Romeu Zema é o candidato do Novo à presidência da República
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, é oficialmente candidato à presidência, movimentando o cenário político nacional em 2026.

Na manhã desta segunda-feira, 27 de julho de 2026, o Partido Novo anunciou oficialmente que Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, será seu candidato à presidência da República. A convenção nacional do partido, realizada em Brasília, contou com a presença de figuras importantes, como o presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, e o senador Eduardo Girão, membro do partido desde fevereiro de 2023. Zema, que é formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), destacou-se como empresário antes de entrar para a política. Sua trajetória política começou em 2018, quando foi eleito governador de Minas Gerais, sendo reeleito em 2022. No entanto, ele decidiu renunciar ao cargo em março deste ano para se candidatar à presidência. A Agência Brasil acompanhará de perto os desdobramentos das convenções partidárias. As próximas datas confirmadas incluem a reunião do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no dia 30 de julho, seguida pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e pelo Partido Verde (PV) no dia 31. O Partido da Causa Operária (PCO) se reunirá no dia 1º de agosto, enquanto as convenções do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Socialista Brasileiro (PSB) estão agendadas para o dia 2 de agosto. Este é um período decisivo que promete agitar o cenário político nacional.
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Durante uma sabatina organizada em São Paulo, Romeu Zema anunciou que pretende definir até quarta-feira, 5 de agosto, o nome de seu candidato a vice, com tendência a ser alguém do próprio Partido Novo. Zema também defendeu a instituição da pena de morte no Brasil para crimes específicos e se declarou favorável à revisão dos julgamentos com caráter político, incluindo um eventual indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, manifestou apoio ao impeachment de ministros do STF e a uma reforma do Poder Judiciário. No campo social, Zema defendeu a manutenção do Bolsa Família com novas exigências e a autonomia administrativa e financeira de órgãos como a Polícia Federal e o Banco Central. Ele também propôs a adoção do voto impresso e a redução do fundo eleitoral, além de uma revisão dos pisos constitucionais de saúde e educação, argumentando que o envelhecimento da população requer mais recursos para a saúde.