Trump Planeja Encontro com Putin e Discussão sobre Armas Nucleares

O presidente dos EUA, Donald Trump, propõe diálogo com Putin sem Zelenski, destacando a guerra na Ucrânia e a importância do desarmamento nuclear com Xi Jinping.

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Trump Planeja Encontro com Putin e Discussão sobre Armas Nucleares
Reprodução Redes Sociais

28/10/2026, 10h36

Atualizado há cerca de 22 minutos

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou sua disposição para se encontrar com o líder russo, Vladimir Putin, sem a presença do presidente ucraniano, Volodmir Zelenski, desde que a guerra na Ucrânia seja um dos tópicos em discussão. Durante uma conversa com jornalistas, logo após retornar de um comício no Texas, Trump também sugeriu que um encontro com os dois líderes pode ocorrer em breve, embora ainda não tenha definido uma data específica.

Quando questionado sobre a possibilidade de ter uma conversa separada com Putin durante uma viagem à Ásia, o presidente republicano afirmou que "faria isso", contanto que a situação na Ucrânia estivesse na pauta. Na prática, essa nova configuração de forças pode criar condições mais favoráveis para que o pragmatismo prevaleça.

Enquanto isso, o governo Biden tem se esforçado para reduzir os vazamentos de metano, uma questão crítica nas discussões sobre mudanças climáticas. No entanto, atualmente, essas regras estão sendo flexibilizadas.

Trump também comentou que já tem uma reunião agendada com o presidente da China, Xi Jinping, onde pretende discutir a questão do desarmamento nuclear. "Talvez seja a reunião mais importante de todas", disse ele, ressaltando que a Rússia também deveria participar dessas conversas sobre a diminuição dos arsenais nucleares.

"Temos o maior número de armas nucleares, e a Rússia está em um distante segundo lugar. A China, por sua vez, está um pouco atrás, mas pode nos alcançar em cinco anos", afirmou o presidente dos EUA. Sobre o desarmamento nuclear, Trump observou que esse assunto é frequentemente abordado nas negociações diplomáticas, embora reconheça a complexidade da situação, especialmente com a presença de outros países que possuem armas atômicas. "É muito perigoso. Se pudermos avançar nesse sentido, seria excelente", concluiu, ciente de que as negociações não são simples.

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