", declarou Trump, mencionando que, inicialmente, ele preferia que eles permanecessem na sala, mas foi informado de que o protocolo deveria ser seguido. De acordo com as investigações preliminares, o autor do ataque estava armado com uma pistola, uma espingarda e facas, conforme relataram as autoridades. O tiroteio ocorreu no átrio, fora da sala onde o evento era realizado.
Vale lembrar que essa não é a primeira vez que o Hotel Hilton se torna cenário de um atentado contra um presidente dos Estados Unidos. O local já ficou marcado pela tentativa de assassinato do então presidente Ronald Reagan, que aconteceu em 30 de março de 1981.
Atualizado há 10 horas
Líderes mundiais expressaram seu choque com o ataque durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca. A presidente da Comissão da União Europeia, Ursula von der Leyen, aplaudiu a resposta rápida da polícia e das equipes de intervenção. A chefe da política externa da UE, Kaja Kallas, expressou alívio pela segurança dos presentes, incluindo o presidente Trump. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou que o ódio político não tem lugar nas democracias. O chanceler alemão Friedrich Merz e o presidente francês Emmanuel Macron também estenderam seu apoio e alívio pela segurança dos presentes. O líder turco Recep Tayyip Erdoğan e o primeiro-ministro canadense Mark Carney condenaram a violência política. O primeiro-ministro britânico Keir Starmer e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu elogiaram a ação rápida dos serviços secretos. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, expressou choque com o incidente.


