Teste de Integridade das Urnas: Fim de Semana na CLDF

No dia 24 de outubro, a CLDF realiza audiência pública para sorteio de seções eleitorais, garantindo transparência no processo eleitoral.

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Teste de Integridade das Urnas: Fim de Semana na CLDF
Reprodução Redes Sociais

Data de publicação original: 23/10/2026, 20:30
Sorteio das seções eleitorais para inspeção acontece neste sábado, às 9h
Neste fim de semana, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) e a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) darão continuidade ao Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas. O evento ocorrerá na sede da CLDF e será transmitido ao vivo pela TV Câmara Distrital. É importante destacar que os trabalhos de auditoria são abertos ao público, permitindo que qualquer interessado acompanhe presencialmente.
No sábado, dia 24, a partir das 9h, será realizada uma audiência pública para o sorteio de 20 seções eleitorais que fornecerão urnas para a inspeção. No total, o Distrito Federal conta com 6.969 seções eleitorais. O plenário receberá a presença de autoridades da Justiça Eleitoral, do Tribunal de Contas da União, da Controladoria-Geral da União, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, bem como da Polícia Federal. Além disso, representantes de partidos políticos, entidades da sociedade civil e observadores internacionais também estarão presentes.
Votação Simulada
O teste de integridade é uma ferramenta essencial para auditar as urnas eletrônicas. Durante o processo, uma votação é simulada em um ambiente controlado. Para isso, votos em cédulas de papel são preenchidos por representantes de partidos e entregues à Justiça Eleitoral. Inicialmente, esses votos são lançados em computadores que não possuem qualquer conexão com as urnas. Posteriormente, um operador insere esses dados na urna eletrônica.
Ao final da votação simulada, no foyer do plenário, os boletins de urna são emitidos e os resultados de três fontes são comparados: o da urna, o das cédulas impressas e o dos lançamentos em computador. Todo esse processo é filmado e transmitido em tempo real pela TV Câmara Distrital e pela Justiça Eleitoral, garantindo a necessária transparência.
Vale ressaltar que todas as urnas utilizadas no teste de integridade foram devidamente preparadas para a votação normal nas cerimônias públicas de carga e lacração. As urnas escolhidas para a auditoria são retiradas dos locais de votação, como escolas, e novas urnas são enviadas para que a votação regular não seja afetada.
No domingo, 25 de outubro, dia do segundo turno das eleições, a programação na CLDF seguirá durante todo o dia. Às 6h30, o foyer do plenário será deslacrado. Em seguida, às 7h, será emitida a zerésima, um relatório oficial impresso pela urna eletrônica que comprova que o equipamento ainda não recebeu votos. O efetivo Teste de Integridade começará às 8h e se estenderá até às 17h, quando a votação será encerrada. Após isso, os boletins de urna serão emitidos e a apuração terá início.
Serviço:


  • Sábado, 24 de outubro — Plenário da CLDF


9h - Audiência Pública para sorteio de urnas para o teste

  • Domingo, 25 de outubro – Foyer do Plenário


6h30 – Remoção do lacre do ambiente
7h – Emissão da zerésima
8h – Início da votação
17h – Encerramento da votação

Agência CLDF

Atualizado há 1 hora

No domingo, 25 de outubro, o Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) concluiu o teste de integridade das urnas eletrônicas do segundo turno das eleições na CLDF. Durante o processo, 16 urnas previamente sorteadas passaram pela verificação, com outras duas sendo testadas no Museu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e duas participando do teste de integridade com biometria na Escola Canadense. O presidente da Comissão de Votação Eletrônica, juiz de direito João Marcos Guimarães Silva, declarou que a única divergência verificada foi um erro humano de digitação. O teste de integridade visa demonstrar que a contabilização dos votos das urnas é fiel e representa a totalidade da verdade. O presidente do TRE-DF, desembargador Ângelo Passareli, reforçou a confiabilidade do processo eletrônico e destacou que os resultados dos testes demonstram a vontade do povo, simbolizando a democracia.

Atualizado há 7 horas

Após a conclusão do teste de integridade das urnas eletrônicas no segundo turno das eleições, o presidente da Comissão de Votação Eletrônica, juiz de direito João Marcos Guimarães Silva, afirmou que a única divergência encontrada foi um erro humano de digitação, assegurando que os trabalhos foram encerrados com pleno êxito. O processo foi acompanhado por representantes de organismos internacionais, incluindo a União Europeia.

O presidente do TRE-DF, desembargador Ângelo Passareli, destacou a confiabilidade do processo eletrônico e das urnas, afirmando que o sistema eleitoral brasileiro é exemplo para o mundo. Ele enfatizou que os resultados dos testes demonstram a vontade do povo, reforçando o significado da democracia.

Os testes de integridade, autenticidade e integridade com biometria são procedimentos de auditoria realizados pela Justiça Eleitoral para verificar a segurança e confiabilidade das urnas eletrônicas. No teste de autenticidade, é verificada a integridade dos programas e sistemas instalados nas urnas, garantindo que os softwares utilizados são aqueles homologados pela Justiça Eleitoral.

Atualizado há 13 horas

Concluídos os trabalhos da auditoria, a única divergência verificada foi um erro humano de digitação. Portanto, damos por encerrados os trabalhos com pleno êxito”, afirmou o presidente da Comissão de Votação Eletrônica, juiz de direito João Marcos Guimarães Silva. O trabalho da comissão foi acompanhado por representantes de organismos internacionais, incluindo a União Europeia.

O presidente da Comissão de Votação Eletrônica destacou o objetivo da audiência pública: “o teste de integridade visa demonstrar e provar que a contabilização e totalização dos votos das urnas é fiel, e o somatório representa a totalidade da verdade”. O magistrado explicou que o teste de autenticidade escolhe três urnas aleatórias entre as cerca de 7.000 sessões eleitorais de votações, e visa “demonstrar absoluta transparência com programas e softwares instalados”.

O presidente do TRE-DF, desembargador Ângelo Passareli, comentou sobre o processo democrático e confiabilidade das urnas. “O processo eletrônico é confiável, não somente as urnas. Nós temos, além das urnas, todo um sistema informatizado, que é exemplo para o mundo todo. Por antecipação, tentamos demonstrar ao povo brasileiro que o sistema eleitoral, compreendendo as urnas, é confiável. Os resultados dos testes estão demonstrando a vontade do povo, esse é o significado da democracia”, declarou.

Atualizado há 19 horas

No domingo, 25 de outubro, o Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) concluiu o teste de integridade das urnas eletrônicas do segundo turno das eleições na CLDF. Durante o processo, 16 urnas previamente sorteadas passaram pela verificação, com outras duas sendo testadas no Museu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e duas participando do teste de integridade com biometria na Escola Canadense.

Como etapa preparatória do teste, antes do início das votações, técnicos da Justiça Eleitoral realizaram a impressão da zerésima de todas as urnas. Esse comprovante demonstra que os equipamentos não tinham votos registrados previamente. No relatório constam informações de identificação da urna, incluindo zona eleitoral, local de votação e seção correspondente.

“Concluídos os trabalhos da auditoria, a única divergência verificada foi um erro humano de digitação. Portanto, damos por encerrados os trabalhos com pleno êxito”, afirmou o presidente da Comissão de Votação Eletrônica, juiz de direito João Marcos Guimarães Silva.

O presidente do TRE-DF, desembargador Ângelo Passareli, comentou sobre o processo democrático e confiabilidade das urnas, afirmando que o sistema eleitoral é confiável e que os resultados dos testes demonstram a vontade do povo.

Atualizado há 25 horas

O Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) concluiu, na tarde deste domingo (25), o teste de integridade das urnas eletrônicas do segundo turno das eleições. Na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), 16 urnas previamente sorteadas passaram pela verificação. Além delas, duas urnas foram testadas no Museu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e outras duas participaram do teste de integridade com biometria na Escola Canadense.

Como etapa preparatória do teste, antes do início das votações, técnicos da Justiça Eleitoral realizaram a impressão da zerésima de todas as urnas. Esse comprovante demonstra que os equipamentos não tinham votos registrados previamente. No relatório constam informações de identificação da urna, incluindo zona eleitoral, local de votação e seção correspondente. O documento também registra a quantidade de eleitores habilitados naquela seção, além da relação completa dos candidatos e seus respectivos números de votação.

“Concluídos os trabalhos da auditoria, a única divergência verificada foi um erro humano de digitação. Portanto, damos por encerrados os trabalhos com pleno êxito”, afirmou o presidente da Comissão de Votação Eletrônica, juiz de direito João Marcos Guimarães Silva. O trabalho da comissão foi acompanhado por representantes de organismos internacionais, incluindo a União Europeia.

O presidente da Comissão de Votação Eletrônica destacou o objetivo da audiência pública: “o teste de integridade visa demonstrar e provar que a contabilização e totalização dos votos das urnas é fiel, e o somatório representa a totalidade da verdade”. O magistrado explicou que o teste de autenticidade escolhe três urnas aleatórias entre as cerca de 7.000 sessões eleitorais de votações, e visa “demonstrar absoluta transparência com programas e softwares instalados”.

O presidente do TRE-DF, desembargador Ângelo Passareli, comentou sobre o processo democrático e confiabilidade das urnas. “O processo eletrônico é confiável, não somente as urnas. Nós temos, além das urnas, todo um sistema informatizado, que é exemplo para o mundo todo. Por antecipação, tentamos demonstrar ao povo brasileiro que o sistema eleitoral, compreendendo as urnas, é confiável. Os resultados dos testes estão demonstrando a vontade do povo, esse é o significado da democracia”, declarou.

Atualizado há 32 horas

O Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) concluiu, na tarde deste domingo (25), o teste de integridade das urnas eletrônicas do segundo turno das eleições. Na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), 16 urnas previamente sorteadas passaram pela verificação. Além delas, duas urnas foram testadas no Museu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e outras duas participaram do teste de integridade com biometria na Escola Canadense.

Como etapa preparatória do teste, antes do início das votações, técnicos da Justiça Eleitoral realizaram a impressão da zerésima de todas as urnas. Esse comprovante demonstra que os equipamentos não tinham votos registrados previamente. No relatório constam informações de identificação da urna, incluindo zona eleitoral, local de votação e seção correspondente. O documento também registra a quantidade de eleitores habilitados naquela seção, além da relação completa dos candidatos e seus respectivos números de votação.

“Concluídos os trabalhos da auditoria, a única divergência verificada foi um erro humano de digitação. Portanto, damos por encerrados os trabalhos com pleno êxito”, afirmou o presidente da Comissão de Votação Eletrônica, juiz de direito João Marcos Guimarães Silva. O trabalho da comissão foi acompanhado por representantes de organismos internacionais, incluindo a União Europeia.

O presidente da Comissão de Votação Eletrônica destacou o objetivo da audiência pública: “o teste de integridade visa demonstrar e provar que a contabilização e totalização dos votos das urnas é fiel, e o somatório representa a totalidade da verdade”. O magistrado explicou que o teste de autenticidade escolhe três urnas aleatórias entre as cerca de 7.000 sessões eleitorais de votações, e visa “demonstrar absoluta transparência com programas e softwares instalados”.

O presidente do TRE-DF, desembargador Ângelo Passareli, comentou sobre o processo democrático e confiabilidade das urnas. “O processo eletrônico é confiável, não somente as urnas. Nós temos, além das urnas, todo um sistema informatizado, que é exemplo para o mundo todo. Por antecipação, tentamos demonstrar ao povo brasileiro que o sistema eleitoral, compreendendo as urnas, é confiável. Os resultados dos testes estão demonstrando a vontade do povo, esse é o significado da democracia”, declarou.

Atualizado há 38 horas

O Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) concluiu, na tarde deste domingo (25), o teste de integridade das urnas eletrônicas do segundo turno das eleições. Na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), 16 urnas previamente sorteadas passaram pela verificação. Além delas, duas urnas foram testadas no Museu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e outras duas participaram do teste de integridade com biometria na Escola Canadense.

Como etapa preparatória do teste, antes do início das votações, técnicos da Justiça Eleitoral realizaram a impressão da zerésima de todas as urnas. Esse comprovante demonstra que os equipamentos não tinham votos registrados previamente. No relatório constam informações de identificação da urna, incluindo zona eleitoral, local de votação e seção correspondente. O documento também registra a quantidade de eleitores habilitados naquela seção, além da relação completa dos candidatos e seus respectivos números de votação.

“Concluídos os trabalhos da auditoria, a única divergência verificada foi um erro humano de digitação. Portanto, damos por encerrados os trabalhos com pleno êxito”, afirmou o presidente da Comissão de Votação Eletrônica, juiz de direito João Marcos Guimarães Silva. O trabalho da comissão foi acompanhado por representantes de organismos internacionais, incluindo a União Europeia.

O presidente do TRE-DF, desembargador Ângelo Passareli, comentou sobre o processo democrático e confiabilidade das urnas. “O processo eletrônico é confiável, não somente as urnas. Nós temos, além das urnas, todo um sistema informatizado, que é exemplo para o mundo todo. Por antecipação, tentamos demonstrar ao povo brasileiro que o sistema eleitoral, compreendendo as urnas, é confiável. Os resultados dos testes estão demonstrando a vontade do povo, esse é o significado da democracia”, declarou.

Atualizado há 44 horas

No domingo, 25 de outubro, o Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) concluiu o teste de integridade das urnas eletrônicas do segundo turno das eleições na CLDF. Durante o processo, 16 urnas previamente sorteadas passaram pela verificação, com outras duas sendo testadas no Museu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e duas participando do teste de integridade com biometria na Escola Canadense.\n\nComo etapa preparatória do teste, antes do início das votações, técnicos da Justiça Eleitoral realizaram a impressão da zerésima de todas as urnas. Esse comprovante demonstra que os equipamentos não tinham votos registrados previamente. No relatório constam informações de identificação da urna, incluindo zona eleitoral, local de votação e seção correspondente. O documento também registra a quantidade de eleitores habilitados naquela seção, além da relação completa dos candidatos e seus respectivos números de votação.\n\n“Concluídos os trabalhos da auditoria, a única divergência verificada foi um erro humano de digitação. Portanto, damos por encerrados os trabalhos com pleno êxito”, afirmou o presidente da Comissão de Votação Eletrônica, juiz de direito João Marcos Guimarães Silva. O trabalho da comissão foi acompanhado por representantes de organismos internacionais, incluindo a União Europeia.\n\nO presidente da Comissão de Votação Eletrônica destacou o objetivo da audiência pública: “o teste de integridade visa demonstrar e provar que a contabilização e totalização dos votos das urnas é fiel, e o somatório representa a totalidade da verdade”. O magistrado explicou que o teste de autenticidade escolhe três urnas aleatórias entre as cerca de 7.000 sessões eleitorais de votações, e visa “demonstrar absoluta transparência com programas e softwares instalados”.\n\nO presidente do TRE-DF, desembargador Ângelo Passareli, comentou sobre o processo democrático e confiabilidade das urnas. “O processo eletrônico é confiável, não somente as urnas. Nós temos, além das urnas, todo um sistema informatizado, que é exemplo para o mundo todo. Por antecipação, tentamos demonstrar ao povo brasileiro que o sistema eleitoral, compreendendo as urnas, é confiável. Os resultados dos testes estão demonstrando a vontade do povo, esse é o significado da democracia”, declarou.

Atualizado há 63 horas

No domingo, 25 de outubro, o Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) concluiu o teste de integridade das urnas eletrônicas do segundo turno das eleições na CLDF. Durante o processo, 16 urnas previamente sorteadas passaram pela verificação, com outras duas sendo testadas no Museu do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e duas participando do teste de integridade com biometria na Escola Canadense. Após a chegada dos equipamentos à CLDF, ainda no sábado, o ambiente foi lacrado e permaneceu sem acesso até a retirada dos lacres pelo juiz eleitoral, às 6h30 de domingo. Todo o procedimento foi transmitido ao vivo pela TV Câmara Distrital. O presidente da Comissão de Votação Eletrônica destacou o objetivo da audiência pública: 'o teste de integridade visa demonstrar e provar que a contabilização e totalização dos votos das urnas é fiel, e o somatório representa a totalidade da verdade'. O magistrado explicou que o teste de autenticidade escolhe três urnas aleatórias entre as cerca de 7.000 sessões eleitorais de votações, e visa 'demonstrar absoluta transparência com programas e softwares instalados'.

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