
Teia da Leitura em BH: Leitura como Direito Cultural
Evento em Belo Horizonte destaca a leitura como direito e política pública, reunindo iniciativas culturais e educacionais em prol da cidadania.
Reprodução Redes Sociais
Os dois primeiros dias da Teia da Leitura, ocorridos em 24 e 25 de abril em Belo Horizonte, reuniram participantes de diversas partes do Brasil. A programação foi dedicada a discutir e consolidar políticas públicas voltadas para o livro, a leitura, a literatura e as bibliotecas. Esse encontro, que articula as iniciativas da sociedade civil com as do poder público, reforçou a leitura como um direito cultural e um instrumento essencial de cidadania.
A Teia da Leitura surge do diálogo entre duas frentes estratégicas do Ministério da Cultura (MinC): leitura e diversidade cultural. Ela estabelece uma conversa direta com a educação, propondo a criação de uma política integrada e estruturante para o setor.
Durante o evento, grupos de trabalho temáticos se dedicaram a explorar maneiras de fortalecer os pontos de cultura no campo da leitura, sempre pensando no futuro a partir das realidades locais e das experiências de cada território.
A programação também incluiu encontros e rodas de conversa em espaços culturais da cidade, como o Ponto de Cultura SôUai. Ali, o debate em torno das bibliotecas comunitárias e dos territórios destacou o papel vital desses espaços como locais de convivência, socialização e construção coletiva de conhecimento.
Essa experiência reafirma que a leitura e a narração vão além do livro, dialogando com diversas formas de manifestação cultural e ativando a cultura como uma ferramenta de pertencimento e de futuro. Uma oficina de literatura e diversidade, conduzida pelo Ponto de Cultura Oficina Feminina do Rap, enfatizou a relevância das práticas culturais periféricas e o papel da leitura na ampliação de repertórios e vozes.
Na parte da tarde, os debates se aprofundaram na estruturação de políticas públicas, com conversas sobre bibliotecas comunitárias e o lançamento do sistema Proler, que visa fortalecer a integração entre iniciativas e programas em nível nacional.
A Teia reforça a ideia de que a leitura não ocorre de forma isolada, mas sim em rede e nos territórios. As experiências compartilhadas ao longo da programação destacaram as bibliotecas públicas e comunitárias como espaços dinâmicos: elas são locais de encontro, convivência e socialização.
A noite do segundo dia foi marcada pela mesa "Alinhavando o futuro da leitura no Brasil", que reuniu representantes do Ministério da Cultura, gestores públicos e agentes culturais. Este foi um momento simbólico de articulação entre políticas, territórios e redes. O Instituto Cultural Abrapalavra, atuando como Pontão Nacional de Livro, Leitura e Literatura, trouxe diferentes atores juntos em torno de uma agenda comum para o setor.
Ao abrir o encontro, Aline Cântia, presidente do Instituto e diretora-geral da Teia da Leitura, enfatizou a natureza coletiva e prospectiva da iniciativa: “O Abrapalavra tem a alegria de receber, na abertura e durante o evento, o Ministério da Cultura, a sociedade civil e o poder público para alinhavar e pensar tanto o presente quanto o futuro da leitura no país”. “Estamos, de fato, costurando também as políticas do Ministério da Cultura. [...] Conecta”.
Atualizado há menos de 1 hora
Os dois últimos dias da Teia da Leitura, realizada em Belo Horizonte, consolidaram o encontro como um espaço estratégico de articulação entre sociedade civil e poder público, reunindo representantes espalhados pelos 22 estados da federação, mais de 50 pontos de cultura e centenas de agentes culturais em torno da construção coletiva de iniciativas para o livro, a leitura, a literatura e as bibliotecas públicas e comunitárias no Brasil.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais. A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.”
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
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A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
"A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades." destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura.
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais.
A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: "A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre."
Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: "Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público."
O debate também evidenciou a urgência de ampliar a formação em escrita literária, tanto em espaços formais quanto comunitários, reconhecendo a convivência entre diferentes formas de produção das poéticas de "gabinete" às práticas de território.
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
O Proler foi apresentado como uma estratégia de reconhecimento e apoio aos projetos desenvolvidos nos territórios, com foco na autonomia das bibliotecas públicas e comunitárias e na valorização das iniciativas locais.
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Com cerca de 500 participantes ao longo da programação, o evento, articulado pelo Instituto Cultural AbraPalavra, reafirma o papel das redes culturais e dos territórios na construção do futuro da leitura no país.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
O diálogo evidenciou que a literatura ultrapassa os espaços tradicionais e se afirma como direito nos territórios, conectando cultura, justiça social e políticas públicas.
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
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Com cerca de 500 participantes ao longo da programação, o evento, articulado pelo Instituto Cultural AbraPalavra, reafirma o papel das redes culturais e dos territórios na construção do futuro da leitura no país.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
“A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades.” destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura.
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais. A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.”
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
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Os dois últimos dias da Teia da Leitura, realizada em Belo Horizonte, consolidaram o encontro como um espaço estratégico de articulação entre sociedade civil e poder público, reunindo representantes espalhados pelos 22 estados da federação, mais de 50 pontos de cultura e centenas de agentes culturais em torno da construção coletiva de iniciativas para o livro, a leitura, a literatura e as bibliotecas públicas e comunitárias no Brasil.
Com cerca de 500 participantes ao longo da programação, o evento, articulado pelo Instituto Cultural AbraPalavra, reafirma o papel das redes culturais e dos territórios na construção do futuro da leitura no país.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
“A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades.” destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura.
O diálogo evidenciou que a literatura ultrapassa os espaços tradicionais e se afirma como direito nos territórios, conectando cultura, justiça social e políticas públicas.
Direito à escrita: ampliar vozes e desafiar imaginários
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais.
A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.”
Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: “Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público.”
O debate também evidenciou a urgência de ampliar a formação em escrita literária, tanto em espaços formais quanto comunitários, reconhecendo a convivência entre diferentes formas de produção das poéticas de “gabinete” às práticas de território: “Existe uma dimensão da escrita que é também comunitária, e as duas práticas podem conviver perfeitamente, uma vez que ambas demandam política”, destaca Igor.
Além deles, participaram da mesa Marcelino Freire, Jadna Alana e Vanessa Gonçalves, com mediação de Rodrigo Teixeira.
Políticas em movimento: Proler e Viva Leitura
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
O Proler foi apresentado como uma estratégia de reconhecimento e apoio aos projetos desenvolvidos nos territórios, com foco na autonomia das bibliotecas públicas e comunitárias e na valorização das iniciativas locais: “A nossa intenção é que a biblioteca diga quem, da comunidade, pode vir para uma rede, pode vir para uma formação, pode vir para um apoio na construção de um projeto sonhado e querido ali”, ressalta Nadja Cézar, coordenadora-geral de Leitura e Bibliotecas do MinC.
Já o Viva Leitura 2026 avança na qualificação do reconhecimento das iniciativas, incorporando mudanças importantes a partir das experiências recentes. Entre elas, destaca-se a diferenciação entre bibliotecas públicas e comunitárias, reconhecendo que operam em contextos e desafios distintos, e a inclusão da escrita criativa como critério de pontuação.
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Com cerca de 500 participantes ao longo da programação, o evento, articulado pelo Instituto Cultural AbraPalavra, reafirma o papel das redes culturais e dos territórios na construção do futuro da leitura no país. A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano. “A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades.” destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura. O diálogo evidenciou que a literatura ultrapassa os espaços tradicionais e se afirma como direito nos territórios, conectando cultura, justiça social e políticas públicas. A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais. A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.” Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: “Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público.” O debate também evidenciou a urgência de ampliar a formação em escrita literária, tanto em espaços formais quanto comunitários, reconhecendo a convivência entre diferentes formas de produção das poéticas de “gabinete” às práticas de território: “Existe uma dimensão da escrita que é também comunitária, e as duas práticas podem conviver perfeitamente, uma vez que ambas demandam política”, destaca Igor. Além deles, participaram da mesa Marcelino Freire, Jadna Alana e Vanessa Gonçalves, com mediação de Rodrigo Teixeira. Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026. O Proler foi apresentado como uma estratégia de reconhecimento e apoio aos projetos desenvolvidos nos territórios, com foco na autonomia das bibliotecas públicas e comunitárias e na valorização das iniciativas locais: “A nossa intenção é que a biblioteca diga quem, da comunidade, pode vir para uma rede, pode vir para uma formação, pode vir para um apoio na construção de um projeto sonhado e querido ali”, ressalta Nadja Cézar, coordenadora-geral de Leitura e Bibliotecas do MinC. Já o Viva Leitura 2026 avança na qualificação do reconhecimento das iniciativas, incorporando mudanças importantes a partir das experiências recentes. Entre elas, destaca-se a diferenciação entre bibliotecas públicas e comunitárias, reconhecendo que operam em contextos e desafios distintos, e a inclusão da escrita criativa como critério de pontuação.
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Os dois últimos dias da Teia da Leitura, realizada em Belo Horizonte, consolidaram o encontro como um espaço estratégico de articulação entre sociedade civil e poder público, reunindo representantes espalhados pelos 22 estados da federação, mais de 50 pontos de cultura e centenas de agentes culturais em torno da construção coletiva de iniciativas para o livro, a leitura, a literatura e as bibliotecas públicas e comunitárias no Brasil.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano. "A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades." destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura.
Direito à escrita: ampliar vozes e desafiar imaginários
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais. A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: "A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre." Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: "Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público."
Políticas em movimento: Proler e Viva Leitura
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026. O Proler foi apresentado como uma estratégia de reconhecimento e apoio aos projetos desenvolvidos nos territórios, com foco na autonomia das bibliotecas públicas e comunitárias e na valorização das iniciativas locais: "A nossa intenção é que a biblioteca diga quem, da comunidade, pode vir para uma rede, pode vir para uma formação, pode vir para um apoio na construção de um projeto sonhado e querido ali", ressalta Nadja Cézar, coordenadora-geral de Leitura e Bibliotecas do MinC.
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Com cerca de 500 participantes ao longo da programação, o evento, articulado pelo Instituto Cultural AbraPalavra, reafirma o papel das redes culturais e dos territórios na construção do futuro da leitura no país.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
“A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades.” destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura.
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais.
A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.”
Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: “Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público.”
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
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Os dois últimos dias da Teia da Leitura, realizada em Belo Horizonte, consolidaram o encontro como um espaço estratégico de articulação entre sociedade civil e poder público, reunindo representantes espalhados pelos 22 estados da federação, mais de 50 pontos de cultura e centenas de agentes culturais em torno da construção coletiva de iniciativas para o livro, a leitura, a literatura e as bibliotecas públicas e comunitárias no Brasil.
Com cerca de 500 participantes ao longo da programação, o evento, articulado pelo Instituto Cultural AbraPalavra, reafirma o papel das redes culturais e dos territórios na construção do futuro da leitura no país.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
“A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades.” destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura.
O diálogo evidenciou que a literatura ultrapassa os espaços tradicionais e se afirma como direito nos territórios, conectando cultura, justiça social e políticas públicas.
Direito à escrita: ampliar vozes e desafiar imaginários
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais.
A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.”
Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: “Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público.”
O debate também evidenciou a urgência de ampliar a formação em escrita literária, tanto em espaços formais quanto comunitários, reconhecendo a convivência entre diferentes formas de produção das poéticas de “gabinete” às práticas de território: “Existe uma dimensão da escrita que é também comunitária, e as duas práticas podem conviver perfeitamente, uma vez que ambas demandam política”, destaca Igor.
Além deles, participaram da mesa Marcelino Freire, Jadna Alana e Vanessa Gonçalves, com mediação de Rodrigo Teixeira.
Políticas em movimento: Proler e Viva Leitura
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
O Proler foi apresentado como uma estratégia de reconhecimento e apoio aos projetos desenvolvidos nos territórios, com foco na autonomia das bibliotecas públicas e comunitárias e na valorização das iniciativas locais: “A nossa intenção é que a biblioteca diga quem, da comunidade, pode vir para uma rede, pode vir para uma formação, pode vir para um apoio na construção de um projeto sonhado e querido ali”, ressalta Nadja Cézar, coordenadora-geral de Leitura e Bibliotecas do MinC.
Já o Viva Leitura 2026 avança na qualificação do reconhecimento das iniciativas, incorporando mudanças importantes a partir das experiências recentes. Entre elas, destaca-se a diferenciação entre bibliotecas públicas e comunitárias, reconhecendo que operam em contextos e desafios distintos, e a inclusão da escrita criativa como critério de pontuação.
Atualizado há menos de 1 hora
Com cerca de 500 participantes ao longo da programação, o evento, articulado pelo Instituto Cultural AbraPalavra, reafirma o papel das redes culturais e dos territórios na construção do futuro da leitura no país.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
“A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades.” destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura.
O diálogo evidenciou que a literatura ultrapassa os espaços tradicionais e se afirma como direito nos territórios, conectando cultura, justiça social e políticas públicas.
Direito à escrita: ampliar vozes e desafiar imaginários
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais.
A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.”
Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: “Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público.”
O debate também evidenciou a urgência de ampliar a formação em escrita literária, tanto em espaços formais quanto comunitários, reconhecendo a convivência entre diferentes formas de produção das poéticas de “gabinete” às práticas de território: “Existe uma dimensão da escrita que é também comunitária, e as duas práticas podem conviver perfeitamente, uma vez que ambas demandam política”, destaca Igor.
Além deles, participaram da mesa Marcelino Freire, Jadna Alana e Vanessa Gonçalves, com mediação de Rodrigo Teixeira.
Políticas em movimento: Proler e Viva Leitura
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
O Proler foi apresentado como uma estratégia de reconhecimento e apoio aos projetos desenvolvidos nos territórios, com foco na autonomia das bibliotecas públicas e comunitárias e na valorização das iniciativas locais: “A nossa intenção é que a biblioteca diga quem, da comunidade, pode vir para uma rede, pode vir para uma formação, pode vir para um apoio na construção de um projeto sonhado e querido ali”, ressalta Nadja Cézar, coordenadora-geral de Leitura e Bibliotecas do MinC.
Já o Viva Leitura 2026 avança na qualificação do reconhecimento das iniciativas, incorporando mudanças importantes a partir das experiências recentes. Entre elas, destaca-se a diferenciação entre bibliotecas públicas e comunitárias, reconhecendo que operam em contextos e desafios distintos, e a inclusão da escrita criativa como critério de pontuação.
Atualizado há menos de 1 hora
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais. A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.” Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: “Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público.” O debate também evidenciou a urgência de ampliar a formação em escrita literária, tanto em espaços formais quanto comunitários, reconhecendo a convivência entre diferentes formas de produção das poéticas de “gabinete” às práticas de território: “Existe uma dimensão da escrita que é também comunitária, e as duas práticas podem conviver perfeitamente, uma vez que ambas demandam política”, destaca Igor. Além deles, participaram da mesa Marcelino Freire, Jadna Alana e Vanessa Gonçalves, com mediação de Rodrigo Teixeira. Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026. O Proler foi apresentado como uma estratégia de reconhecimento e apoio aos projetos desenvolvidos nos territórios, com foco na autonomia das bibliotecas públicas e comunitárias e na valorização das iniciativas locais: “A nossa intenção é que a biblioteca diga quem, da comunidade, pode vir para uma rede, pode vir para uma formação, pode vir para um apoio na construção de um projeto sonhado e querido ali”, ressalta Nadja Cézar, coordenadora-geral de Leitura e Bibliotecas do MinC. Já o Viva Leitura 2026 avança na qualificação do reconhecimento das iniciativas, incorporando mudanças importantes a partir das experiências recentes. Entre elas, destaca-se a diferenciação entre bibliotecas públicas e comunitárias, reconhecendo que operam em contextos e desafios distintos, e a inclusão da escrita criativa como critério de pontuação.
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Os dois últimos dias da Teia da Leitura, realizada em Belo Horizonte, consolidaram o encontro como um espaço estratégico de articulação entre sociedade civil e poder público, reunindo representantes espalhados pelos 22 estados da federação, mais de 50 pontos de cultura e centenas de agentes culturais em torno da construção coletiva de iniciativas para o livro, a leitura, a literatura e as bibliotecas públicas e comunitárias no Brasil.
Com cerca de 500 participantes ao longo da programação, o evento, articulado pelo Instituto Cultural AbraPalavra, reafirma o papel das redes culturais e dos territórios na construção do futuro da leitura no país.
A programação do terceiro dia destacou a literatura como prática viva e presente em múltiplos contextos. A mesa Literatura por toda parte reuniu representantes do poder público, equipamentos culturais e iniciativas da sociedade civil para discutir estratégias de ampliação do acesso ao livro e à leitura no cotidiano.
“A intenção desta mesa e também da Teia da Leitura é mostrar que a literatura está nas ruas, nas casas, nos afetos e nas lutas. Quando a literatura ocupa o cotidiano, ela deixa de ser privilégio e se afirma como direito que atravessa territórios, fortalece vínculos e transforma realidades.” destaca Fernando Chagas, mediador da mesa e diretor da Teia da Leitura.
O diálogo evidenciou que a literatura ultrapassa os espaços tradicionais e se afirma como direito nos territórios, conectando cultura, justiça social e políticas públicas.
A mesa Direito à escrita destacou uma das discussões mais potentes da Teia ao posicionar a escrita como dimensão fundamental das políticas públicas culturais.
A poeta e slammer Nívea Sabino destacou a escrita como prática de existência: “A literatura é uma possibilidade de existir, a partir da liberdade que eu tenho de fazer uma literatura marginal e com pensamento livre.”
Já Igor Graciano, Coordenador-geral de Livro e Literatura do MinC, reforçou a necessidade de estruturar a escrita como política pública: “Políticas públicas se sustentam com plano, participação, financiamento e institucionalidade. Mas, antes de tudo, é importante entender a escrita como um elemento fundamental, que precisa ser afirmado como de interesse público.”
O debate também evidenciou a urgência de ampliar a formação em escrita literária, tanto em espaços formais quanto comunitários, reconhecendo a convivência entre diferentes formas de produção das poéticas de “gabinete” às práticas de território: “Existe uma dimensão da escrita que é também comunitária, e as duas práticas podem conviver perfeitamente, uma vez que ambas demandam política”, destaca Igor.
Ainda no terceiro dia, foram apresentadas atualizações importantes das políticas públicas do campo do livro, leitura e bibliotecas, com destaque para o fortalecimento do Proler e os novos caminhos do edital Viva Leitura 2026.
O Proler foi apresentado como uma estratégia de reconhecimento e apoio aos projetos desenvolvidos nos territórios, com foco na autonomia das bibliotecas públicas e comunitárias e na valorização das iniciativas locais: “A nossa intenção é que a biblioteca diga quem, da comunidade, pode vir para uma rede, pode vir para uma formação, pode vir para um apoio na construção de um projeto sonhado e querido ali”, ressalta Nadja Cézar, coordenadora-geral de Leitura e Bibliotecas do MinC.
Já o Viva Leitura 2026 avança na qualificação do reconhecimento das iniciativas, incorporando mudanças importantes a partir das experiências recentes. Entre elas, destaca-se a diferenciação entre bibliotecas públicas e comunitárias, reconhecendo que operam em contextos e desafios distintos, e a inclusão da escrita criativa como critério de pontuação.
