Sebrae Leva 55 Marcas de Moda Autorais ao SPFW 2026
Entre 13 e 18 de outubro, o Sebrae destaca a diversidade da moda brasileira com 55 marcas autorais no São Paulo Fashion Week.
Reprodução Redes Sociais
A criatividade e a diversidade dos territórios brasileiros estão prestes a brilhar em uma das principais vitrines da moda nacional. Entre os dias 13 e 18 de outubro de 2026, o Sebrae participará do São Paulo Fashion Week (SPFW) com 55 marcas de moda autoral, todas clientes do SEBRAE, representando as diversas regiões do Brasil. O objetivo dessa participação é aumentar a visibilidade dos pequenos negócios e mostrar como a identidade cultural e o empreendedorismo podem se tornar grandes diferenciais competitivos no Movimento pela Moda: Futuro do Setor no Brasil em Debate setor.
Com o tema “Feito de Origem, Feito por Quem Empreende”, a presença do Sebrae ressalta a conexão entre os diferentes territórios e as histórias que cada produto traz consigo.
A moda brasileira vai muito além das peças que vemos nas passarelas; ela é uma verdadeira mistura de saberes locais, matérias-primas, técnicas produtivas, expressões culturais e as trajetórias de empreendedores que transformam tudo isso em produtos únicos, com identidade e valor agregado.
A intenção é destacar a força criativa e cultural dos pequenos negócios que atuam na moda autoral brasileira. A identidade de cada território é uma fonte rica de inovação e diferenciação, capaz de fortalecer as marcas e abrir novas oportunidades no mercado.
Thais Oliveira, gestora nacional de Moda do Sebrae, ressalta a importância dessa iniciativa. As marcas que estarão presentes foram cuidadosamente selecionadas através de uma curadoria feita em parceria com a rede Sebrae dos estados e a organização da SPFW. Os critérios para seleção incluem, além do relacionamento com o SEBRAE, a capacidade de traduzir a identidade dos seus territórios em produtos e histórias de mercado, a originalidade criativa, o potencial de diferenciação e o espírito empreendedor das empresas.
Quando falamos de origem, falamos também de valor. As Indicações Geográficas (IGs) entram nessa conversa, reforçando a origem como um elemento crucial de valorização. A proposta é demonstrar como conhecimentos tradicionais, técnicas artesanais e matérias-primas de diferentes regiões podem se transformar em ativos competitivos e contribuir para uma moda brasileira autêntica e enraizada em suas origens.
Além da exposição e venda dos produtos, o espaço do Sebrae servirá como uma plataforma de conexão entre empreendedores, mercado, imprensa e formadores de opinião. A programação incluirá atividades que aproximam o público dos processos criativos, como a criação de croquis e um painel que destaca a diversidade de materiais disponíveis nos territórios brasileiros.
Anote na sua agenda: São Paulo Fashion Week 2026 (SPFW) Data: 13 a 18 de outubro de 2026 Local: Pavilhão das Culturas Brasileiras, Parque Ibirapuera, São Paulo (SP) Para mais detalhes, visite o site do evento.
Atualizado há 5 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 11 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
“Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas”, explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. “Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno”, relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. “O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora”, declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 17 horas
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
“Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas”, explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. “Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno”, relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. “O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora”, declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 23 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
A produção da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018, envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 30 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
“Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas”, explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. “Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno”, relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. “O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora”, declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 36 horas
“Trazer as marcas é diferente de apenas trazer as peças. Agora, conseguimos dar protagonismo e espaço a 55 marcas, das cinco regiões do país, para vender e fazer conexões, explorando melhor a parceria com a SPFW”, afirmou Thais Rosiak, gestora de moda do Sebrae Nacional.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
“Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas”, explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. “Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno”, relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. “O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora”, declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 42 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
"Trazer as marcas é diferente de apenas trazer as peças. Agora, conseguimos dar protagonismo e espaço a 55 marcas, das cinco regiões do país, para vender e fazer conexões, explorando melhor a parceria com a SPFW", afirmou Thais Rosiak, gestora de moda do Sebrae Nacional.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
"Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas", explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. "Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno", relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. "O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora", declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 48 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
"Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas", explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. "Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno", relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. "O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora", declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 54 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
“Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas”, explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. “Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno”, relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. “O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora”, declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 60 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
"Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas", explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. "Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno", relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. "O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora", declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
Atualizado há 67 horas
Pela primeira vez, o Sebrae viabilizou a participação direta de empreendedores da moda no maior evento do setor da América Latina. Ao todo, 55 marcas de pequenos negócios de diversas regiões do país — a maioria liderada por mulheres — se revezam no estande da instituição na São Paulo Fashion Week (SPFW) para expor e comercializar coleções autorais e artesanais.
Entre os participantes está o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, de Monteiro (PB). O projeto resulta de um arranjo produtivo que reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca levou à feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
“Do desenho ao acabamento, a confecção é inteiramente manual. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas”, explicou a rendeira Edivânia Pereira, que aprendeu a técnica com a avó. A artesã informou que a obtenção do selo de Indicação Geográfica (IG), em 2013, agregou valor à produção local, ampliou o fluxo turístico e aumentou as vendas e a renda das famílias do Cariri paraibano.
Também presente no estande, a chapeleira carioca Marisa Doukas apresentou boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da marca Mari Doukas. A designer iniciou as atividades customizando bonés, cursou chapelaria clássica e passou a produzir itens sob medida para noivas, alta chapelaria e Carnaval.
Após cogitar desistir da atividade, Doukas reestruturou a empresa por meio do programa Empretec. “Saí do hobby para um negócio estruturado graças ao suporte do Sebrae, que é um serviço absurdo, no melhor sentido, para o empreendedor, especialmente o pequeno”, relatou a profissional, que planeja iniciar exportações.
A abertura de mercados internacionais também orienta a participação da estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia, de Natal (RN), criada em 2018. A empreendedora passa por capacitação técnica conduzida pelo Sebrae e pela Apex-Brasil. “O produto feito à mão, autoral, ganha cada vez mais força lá fora”, declarou.
A produção da estilista envolve de 15 a 20 mulheres — entre costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras — e incorpora o trabalho das bordadeiras do Caicó voltado à moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), acompanhou as atividades a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, responsáveis pelo lançamento da Coleção Poti, criada para promover os bordados da região do Seridó.
