:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/D/u/GSq5EpTDCirocR89Y6qw/foto28pol-101-renansaba-a14.jpg)
Renan Santos critica decisões do STF e crise institucional
Candidato à Presidência, Renan Santos, denuncia ações do STF e pede mudanças urgentes na política brasileira.
Reprodução Redes Sociais
Em uma declaração impactante hoje, 9 de setembro de 2026, o candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, criticou abertamente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. Segundo ele, Dino "passou por cima" da decisão de seu colega, André Mendonça, ao reintegrar Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). Vale lembrar que, no dia anterior, Mendonça havia determinado o afastamento preventivo de Rodrigues.
Em um vídeo que circulou nas redes sociais, Santos não poupou palavras e descreveu o STF como uma "loucura", comparando-o a um "gigantesco bordel" e a uma "confusão maluca". Ele brincou, dizendo que, em breve, Alexandre de Moraes poderia incluir Dino no inquérito das Fake News, como uma forma de "homenageá-lo". "É tudo insano. Naturalmente, é um país que perdeu todo o sentido", completou o candidato.
Além disso, Santos reiterou que a institucionalidade no Brasil chegou ao fim. Para ele, neste cenário caótico, “não cabe mais comentário”. A solução, segundo ele, é assumir a Presidência da República para "botar ordem no galinheiro".
“Hoje, o STF virou um bordel. É uma loucura, é uma insanidade. Não há institucionalidade, não há República. Isso aqui virou apenas um caos”, desabafou.
No meio dessa turbulência, Flávio Dino decidiu pela reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da PF, uma ação que ocorreu nesta manhã. Na mesma decisão, ele também estabeleceu que não deveriam ser impostas novas medidas cautelares pessoais apenas com base em atos realizados no exercício regular de suas funções, em cumprimento a ordens judiciais.
Dino deixou claro que essa decisão deve ser discutida exclusivamente pelo plenário do STF. A determinação também se estende a Leandro Almada, diretor de inteligência da PF, que, assim como Rodrigues, havia sido afastado.
Não deixe de acompanhar essas questões cruciais em suas fontes de notícias preferidas.