Petrobras Inova na Produção de Combustível Sustentável para Aviação
Refinaria Duque de Caxias conquista recertificação com redução significativa na intensidade de carbono do SAF, reforçando o compromisso com a sustentabilidade.

Um passo significativo na produção de combustível sustentável de aviação (SAF) foi alcançado pela Refinaria Duque de Caxias (Reduc) na primeira quinzena de outubro de 2026. Com a recertificação internacional do produto, a Petrobras conseguiu avanços notáveis que reduziram de maneira significativa a intensidade de carbono do SAF. Isso reforça o compromisso da empresa com os mais altos padrões globais de sustentabilidade, rastreabilidade e governança.
Recentemente, uma auditoria internacional de aviação confirmou uma evolução clara no desempenho ambiental deste combustível. O processo validou as melhorias feitas na gestão das fontes de hidrogênio que são utilizadas na produção do SAF. Isso significa que a operação da refinaria está cada vez mais alinhada às metodologias internacionais de certificação.
Como resultado, a intensidade de carbono do hidrogênio utilizado na produção foi reduzida em 29%. Essa melhoria teve um impacto direto no desempenho ambiental do combustível derivado do óleo de milho, com uma redução de 23,8% na intensidade de carbono do SAF.
Esses resultados colocam o SAF produzido pela Reduc entre os combustíveis sustentáveis de aviação que apresentam a menor intensidade de carbono disponíveis no mercado atualmente.
William França, diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, destaca que “a conquista da Reduc demonstra que a redução das emissões associadas ao SAF não depende apenas do uso de matérias-primas certificadas, mas também da busca contínua por soluções de processo que possam diminuir a pegada de carbono dos insumos utilizados na produção.” Ele complementa: “Ao aprimorar seus processos e fortalecer sua governança em sustentabilidade, a Petrobras avança na construção de alternativas para atender às futuras exigências regulatórias e ampliar sua participação nos mercados de combustíveis renováveis e de baixo carbono.”
