
Queda das Ações da Petrobras: Entenda o Motivo Hoje
Nesta terça-feira, 3 de novembro, as ações da Petrobras enfrentam queda significativa, refletindo oscilações no preço do petróleo e negociações de paz no Oriente Médio.
Reprodução Redes Sociais
03/11/2026 10h42
• Atualizado há cerca de 10 minutos
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Nesta manhã de terça-feira, 3 de novembro, os papéis da Petrobras (PETR3 e PETR4) estão enfrentando uma queda significativa. As ações preferenciais (PETR4) caem 4,25%, cotadas a R$ 57,62, enquanto as ordinárias (PETR3) recuam 3,97%, valendo R$ 50,64. Esse movimento está em linha com as oscilações do preço do petróleo observadas na segunda-feira.
Os contratos futuros do Brent e do WTI, que abriram em alta, acabaram por registrar perdas nesta terça-feira. No momento, o WTI está em queda de 2,11%, a US$ 94,42, enquanto o Brent diminui 2,76%, cotado a US$ 101,66.
As atividades relacionadas a esses papéis têm previsão de duração de 25 dias, com conclusão estimada para 19 de novembro de 2026.
Na segunda-feira, os preços do petróleo despencaram mais de 7%. Isso ocorreu em um contexto de negociações entre autoridades iranianas e do Catar, que geraram esperanças de um possível fim à guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, além de uma possível estabilização do abastecimento de petróleo no Oriente Médio.
O presidente do Irã declarou que o líder supremo do país ofereceu ao governo "certas atribuições" em relação às negociações de paz. Os negociadores iranianos estiveram em intensas conversas com mediadores do Catar, visando acabar com o conflito.
Circula um rascunho de proposta, e há a expectativa de uma reunião de acompanhamento, conforme informações de uma fonte próxima às negociações.
Na segunda-feira, o petróleo Brent viu seu preço cair US$ 9,25, ou 8,15%, alcançando US$ 104,18 por barril. Já o petróleo West Texas Intermediate (WTI) teve uma queda de US$ 8,08, ou 7,76%, ficando em US$ 96,04.
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Vale lembrar que, devido ao feriado de Finados no Brasil, não houve pregão na segunda, o que resultou em uma reação reprimida dos papéis, que só se manifestou nesta terça-feira. Os papéis da estatal, por meio de ADRs (American Depositary Receipts), chegaram a sofrer uma perda de 4,40%.
Na sessão de hoje, o impacto represado também se refletiu em ADRs de outras petroleiras, como YPF, Shell e BP, além de ações de grandes nomes como ExxonMobil e Chevron.
