Sebrae e o Empreendedorismo Indígena no Amazonas: Uma Força Cultural
Descubra como o Sebrae apoia o empreendedorismo indígena no Amazonas, promovendo cultura e sustentabilidade na região.
Entre rios, matas e caminhos de difícil acesso, surge um retrato vibrante do empreendedorismo brasileiro. No Alto Solimões, na extremidade do Amazonas, o conhecimento artesanal do povo Ticuna transforma a matéria-prima da floresta em cultura, identidade e negócios. Neste cenário, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) se dedica a conhecer, reconhecer e impulsionar pequenos empreendedores que, mesmo distantes dos grandes centros urbanos, sustentam economias inteiras e preservam modos de vida.
A presença do Sebrae em Benjamin Constant, um município a 1.116 km da capital do Amazonas e predominantemente indígena, representa uma verdadeira imersão no Brasil real. Localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, o município abriga 66 comunidades rurais e mais de 48 mil habitantes, com cerca de 90% dessas comunidades tendo no artesanato sua principal fonte de renda, segundo dados do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam).
Recentemente, uma visita ao município, com o suporte do Sebrae Amazonas e da Prefeitura Municipal de Benjamin Constant, fez parte de uma agenda estratégica que conecta o projeto nacional Brasilidades ao Cidade Empreendedora. Essa iniciativa tem fortalecido os setores econômicos locais, especialmente o artesanato, que se revela como uma vocação produtiva da região.
Na comunidade Bom Caminho, a equipe do Sebrae teve a oportunidade de conhecer de perto o trabalho da AMATU (Associação das Mulheres Artesãs Ticunas). Composta por cerca de 200 mulheres formalizadas, essa associação transforma saberes ancestrais em produtos que têm valor no mercado.
Junto a outros artesãos locais, elas fazem parte de uma cadeia produtiva que vai além de simples peças artesanais, configurando-se como um modelo de negócio dinâmico, que envolve homens e mulheres de todas as idades. Este ambiente é estruturado a partir da cultura, da floresta e da resistência, formando um verdadeiro polo da sociobioeconomia.
O processo de criação começa muito antes da confecção das peças. A extração da matéria-prima, como o arumã — uma fibra essencial para a produção de cestos, luminárias e biojoias — exige longas jornadas na mata. Para coletá-la, os artesãos enfrentam grandes distâncias, lidam com o peso do material, as variações climáticas e os riscos naturais da floresta. Além disso, nem tudo o que é coletado pode ser utilizado, o que torna o trabalho ainda mais desafiador e ressalta o valor de cada peça finalizada.
Outro aspecto importante é a preocupação com a reposição da matéria-prima, que evidencia uma relação direta entre produção e preservação. O manejo sustentável do arumã e de outras matérias-primas reflete um conhecimento tradicional que é passado de geração em geração, posicionando esses artesãos como verdadeiros guardiões da floresta.
Portanto, quando alguém adquire um desses produtos, não está apenas comprando artesanato. Está contribuindo diretamente para a preservação da floresta e a continuidade de um modo de vida. Essa é a essência da sociobioeconomia que orienta as ações do Sebrae nesses territórios. Essa atuação não é apenas uma questão de negócios; é uma forma de valorizar a cultura e a natureza, promovendo um futuro sustentável para todos.
Atualizado há 1 hora
Na comunidade Bom Caminho, a equipe do Sebrae teve a oportunidade de conhecer de perto o trabalho da AMATU (Associação das Mulheres Artesãs Ticunas). Composta por cerca de 200 mulheres formalizadas, essa associação transforma saberes ancestrais em produtos que têm valor no mercado.
Além disso, a Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), povo originário do município de Atalaia do Norte, também tem se destacado. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos envolvidos diretamente na produção artesanal. Após a participação na 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025, conquistaram a Carteira Nacional do Artesão e adquiriram o primeiro barco coberto com motor, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção.
Para o presidente da associação, Tami Wassa Matis, a participação em feiras e exposições representa um ponto de virada para o povo. A experiência mais recente, em 2025, marcou esse avanço. "Foi uma oportunidade que a gente não imaginava. A primeira experiência foi muito importante e rentável. Isso incentiva a comunidade a produzir mais, dar visibilidade ao nosso trabalho e abrir novos caminhos. Por isso, este ano voltamos mais preparados. Antes, esse material não era divulgado. Hoje, começamos a ganhar reconhecimento", afirma.
A realidade apresentada pelos Matis reforça um ponto central da atuação do Sebrae na região: há produção, há organização e há avanços em curso. O desafio agora está em consolidar essa estrutura, ampliar o alcance da produção e fortalecer esses negócios sem que percam sua essência cultural.
É nesse ponto que entra a atuação da Prefeitura Municipal de Benjamin Constant e da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), por meio da Inpactas, Incubadora de Negócios de Impacto Socioambiental do Alto Solimões, responsável por articular conhecimento técnico, inovação e conexão com parceiros estratégicos.
Atualizado há 7 horas
A Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), povo originário do município de Atalaia do Norte, também tem se destacado. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos envolvidos diretamente na produção artesanal, indicativo de organização que avança e gera resultados, mas ainda em processo de estruturação.
Após a participação na 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025, viabilizada por meio do Edital da Política Nacional Aldir Blanc no Amazonas, conquistaram a Carteira Nacional do Artesão e adquiriram o primeiro barco coberto com motor da associação, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção, mesmo diante das grandes distâncias do Vale do Javari.
Para o presidente da associação, Tami Wassa Matis, a participação em feiras e exposições representa um ponto de virada para o povo. A experiência mais recente, em 2025, marcou esse avanço. “Foi uma oportunidade que a gente não imaginava. A primeira experiência foi muito importante e rentável. Isso incentiva a comunidade a produzir mais, dar visibilidade ao nosso trabalho e abrir novos caminhos. Por isso, este ano voltamos mais preparados. Antes, esse material não era divulgado. Hoje, começamos a ganhar reconhecimento”, afirma.
Atualizado há 13 horas
Além disso, a Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), povo originário do município de Atalaia do Norte, também tem se destacado. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos envolvidos diretamente na produção artesanal, indicativo de organização que avança e gera resultados, mas ainda em processo de estruturação.
Após a participação na 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025, viabilizada por meio do Edital da Política Nacional Aldir Blanc no Amazonas, conquistaram a Carteira Nacional do Artesão e adquiriram o primeiro barco coberto com motor da associação, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção, mesmo diante das grandes distâncias do Vale do Javari.
Para o presidente da associação, Tami Wassa Matis, a participação em feiras e exposições representa um ponto de virada para o povo. A experiência mais recente, em 2025, marcou esse avanço. “Foi uma oportunidade que a gente não imaginava. A primeira experiência foi muito importante e rentável. Isso incentiva a comunidade a produzir mais, dar visibilidade ao nosso trabalho e abrir novos caminhos. Por isso, este ano voltamos mais preparados. Antes, esse material não era divulgado. Hoje, começamos a ganhar reconhecimento”, afirma.
É nesse ponto que entra a atuação da Prefeitura Municipal de Benjamin Constant e da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), por meio da Inpactas, Incubadora de Negócios de Impacto Socioambiental do Alto Solimões, responsável por articular conhecimento técnico, inovação e conexão com parceiros estratégicos. A incubadora acompanha iniciativas dos grupos do Vale do Javari, que reúnem dezenas de povos indígenas organizados em torno da produção artesanal.
Atualizado há 32 horas
Outro aspecto importante da atuação do Sebrae é a colaboração com a Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), que representa o povo originário do município de Atalaia do Norte, no Vale do Javari. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos e recentemente participou da 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025. Esse evento, viabilizado pelo Edital da Política Nacional Aldir Blanc no Amazonas, proporcionou à associação a conquista da Carteira Nacional do Artesão e a aquisição do primeiro barco coberto com motor, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção.
A produção da AAPE MATIS não se limita a simples artesanatos, mas carrega uma riqueza cultural expressa em cerâmicas, cuias, máscaras, zarabatanas, arcos e flechas. Cada peça é um testemunho do conhecimento ancestral, envolvendo técnicas de manejo da matéria-prima e elementos simbólicos, como a pintura com urucum e jenipapo, canções e a preservação da língua nativa. Para Tumi Wassa Matis, presidente da associação, as feiras e exposições são vitais para dar visibilidade e incentivar a produção. "A primeira experiência foi muito importante e rentável. Isso incentiva a comunidade a produzir mais, dar visibilidade ao nosso trabalho e abrir novos caminhos", afirma.
A Inpactas, Incubadora de Negócios de Impacto Socioambiental do Alto Solimões, em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), também desempenha um papel crucial ao articular conhecimento técnico e inovação para apoiar os empreendimentos indígenas. Pedro Mariosa, diretor executivo da Inpactas, destaca que a incubadora oferece suporte técnico e ferramentas para que esses empreendimentos ganhem escala.
Atualizado há 39 horas
Além disso, a Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), povo originário do município de Atalaia do Norte, também tem se destacado. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos envolvidos diretamente na produção artesanal, indicativo de organização que avança e gera resultados, mas ainda em processo de estruturação.
Após a participação na 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025, viabilizada por meio do Edital da Política Nacional Aldir Blanc no Amazonas, conquistaram a Carteira Nacional do Artesão e adquiriram o primeiro barco coberto com motor da associação, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção, mesmo diante das grandes distâncias do Vale do Javari.
Ainda assim, o nível de valorização está longe do potencial que esse trabalho representa. A produção surge da floresta e se desdobra em múltiplas expressões culturais: cerâmicas, cuias, máscaras, zarabatanas, arcos e flechas. Cada peça carrega não apenas técnica, mas um conhecimento ancestral transmitido entre gerações, que envolve desde o manejo da matéria-prima até elementos simbólicos como a pintura com urucum e jenipapo, as canções e a preservação da língua nativa.
Para o presidente da associação, Tumi Wassa Matis, a participação em feiras e exposições representa um ponto de virada para o povo. A experiência mais recente, em 2025, marcou esse avanço. “Foi uma oportunidade que a gente não imaginava. A primeira experiência foi muito importante e rentável. Isso incentiva a comunidade a produzir mais, dar visibilidade ao nosso trabalho e abrir novos caminhos. Por isso, este ano voltamos mais preparados. Antes, esse material não era divulgado. Hoje, começamos a ganhar reconhecimento”, afirma.
Segundo ele, os resultados já começam a aparecer de forma concreta, tanto na visibilidade quanto na estrutura da associação, fortalecendo a produção e ampliando as possibilidades para os artesãos. Tumi também destaca o papel da juventude na continuidade desse processo. “Eu incentivo os mais velhos e também os mais novos a produzirem. Esse conhecimento vem dos anciãos e a gente precisa manter”, enfatiza.
A realidade apresentada pelos Matis reforça um ponto central da atuação do Sebrae na região: há produção, há organização e há avanços em curso. O desafio agora está em consolidar essa estrutura, ampliar o alcance da produção e fortalecer esses negócios sem que percam sua essência cultural.
É nesse ponto que entra a atuação da Prefeitura Municipal de Benjamin Constant e da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), por meio da Inpactas, Incubadora de Negócios de Impacto Socioambiental do Alto Solimões, responsável por articular conhecimento técnico, inovação e conexão com parceiros estratégicos. A incubadora acompanha iniciativas dos grupos do Vale do Javari, que reúnem dezenas de povos indígenas organizados em torno da produção artesanal.
Segundo o diretor executivo da incubadora, Pedro Mariosa, o papel da universidade é acelerar soluções que já existem no território.
“A incubadora funciona como um ambiente de apoio para ideias e negócios que ainda não conseguem caminhar sozinhos. A gente entra com suporte técnico, parceiros e ferramentas para que esses empreendimentos ganhem escala”
Atualizado há 45 horas
Outro destaque é a Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), originária do município de Atalaia do Norte, que tem mostrado avanços significativos. Após participar da 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant em 2025, a associação conquistou a Carteira Nacional do Artesão e adquiriu seu primeiro barco coberto com motor, melhorando a logística de transporte de seus produtos. A produção da AAPE MATIS inclui cerâmicas, cuias, máscaras, zarabatanas, arcos e flechas, cada peça carregando técnicas ancestrais e simbologias culturais. O presidente da associação, Tumi Wassa Matis, destaca a importância da participação em feiras como um ponto de virada, incentivando a comunidade a produzir mais e a ganhar reconhecimento. A Inpactas, Incubadora de Negócios de Impacto Socioambiental do Alto Solimões, desempenha um papel crucial ao articular conhecimento técnico, inovação e parcerias estratégicas para fortalecer esses empreendimentos.
Atualizado há 51 horas
A Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), povo originário do município de Atalaia do Norte, também tem se destacado. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos envolvidos diretamente na produção artesanal. Após a participação na 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025, viabilizada por meio do Edital da Política Nacional Aldir Blanc no Amazonas, conquistaram a Carteira Nacional do Artesão e adquiriram o primeiro barco coberto com motor da associação, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção. Para o presidente da associação, Tumi Wassa Matis, a participação em feiras e exposições representa um ponto de virada para o povo. "Foi uma oportunidade que a gente não imaginava. A primeira experiência foi muito importante e rentável. Isso incentiva a comunidade a produzir mais, dar visibilidade ao nosso trabalho e abrir novos caminhos. Por isso, este ano voltamos mais preparados. Antes, esse material não era divulgado. Hoje, começamos a ganhar reconhecimento", afirma. Segundo ele, os resultados já começam a aparecer de forma concreta, tanto na visibilidade quanto na estrutura da associação, fortalecendo a produção e ampliando as possibilidades para os artesãos. "O artesanato ajuda a preservar nossa cultura, nossa língua e o que mantemos dentro da comunidade", destaca Tumi Wassa Matis.
Atualizado há 57 horas
Além disso, a Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), povo originário do município de Atalaia do Norte, também tem se destacado. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos envolvidos diretamente na produção artesanal, indicativo de organização que avança e gera resultados, mas ainda em processo de estruturação. Após a participação na 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025, viabilizada por meio do Edital da Política Nacional Aldir Blanc no Amazonas, conquistaram a Carteira Nacional do Artesão e adquiriram o primeiro barco coberto com motor da associação, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção, mesmo diante das grandes distâncias do Vale do Javari. Ainda assim, o nível de valorização está longe do potencial que esse trabalho representa. A produção surge da floresta e se desdobra em múltiplas expressões culturais: cerâmicas, cuias, máscaras, zarabatanas, arcos e flechas. Cada peça carrega não apenas técnica, mas um conhecimento ancestral transmitido entre gerações, que envolve desde o manejo da matéria-prima até elementos simbólicos como a pintura com urucum e jenipapo, as canções e a preservação da língua nativa.
Atualizado há 64 horas
Além disso, a Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), povo originário do município de Atalaia do Norte, também tem se destacado. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos envolvidos diretamente na produção artesanal, indicativo de organização que avança e gera resultados, mas ainda em processo de estruturação.
Após a participação na 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025, viabilizada por meio do Edital da Política Nacional Aldir Blanc no Amazonas, conquistaram a Carteira Nacional do Artesão e adquiriram o primeiro barco coberto com motor da associação, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção, mesmo diante das grandes distâncias do Vale do Javari.
Ainda assim, o nível de valorização está longe do potencial que esse trabalho representa. A produção surge da floresta e se desdobra em múltiplas expressões culturais: cerâmicas, cuias, máscaras, zarabatanas, arcos e flechas. Cada peça carrega não apenas técnica, mas um conhecimento ancestral transmitido entre gerações, que envolve desde o manejo da matéria-prima até elementos simbólicos como a pintura com urucum e jenipapo, as canções e a preservação da língua nativa.
Para o presidente da associação, Tumi Wassa Matis, a participação em feiras e exposições representa um ponto de virada para o povo. A experiência mais recente, em 2025, marcou esse avanço. “Foi uma oportunidade que a gente não imaginava. A primeira experiência foi muito importante e rentável. Isso incentiva a comunidade a produzir mais, dar visibilidade ao nosso trabalho e abrir novos caminhos. Por isso, este ano voltamos mais preparados. Antes, esse material não era divulgado. Hoje, começamos a ganhar reconhecimento”, afirma.
Segundo ele, os resultados já começam a aparecer de forma concreta, tanto na visibilidade quanto na estrutura da associação, fortalecendo a produção e ampliando as possibilidades para os artesãos. Tumi também destaca o papel da juventude na continuidade desse processo. “Eu incentivo os mais velhos e também os mais novos a produzirem. Esse conhecimento vem dos anciãos e a gente precisa manter”, enfatiza.
A realidade apresentada pelos Matis reforça um ponto central da atuação do Sebrae na região: há produção, há organização e há avanços em curso. O desafio agora está em consolidar essa estrutura, ampliar o alcance da produção e fortalecer esses negócios sem que percam sua essência cultural.
É nesse ponto que entra a atuação da Prefeitura Municipal de Benjamin Constant e da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), por meio da Inpactas, Incubadora de Negócios de Impacto Socioambiental do Alto Solimões, responsável por articular conhecimento técnico, inovação e conexão com parceiros estratégicos. A incubadora acompanha iniciativas dos grupos do Vale do Javari, que reúnem dezenas de povos indígenas organizados em torno da produção artesanal.
Segundo o diretor executivo da incubadora, Pedro Mariosa, o papel da universidade é acelerar soluções que já existem no território.
“A incubadora funciona como um ambiente de apoio para ideias e negócios que ainda não conseguem caminhar sozinhos. A gente entra com suporte técnico, parceiros e ferramentas para que esses empreendimentos ganhem escala”
Atualizado há 71 horas
Além disso, a Associação de Artesãos Aldeia Paraíso Etnia Matis (AAPE MATIS), povo originário do município de Atalaia do Norte, também tem se destacado. Formalizada e com presença nas redes sociais, a associação reúne cerca de 120 artesãos envolvidos diretamente na produção artesanal. Após a participação na 3ª Feira de Arte Indígena de Benjamin Constant, em 2025, viabilizada por meio do Edital da Política Nacional Aldir Blanc no Amazonas, conquistaram a Carteira Nacional do Artesão e adquiriram o primeiro barco coberto com motor da associação, ampliando a capacidade de deslocamento e circulação da produção, mesmo diante das grandes distâncias do Vale do Javari.
Ainda assim, o nível de valorização está longe do potencial que esse trabalho representa. A produção surge da floresta e se desdobra em múltiplas expressões culturais: cerâmicas, cuias, máscaras, zarabatanas, arcos e flechas. Cada peça carrega não apenas técnica, mas um conhecimento ancestral transmitido entre gerações, que envolve desde o manejo da matéria-prima até elementos simbólicos como a pintura com urucum e jenipapo, as canções e a preservação da língua nativa.
Para o presidente da associação, Tumi Wassa Matis, a participação em feiras e exposições representa um ponto de virada para o povo. A experiência mais recente, em 2025, marcou esse avanço. “Foi uma oportunidade que a gente não imaginava. A primeira experiência foi muito importante e rentável. Isso incentiva a comunidade a produzir mais, dar visibilidade ao nosso trabalho e abrir novos caminhos. Por isso, este ano voltamos mais preparados. Antes, esse material não era divulgado. Hoje, começamos a ganhar reconhecimento”, afirma.
Segundo ele, os resultados já começam a aparecer de forma concreta, tanto na visibilidade quanto na estrutura da associação, fortalecendo a produção e ampliando as possibilidades para os artesãos. Tumi também destaca o papel da juventude na continuidade desse processo. “Eu incentivo os mais velhos e também os mais novos a produzirem. Esse conhecimento vem dos anciãos e a gente precisa manter”, enfatiza.
A realidade apresentada pelos Matis reforça um ponto central da atuação do Sebrae na região: há produção, há organização e há avanços em curso. O desafio agora está em consolidar essa estrutura, ampliar o alcance da produção e fortalecer esses negócios sem que percam sua essência cultural.
Atualizado há menos de 1 hora
Recentemente, uma rodada de negócios denominada Encontro para Tecer Negócios foi realizada em Benjamin Constant, reunindo associações indígenas, investidores, startups e representantes do Sebrae Nacional. O evento movimentou cerca de R$ 100 mil em negócios em apenas um dia, estabelecendo uma rede comercial que se mantém ativa após o evento. Participaram associações como a Associação das Mulheres Artesãs Ticuna de Bom Caminho (Amatu) e a Associação de Artesãos da Aldeia Paraíso Etnia Matis (Aapematis), entre outras. O encontro destacou a diversidade cultural e produtiva, reforçando a complementaridade entre as diferentes culturas indígenas e consolidando Benjamin Constant como um polo regional de articulação comercial do artesanato amazônico.
Atualizado há 6 horas
Recentemente, Benjamin Constant sediou a rodada de negócios 'Encontro para Tecer Negócios', que reuniu associações indígenas, investidores, startups e representantes do Sebrae Nacional. O evento movimentou cerca de R$ 100 mil em negócios, conectando produtores a oportunidades concretas de expansão de mercado. Associações como a AMATU e a AAPE MATIS participaram, destacando a diversidade produtiva e a complementaridade cultural. Essa iniciativa fortalece Benjamin Constant como polo regional de articulação comercial e reflete um trabalho técnico de base desenvolvido pelo Sebrae Amazonas, que inclui a regularização e qualificação dos artesãos.
Atualizado há 12 horas
Em Benjamin Constant, no Alto Solimões, a rodada de negócios Encontro para Tecer Negócios reuniu, no último dia 22, associações indígenas, investidores, instituições parceiras, startups, influenciadores e representantes do Sebrae Nacional em uma agenda que posicionou o artesanato dos povos originários como um segmento econômico cada vez mais estruturado, com capacidade de expandir mercado e gerar mais renda para as comunidades.
Em apenas um dia, o encontro movimentou cerca de R$ 100 mil em negócios. O resultado vai além da venda imediata: investidores estabelecem contato direto com os produtores, abrem canais de negociação e ajudam a consolidar uma rede comercial que permanece ativa mesmo após o evento.
Participaram da rodada associações de Benjamin Constant, como a Associação das Mulheres Artesãs Ticuna de Bom Caminho (Amatu), a Associação de Mulheres Indígenas Ticunas (Amit), da comunidade Filadélfia, e artesãs da comunidade Porto Cordeirinho. De Tabatinga, estiveram presentes representantes da Associação dos Artesãos e Cultura Indígena de Umariaçu.
A diversidade produtiva reforçou um ponto central: não há competição entre culturas, há complementaridade. Cada povo carrega técnicas, símbolos, matérias-primas e características próprias, o que eleva o valor agregado do artesanato amazônico e fortalece Benjamin Constant como polo regional de articulação comercial do setor.
Atualizado há 19 horas
Recentemente, uma rodada de negócios chamada 'Encontro para Tecer Negócios' foi realizada em Benjamin Constant, reunindo associações indígenas, investidores e representantes do Sebrae Nacional. O evento movimentou cerca de R$ 100 mil em negócios em um único dia, reforçando a capacidade do artesanato indígena de expandir mercado e gerar renda para as comunidades. A estrutura do encontro incluiu áreas de exposição, setor de embalagem e suporte financeiro, profissionalizando a venda sem perder a essência cultural das peças. Participaram associações como a Associação das Mulheres Artesãs Ticuna de Bom Caminho (Amatu), a Associação de Mulheres Indígenas Ticunas (Amit) e a Associação de Artesãos da Aldeia Paraíso Etnia Matis (Aapematis), além de coletivos do Vale do Javari. A diversidade cultural foi destacada como um ponto de complementaridade, elevando o valor do artesanato amazônico. Segundo o subsecretário municipal de Assuntos Estratégicos, Neon Solimões, o encontro consolida uma articulação entre a Prefeitura e o Sebrae, aproximando artesãos de compradores de todo o país.
Atualizado há 25 horas
Recentemente, em Benjamin Constant, no Alto Solimões, ocorreu a rodada de negócios Encontro para Tecer Negócios, reunindo associações indígenas, investidores, instituições parceiras, startups, influenciadores e representantes do Sebrae Nacional. O evento, realizado no último dia 22, movimentou cerca de R$ 100 mil em negócios, conectando diretamente produtores a oportunidades de mercado. Esta iniciativa destacou o artesanato indígena como um segmento econômico estruturado e com potencial de expansão.
A diversidade produtiva apresentada no encontro ressaltou a complementaridade entre as culturas, elevando o valor agregado do artesanato amazônico e fortalecendo Benjamin Constant como um polo regional de articulação comercial. Para o subsecretário municipal de Assuntos Estratégicos, Neon Solimões, a rodada consolida a articulação entre a Prefeitura e o Sebrae, aproximando artesãos de compradores de diferentes partes do país.
Além disso, na mesma data, o município de Benjamin Constant foi reconhecido com o Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora, na categoria Gestão Inovadora, com o projeto Benjamin Constant Inovadora: Capital Semente e Feiras Indígenas, evidenciando a força das iniciativas locais.
