Portal Brasil Criativo: Novo Marco para a Economia Criativa
Lançamento do Portal Brasil Criativo pelo Ministério da Cultura fortalece a economia criativa no Brasil, promovendo oportunidades e diálogo no setor.
Na semana em que celebramos o Dia Mundial da Criatividade, o Ministério da Cultura dá um passo significativo ao lançar o Portal Brasil Criativo. Esta nova plataforma digital, parte do site do MinC, representa um avanço importante na promoção da economia criativa como motor de desenvolvimento para o país. Idealizada pela Secretaria de Economia Criativa, o portal surge como um ponto de encontro, informação e articulação, voltado para trabalhadores, empreendedores, gestores públicos e todos os interessados nas manifestações culturais e na criatividade brasileiras.
O Portal Brasil Criativo não é apenas mais uma ferramenta digital; ele se propõe a ser um espaço de diálogo, escuta e construção conjunta. O objetivo é aproximar as políticas públicas das pessoas, assegurando que todos os profissionais da cultura tenham acesso às informações e oportunidades necessárias para participar ativamente desse processo. Com uma navegação intuitiva, o portal é organizado em eixos estruturantes, destacando os principais pilares da Política Nacional de Economia Criativa: financiamento e fomento; mercados e empreendedorismo; territórios; formação; e estudos e pesquisas.
Esses pilares orientam as ações da Secretaria e refletem o esforço institucional feito ao longo do último ano para atender a uma demanda histórica do setor, firmada na última Conferência Nacional de Cultura. O portal também atua como um reflexo vivo da construção dessa política pública.
Os usuários podem acompanhar princípios, diretrizes e objetivos, além de um glossário comum sobre economia criativa, alinhado a referências internacionais como a Unesco. Isso ajuda a criar uma linguagem compartilhada e a unificar conceitos nesse campo.
Um dos pontos altos da plataforma é o acompanhamento do Fórum Brasil Criativo, que se desdobra em diversas regiões do país, promovendo uma escuta ativa e uma construção participativa da política. O portal integra conteúdos como palestras de abertura e as cartas finais elaboradas em cada região, solidificando esse processo colaborativo.
No eixo de Mercados e Empreendedorismo, o portal traz ações voltadas à articulação entre empreendedores e investidores, promovendo a circulação e comercialização de bens e serviços culturais e criativos. O intuito é ampliar as oportunidades de negócios, fortalecer redes produtivas, impulsionar a profissionalização e garantir que a produção brasileira tenha espaço em mercados nacionais e internacionais, respeitando a diversidade cultural e a sustentabilidade.
A seção Territórios Criativos destaca as estratégias para o desenvolvimento local e regional, baseadas nas identidades culturais. O portal ilustra como a criatividade, em conjunto com a participação social, pode gerar trabalho decente, renda e trazer um impacto social positivo. Iniciativas como o programa Rouanet Territórios não passam despercebidas, reforçando o papel do setor na transformação social e econômica.
Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Sempre defendi que o desenvolvimento do Brasil passa por acender o vetor econômico da cultura. E essa potência já mostra sua força. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
Celebrar a criatividade é afirmar um projeto de país. Um Brasil que aposta no bem-viver, na inclusão produtiva das juventudes, no desenvolvimento sustentável dos territórios e em uma economia baseada no conhecimento e na diversidade.
O Brasil Criativo não é apenas um conceito. É um caminho que transforma reconhecimento em ação, talento em oportunidade e cultura em desenvolvimento. Um país que respeita o seu passado, investe no presente e constrói, por meio da cultura, sua soberania e seu lugar no futuro.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. Esse reconhecimento reafirma a capacidade singular do Brasil de criar, reinventar e transformar, destacando a criatividade como um ativo estratégico e um combustível para o desenvolvimento do país. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas, projetando o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta. Para sustentar esse talento, foi recriada a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. O Observatório Celso Furtado e a Escult desempenham papéis fundamentais na inteligência estratégica e na formação técnica, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura. Avanços na Lei Rouanet e o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa também promovem o desenvolvimento integrado das comunidades, valorizando saberes ancestrais e a força das periferias. O sucesso do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação, provando que o Brasil exporta valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Sempre defendi que o desenvolvimento do Brasil passa por acender o vetor econômico da cultura. E essa potência já mostra sua força. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Sempre defendi que o desenvolvimento do Brasil passa por acender o vetor econômico da cultura. E essa potência já mostra sua força. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Sempre defendi que o desenvolvimento do Brasil passa por acender o vetor econômico da cultura. E essa potência já mostra sua força. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. Esse reconhecimento reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado.
Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
Atualizado há menos de 1 hora
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa. Celebrar a criatividade é afirmar um projeto de país. Um Brasil que aposta no bem-viver, na inclusão produtiva das juventudes, no desenvolvimento sustentável dos territórios e em uma economia baseada no conhecimento e na diversidade.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
Celebrar a criatividade é afirmar um projeto de país. Um Brasil que aposta no bem-viver, na inclusão produtiva das juventudes, no desenvolvimento sustentável dos territórios e em uma economia baseada no conhecimento e na diversidade.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
Celebrar a criatividade é afirmar um projeto de país. Um Brasil que aposta no bem-viver, na inclusão produtiva das juventudes, no desenvolvimento sustentável dos territórios e em uma economia baseada no conhecimento e na diversidade.
O Brasil Criativo não é apenas um conceito. É um caminho que transforma reconhecimento em ação, talento em oportunidade e cultura em desenvolvimento. Um país que respeita o seu passado, investe no presente e constrói, por meio da cultura, sua soberania e seu lugar no futuro.
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Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura. Sempre defendi que o desenvolvimento do Brasil passa por acender o vetor econômico da cultura. E essa potência já mostra sua força. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Sempre defendi que o desenvolvimento do Brasil passa por acender o vetor econômico da cultura. E essa potência já mostra sua força. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura. Sempre defendi que o desenvolvimento do Brasil passa por acender o vetor econômico da cultura. E essa potência já mostra sua força. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Sempre defendi que o desenvolvimento do Brasil passa por acender o vetor econômico da cultura. E essa potência já mostra sua força. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
Celebrar a criatividade é afirmar um projeto de país. Um Brasil que aposta no bem-viver, na inclusão produtiva das juventudes, no desenvolvimento sustentável dos territórios e em uma economia baseada no conhecimento e na diversidade.
O Brasil Criativo não é apenas um conceito. É um caminho que transforma reconhecimento em ação, talento em oportunidade e cultura em desenvolvimento. Um país que respeita o seu passado, investe no presente e constrói, por meio da cultura, sua soberania e seu lugar no futuro.
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Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura. Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
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Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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Celebrar a criatividade é afirmar um projeto de país. Um Brasil que aposta no bem-viver, na inclusão produtiva das juventudes, no desenvolvimento sustentável dos territórios e em uma economia baseada no conhecimento e na diversidade.
Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
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Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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Atualizado há menos de 1 hora
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
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Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
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O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o Ano da Criatividade no Brasil pela World Creativity Organization, principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa. No dia 21 de abril, quando o calendário global celebra o Dia Mundial da Criatividade, esse reconhecimento ganha ainda mais sentido e reafirma aquilo que temos de mais singular: a capacidade de criar, reinventar e transformar.
Mais do que um dom, a criatividade brasileira é um ativo estratégico. É o combustível de um país que decidiu ocupar seu lugar no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e da valorização da sua cultura.
Segundo o IBGE, os empreendimentos criativos movimentam cerca de R$ 288 bilhões na economia nacional e geram trabalho para 5,4 milhões de pessoas. Estamos falando de uma indústria robusta, que gera renda, oportunidades e projeta o Brasil como uma das nações mais inventivas do planeta.
Para que esse talento floresça com dignidade, é preciso base estruturante. Por isso, recriamos a Secretaria de Economia Criativa, consolidando o apoio à produção cultural como uma política de Estado. Com o Observatório Celso Furtado, produzimos inteligência estratégica para orientar investimentos. Com a Escult, ampliamos a formação e a qualificação técnica, fortalecendo toda a cadeia produtiva da cultura.
Nossa visão de economia criativa é, antes de tudo, territorial e humana. Promovemos um avanço na Lei Rouanet ao reconhecer o Território Criativo como objeto de investimento, deslocando o foco de ações pontuais para o desenvolvimento integrado das comunidades. Somamos a isso o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa, que valoriza os saberes ancestrais, a potência das periferias e a força das pequenas cidades, onde tradição e inovação caminham juntas.
O sucesso internacional do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, que em sua última edição gerou R$ 94,5 milhões em novos negócios, confirma essa vocação. É a prova de que o Brasil não exporta apenas produtos culturais, mas valor, identidade e inteligência criativa.
