São Paulo Vence Corinthians e Se Aproxima do Título Histórico

Em uma virada emocionante, o São Paulo derrota o Corinthians por 2 a 1 na final do Campeonato Brasileiro Feminino A1, colocando-se a um passo do título.

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Neste sábado, dia 26, o São Paulo teve um encontro marcante na Neo Química Arena. As Soberanas conseguiram uma virada emocionante sobre o Corinthians, vencendo por 2 a 1 na partida de ida da final do Campeonato Brasileiro Feminino A1, que foi transmitida ao vivo pela TV Brasil. Esse resultado quebrou uma sequência impressionante do Timão, que não conhecia a derrota em casa desde 2016, acumulando até então 32 jogos, com 29 vitórias e três empates.

Agora, no próximo sábado, dia 3, no Morumbi, o Tricolor pode novamente fazer história. Um empate será suficiente para garantir o tão sonhado primeiro título brasileiro das Soberanas e, ao mesmo tempo, interromper a impressionante sequência de seis troféus do rival. Mas, se quiserem conquistar o título de forma mais direta, as Brabas precisarão vencer fora de casa. Se a vitória for por um gol de diferença, a decisão irá para os pênaltis; se for por uma margem maior, o título ficará com o Timão.

Com mais de 21 mil torcedores na Neo Química Arena, o Corinthians começou com tudo. Logo aos quatro minutos, Vic Albuquerque, recebendo a bola na entrada da área, fez um belo controle e finalizou por cima, levando perigo ao gol. E não demorou para que a rede balançasse: aos nove minutos, Vic cruzou da direita e encontrou Gabi Zanotti, que, posicionada entre as defensoras tricolores, testou a bola para o fundo das redes.

Porém, o São Paulo, que tinha feito uma ótima campanha na fase inicial, se recuperou rapidamente. O empate veio aos 20 minutos, quando, após um cruzamento da direita, Crivelari, que se infiltrou bem entre as defensoras, completou de primeira e deixou tudo igual contra a goleira de Nicole.

As Soberanas ainda tiveram duas boas oportunidades para marcar antes do intervalo. Primeiro, Robinha se aproveitou de um erro na saída de bola do Corinthians e arriscou um chute forte, que passou perto. Pouco depois, Isa Guimarães recebeu a bola dentro da área, mas sua finalização saiu fraca, indo para fora.

No segundo tempo, a técnica Emily Lima teve que substituir Gabi Zanotti devido a uma lesão. Jhonson entrou e logo se tornou uma presença constante no jogo aéreo. Em uma dessas jogadas, ela cabeceou perigosamente à esquerda de Carlinha, mas a bola tocou as redes pelo lado de fora, enganando muitos torcedores.

Logo após, o São Paulo foi letal. Em mais um erro na saída de bola do Timão, Isa Guimarães recebeu em profundidade e, com sutileza, tocou na saída da goleira Nicole, virando o placar a favor das Soberanas.

Com um bom posicionamento em campo, o Tricolor conseguiu neutralizar as investidas do adversário e ainda ameaçou em contra-ataques. O Corinthians, insistindo em cruzamentos para a área, não conseguiu encontrar o caminho da meta. A última chance significativa da equipe veio nos acréscimos. Ao tentar fazer uma reposição, a goleira Carlinha acabou colocando um dos pés fora da área, resultando em uma falta para o Corinthians.

Na cobrança, Duda Sampaio fez um chute fraco, direto para o meio do gol, e Carlinha fez a defesa sem dificuldades.

Quando o apito final soou, as jogadoras tricolores não conseguiram conter a alegria. A comemoração foi intensa, cientes de que um capítulo importante da história havia sido escrito naquele dia.

Atualizado há 6 horas

O dia 3 de outubro de 2026 já está marcado na história do futebol feminino do Brasil. Após uma soberania absoluta do Corinthians, vencedor das seis edições anteriores, de sete das últimas oito e finalista pela décima vez consecutiva do Campeonato Brasileiro A1, o São Paulo empatou com o rival neste sábado por 1 a 1, no Morumbi e, com a vitória no jogo de ida, confirmou o título inédito da competição.

De quebra, jogando em casa, a torcida tricolor bateu recorde de público em partidas entre clubes na América do Sul. Foram exatas 49.405 pessoas presentes no estádio, fazendo e presenciando a história. A TV Brasil transmitiu a partida ao vivo para todo o país.

O confronto final do campeonato começou com roteiro parecido com o do primeiro duelo da final. Naquela ocasião, o Corinthians, que era o mandante na Neo Química Arena, abriu o placar antes dos 10 minutos e sofreu o empate por volta dos 20 (o Tricolor viria a virar e vencer por 2 a 1).

Neste sábado, foi o São Paulo que marcou primeiro aos 10 minutos. Bia Menezes recebeu pela esquerda e, quando todos esperavam que ela fizesse o cruzamento para a área, a lateral procurou o gol e, mesmo com ângulo desfavorável, surpreendeu a goleira Nicole para colocar as Soberanas na frente.

O Tricolor passava a ter uma frente de dois gols e ao Corinthians só restava ir atrás da virada. Aos 18, as Brabas receberam um presente. Após lançamento longo que não causou problemas, tudo parecia sob controle para o São Paulo. No entanto, ao tentar afastar, a goleira Carlinha jogou a bola diretamente no pé de Juliete. O desvio foi suficiente para a bola entrar e igualar o placar.

O susto deixou o São Paulo alerta novamente. As Soberanas chegaram a marcar de novo aos 23 minutos, com Crivelari, de cabeça, mas a posição de impedimento foi assinalada.

Na volta do intervalo, o Corinthians adiantou suas linhas e passou a pressionar mais a saída do São Paulo do seu próprio campo. As Soberanas cometeram alguns erros, que proporcionaram chances às Brabas. Jaqueline arriscou de fora da área para defesa de Carlinha e, poucos minutos depois, Jhonson recebeu no meio da defesa tricolor já dentro da área mas acabou chutando para fora.

Aos 20 minutos, veio o lance capital. Após cobrança de falta pela direita, Robinha puxou Érika dentro da área e o VAR alertou. Pênalti para o Timão. Um gol igualaria o placar agregado da decisão e levaria a definição para mais penalidades.

No entanto, não foi o que aconteceu. Gabi Zanotti cobrou fraco, no canto esquerdo e Carlinha defendeu sem dar rebote.

Dali em diante, os dois times partiram em busca de um último golpe e o jogo ficou mais aberto, porém sem a organização suficiente para que mais chances realmente perigosas fossem criadas.

O primeiro êxtase veio na reta final, quando o público presente foi anunciado, estabelecendo o novo recorde, superando, aliás, uma partida da final de 2024, em que o Corinthians levou mais de 44 mil pessoas à Neo Química Arena para testemunharem o título diante justamente do São Paulo.

Num final tenso, com mais de nove minutos de acréscimo, o torcedor tricolor pôde enfim vibrar com o título inédito no Morumbi recheado de gente.

A conquista do São Paulo interrompeu a sequência do Corinthians mas estendeu outra: pelo décimo campeonato consecutivo, um time paulista levantou a taça. Foram sete conquistas do Timão, além de uma de Santos, Ferroviária e São Paulo cada.

Atualizado há 12 horas

O dia 3 de outubro de 2026 já está marcado na história do futebol feminino do Brasil. Após uma soberania absoluta do Corinthians, vencedor das seis edições anteriores, de sete das últimas oito e finalista pela décima vez consecutiva do Campeonato Brasileiro A1, o São Paulo empatou com o rival neste sábado por 1 a 1, no Morumbi e, com a vitória no jogo de ida, confirmou o título inédito da competição.

De quebra, jogando em casa, a torcida tricolor bateu recorde de público em partidas entre clubes na América do Sul. Foram exatas 49.405 pessoas presentes no estádio, fazendo e presenciando a história. A TV Brasil transmitiu a partida ao vivo para todo o país.

O confronto final do campeonato começou com roteiro parecido com o do primeiro duelo da final. Naquela ocasião, o Corinthians, que era o mandante na Neo Química Arena, abriu o placar antes dos 10 minutos e sofreu o empate por volta dos 20 (o Tricolor viria a virar e vencer por 2 a 1).

Neste sábado, foi o São Paulo que marcou primeiro aos 10 minutos. Bia Menezes recebeu pela esquerda e, quando todos esperavam que ela fizesse o cruzamento para a área, a lateral procurou o gol e, mesmo com ângulo desfavorável, surpreendeu a goleira Nicole para colocar as Soberanas na frente.

O Tricolor passava a ter uma frente de dois gols e ao Corinthians só restava ir atrás da virada. Aos 18, as Brabas receberam um presente. Após lançamento longo que não causou problemas, tudo parecia sob controle para o São Paulo. No entanto, ao tentar afastar, a goleira Carlinha jogou a bola diretamente no pé de Juliete. O desvio foi suficiente para a bola entrar e igualar o placar.

O susto deixou o São Paulo alerta novamente. As Soberanas chegaram a marcar de novo aos 23 minutos, com Crivelari, de cabeça, mas a posição de impedimento foi assinalada.

Na volta do intervalo, o Corinthians adiantou suas linhas e passou a pressionar mais a saída do São Paulo do seu próprio campo. As Soberanas cometeram alguns erros, que proporcionaram chances às Brabas. Jaqueline arriscou de fora da área para defesa de Carlinha e, poucos minutos depois, Jhonson recebeu no meio da defesa tricolor já dentro da área mas acabou chutando para fora.

Aos 20 minutos, veio o lance capital. Após cobrança de falta pela direita, Robinha puxou Érika dentro da área e o VAR alertou. Pênalti para o Timão. Um gol igualaria o placar agregado da decisão e levaria a definição para mais penalidades.

No entanto, não foi o que aconteceu. Gabi Zanotti cobrou fraco, no canto esquerdo e Carlinha defendeu sem dar rebote.

Dali em diante, os dois times partiram em busca de um último golpe e o jogo ficou mais aberto, porém sem a organização suficiente para que mais chances realmente perigosas fossem criadas.

O primeiro êxtase veio na reta final, quando o público presente foi anunciado, estabelecendo o novo recorde, superando, aliás, uma partida da final de 2024, em que o Corinthians levou mais de 44 mil pessoas à Neo Química Arena para testemunharem o título diante justamente do São Paulo.

Num final tenso, com mais de nove minutos de acréscimo, o torcedor tricolor pôde enfim vibrar com o título inédito no Morumbi recheado de gente.

A conquista do São Paulo interrompeu a sequência do Corinthians mas estendeu outra: pelo décimo campeonato consecutivo, um time paulista levantou a taça. Foram sete conquistas do Timão, além de uma de Santos, Ferroviária e São Paulo cada.

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