Protesto em Brasília: Zema e Flávio mobilizam apoiadores na Esplanada
Manifestantes se reúnem em Brasília durante julgamento no STF, pedindo investigação de Alexandre de Moraes e anistia aos condenados de 8 de janeiro.
15/09/2026, 13h46 Atualizado em 15/09/2026, 13h46
Hoje, a Esplanada dos Ministérios se transformou em um ponto de encontro para manifestantes alinhados às campanhas de Romeu Zema (Novo) e Flávio Bolsonaro (PL). Eles se reuniram nas proximidades do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), onde a Corte está, neste momento, deliberando sobre a possibilidade de abrir uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Essa investigação surge em meio a mensagens atribuídas a ele, que foram enviadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do extinto banco Master.
Os participantes da manifestação, muitos deles vestidos com camisas verde e amarelo, carregam bandeiras e faixas com frases impactantes como “Fora Lula, Fora Moraes”, “Lula é Moraes”, e “Faxina no STF”. Além disso, clamam por anistia para aqueles que foram condenados em decorrência dos eventos de 8 de janeiro.
Um dos destaques do ato é uma estrutura que simula blocos de dinheiro, ostentando mensagens como “Chega de Intocáveis”, uma clara referência aos ministros do STF.
De acordo com os manifestantes, uma parte significativa deste protesto foi convocada pelo presidenciável do Novo, Romeu Zema. Entre os presentes, estiveram o senador e candidato a vice de Zema, Eduardo Girão, e o candidato do partido ao governo do Distrito Federal, Kiko Caputo, além de outros candidatos a deputado federal e estadual de várias partes do país.
É importante destacar que a manifestação ocorre sob um esquema especial de segurança, montado devido à sessão no STF. A Praça dos Três Poderes foi isolada, limitando os atos a uma área específica da Esplanada.
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) também intensificou a presença na região e está utilizando drones para monitorar o local. Esse esquema de segurança envolve a cooperação de diversos órgãos, como o próprio STF, o Congresso, as Forças Armadas e setores de inteligência.
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