PRF e TREs se Unem para Garantir Eleições Seguras em 2026

PRF e TREs se Unem para Garantir Eleições Seguras em 2026

A Polícia Rodoviária Federal se prepara para colaborar com TREs e forças de segurança, assegurando a segurança e a mobilidade dos eleitores nas eleições de 2026.

•2 min de leitura•Fonte original

© PRF/ Divulgação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está se preparando para atuar em conjunto com os tribunais regionais eleitorais (TREs), forças de segurança e outras instituições públicas, tudo para garantir que os eleitores consigam se deslocar livremente até os locais de votação. O foco é manter a segurança e evitar qualquer tipo de imprevisto para quem vai votar no próximo domingo, dia 4, durante o primeiro turno das eleições.

De acordo com a PRF, foi criada uma comissão de eleição com o objetivo de planejar as ações que serão realizadas em cada região, levando em consideração as particularidades locais. Além disso, todas as ocorrências criminais serão monitoradas pelo Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), que fica na sede da PRF em Brasília.

A PRF também recomenda que os eleitores se organizem com antecedência, escolhendo a melhor rota até os locais de votação e verificando horários de pico e a previsão do tempo.

Vale destacar que, tanto no dia 4 quanto no dia 25 — caso haja segundo turno —, haverá restrições de tráfego para veículos maiores, aqueles que ultrapassam 2,40 metros de largura, 4,40 metros de altura e 19,80 metros de comprimento. Essa medida visa evitar congestionamentos.

Em relação aos bloqueios de rodovias, eles só poderão acontecer em situações excepcionais. As abordagens de veículos, por sua vez, estão limitadas a casos que representem um risco concreto e iminente à vida ou à integridade das pessoas.

Essa estratégia tem como intuito prevenir a ocorrência de bloqueios ilegais, como os que aconteceram nas eleições de 2022. Naquele ano, a PRF realizou operações para fiscalizar ônibus no Nordeste, e as ações foram criticadas. Segundo a Procuradoria-Geral da República, essas operações foram direcionadas a áreas onde o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva liderava nas pesquisas, com a intenção de dificultar o acesso dos eleitores às urnas.

Como resultado, o diretor-geral da PRF na época, Silvanei Vasques, acabou sendo condenado pelo Supremo Tribunal Eleitoral (STF) a 24 anos e 6 meses de prisão por sua participação na trama golpista.

Compartilhar: