
Rock in Rio 2026: 7,6 mil agentes de segurança e policiais à paisana
Festival contará com um esquema de segurança robusto, incluindo vigilância aérea e combate a furtos, para garantir a segurança dos participantes.
Reprodução Redes Sociais
30/08/2026, 11h09
Atualizado há dois dias
O Rock in Rio 2026 contará com um robusto esquema de segurança, envolvendo 7.680 agentes que estarão mobilizados durante o festival. Essa força inclui policiais militares e civis, bombeiros, além de membros da Operação Lei Seca e do programa Segurança Presente.
O planejamento, revelado na manhã desta sexta-feira, contempla tanto policiais uniformizados quanto à paisana circulando pela Cidade do Rock. Além disso, haverá equipes focadas no combate a furtos de celulares e uma estrutura dedicada a identificar drones que possam estar operando sem autorização na área do evento.
Dentre os agentes destacados, a divisão é a seguinte: 4.500 policiais militares, 1.740 policiais civis, 600 bombeiros, 700 agentes da Operação Lei Seca e 140 do Segurança Presente. A coordenação de toda essa operação ficará a cargo da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP).
Uma das inovações deste ano é o monitoramento do espaço aéreo. Um centro de comando específico terá a capacidade de identificar drones que estejam sendo utilizados de forma irregular. Os alertas gerados serão enviados ao CICC Móvel, que está instalado no BRT Parque Olímpico, garantindo uma resposta ágil. O secretário de Segurança Pública, Victor Santos, destacou que tanto a aeronave quanto seu operador poderão enfrentar consequências nas esferas administrativa e criminal.
— Estamos falando de um efetivo de mais de 7.600 agentes, que atuarão em mobilidade urbana, segurança nas estações, nos meios de transporte, no local do evento e nas áreas adjacentes, além de reforçar as delegacias — enfatizou o secretário.
Dentro da Cidade do Rock, a Polícia Civil terá 725 agentes dedicados a atuar diretamente no festival. A corporação também estabelecerá uma projeção da 16ª DP (Barra da Tijuca) próxima ao Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos, para atender ocorrências sem que o público precise sair do local.
Haverá ainda seis pontos de atendimento com totens, onde os visitantes poderão registrar ocorrências. Equipes especializadas no combate ao furto de celulares também estarão em ação. Para quem tiver o celular ou outros pertences furtados, a orientação é clara: procure um policial uniformizado ou dirija-se a um dos pontos de atendimento ou à projeção da delegacia dentro da Cidade do Rock.
A estratégia também abrange agentes à paisana, que estarão presentes para identificar possíveis criminosos entre a multidão. A Polícia Civil contará com um trabalho integrado, envolvendo delegacias especializadas, peritos criminais e médicos-legistas, para acelerar o atendimento a ocorrências.
A Polícia Militar será a principal força da operação, com 4.500 agentes e 177 viaturas. O esquema de segurança inclui oito torres de observação e vigilância ao redor do festival, especialmente nas avenidas Embaixador Abelardo Bueno e Salvador Allende. Além disso, estão previstos 16 pontos de bloqueio viário nas principais vias da região, com o objetivo de organizar o fluxo de veículos e controlar os acessos. O policiamento também será reforçado nos terminais rodoviários e nas principais entradas da área.
