Pequenos Negócios: 85% dos Projetos da Lei Rouanet
Pequenos negócios representam mais de 85% das empresas que atuam em projetos financiados pela Lei Rouanet
Os investimentos promovidos pela Lei Rouanet têm desempenhado um papel crucial no fortalecimento dos pequenos negócios que fazem parte da cadeia produtiva da cultura. Isso se traduz em oportunidades de emprego e renda para milhões de brasileiros. Desde a montagem de cenários para shows até o fornecimento de alimentação para as equipes técnicas e artísticas, as micro e pequenas empresas respondem por mais de 85% dos prestadores de serviços contratados para os projetos financiados com os recursos dessa lei.
Um levantamento realizado pelo Ministério da Cultura, com base em dados coletados em 2024, mostrou que os projetos incentivados movimentaram impressionantes R$ 25,7 bilhões na economia. Além disso, foram responsáveis pela criação e manutenção de cerca de 228 mil empregos, tanto diretos quanto indiretos.
A Pesquisa de Impacto Econômico da Lei Rouanet, desenvolvida pelo MinC em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), revelou um dado interessante: para cada R$ 1 investido por meio da renúncia fiscal, R$ 7,59 foram injetados na economia. Além disso, R$ 1,39 retornaram em arrecadação tributária. Isso mostra claramente a relevância desse investimento.
O levantamento também destacou que, em 2024, foram executados 4.939 projetos culturais, impactando mais de 89 milhões de pessoas em todo o Brasil, com uma participação significativa de iniciativas nas regiões Norte e Nordeste. A maioria dos pagamentos realizados ficou abaixo de R$ 10 mil, com um valor médio em torno de R$ 4,9 mil por prestador de serviço. Isso evidencia como os recursos estão sendo distribuídos nas economias locais.
Com estratégias de capacitação e orientação, o Sebrae tem se empenhado em preparar os pequenos negócios para que possam aumentar sua competitividade e aproveitar novas oportunidades no mercado da economia criativa.
Denise Marques, analista e especialista em Economia Criativa do Sebrae Nacional, sublinha que a instituição está trabalhando para que os pequenos negócios cresçam de forma sustentável. “O Sebrae atua no setor da economia criativa não apenas pensando no presente, mas também no futuro. Oferecemos conteúdos inovadores que se integram à gestão dos negócios. Nosso objetivo é apoiar o empreendedor que transforma ideias em valor e se torna mais competitivo no mercado”, enfatiza.
Na prática, esse fortalecimento chega até as comunidades envolvidas na cadeia cultural. Renata Freire, produtora transmídia e fundadora do Coletivo Mulheres em Série, de São Paulo, comenta que as políticas públicas de fomento são essenciais para dar suporte aos pequenos negócios nas áreas periféricas. “Temos como princípio contratar profissionais e serviços da nossa região. Isso inclui desde a equipe técnica até a alimentação fornecida pelo comércio local. Também alugamos casas de moradores para usar como locação, o que gera renda direta e valoriza as pessoas”, explica.
Ela ainda acrescenta que o investimento em cultura vai muito além dos números. “A cultura gera identidade e pertencimento, além de movimentar toda uma rede de pequenos negócios. Transporte, alimentação, serviços técnicos... tudo isso gira em torno dos projetos culturais e fomenta a economia local.”
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Atualizado há 57 horas
O gestor cultural Romulo Avelar, morador de Belo Horizonte (MG), observa que os recursos da Lei Rouanet estão cada vez mais chegando aos interiores do país. “Durante muito tempo houve concentração no eixo Rio-São Paulo, mas hoje vemos uma capilarização real dos investimentos. Pequenos empreendimentos culturais de médio e pequeno porte conseguem acessar os recursos, movimentando desde setores de comunicação e design até alimentação, transporte e construção cenográfica”, explica.
Para Avelar, a atuação do Sebrae tem sido fundamental para preparar esses empreendedores culturais. “O Sebrae contribui na qualificação da gestão e na profissionalização dos pequenos realizadores para que consigam se relacionar de forma equilibrada com patrocinadores e viabilizar seus projetos. Tenho visto isso em diversos estados, como Minas Gerais, Paraíba e Roraima”, destaca.
Atualizado há 67 horas
Já o gestor cultural Romulo Avelar, morador de Belo Horizonte (MG), observa que os recursos da Lei Rouanet estão cada vez mais chegando aos interiores do país. “Durante muito tempo houve concentração no eixo Rio-São Paulo, mas hoje vemos uma capilarização real dos investimentos. Pequenos empreendimentos culturais de médio e pequeno porte conseguem acessar os recursos, movimentando desde setores de comunicação e design até alimentação, transporte e construção cenográfica”, explica.
Para Avelar, a atuação do Sebrae tem sido fundamental para preparar esses empreendedores culturais. “O Sebrae contribui na qualificação da gestão e na profissionalização dos pequenos realizadores para que consigam se relacionar de forma equilibrada com patrocinadores e viabilizar seus projetos. Tenho visto isso em diversos estados, como Minas Gerais, Paraíba e Roraima”, destaca.
Atualizado há 76 horas
O gestor cultural Romulo Avelar, morador de Belo Horizonte (MG), observa que os recursos da Lei Rouanet estão cada vez mais chegando aos interiores do país. "Durante muito tempo houve concentração no eixo Rio-São Paulo, mas hoje vemos uma capilarização real dos investimentos. Pequenos empreendimentos culturais de médio e pequeno porte conseguem acessar os recursos, movimentando desde setores de comunicação e design até alimentação, transporte e construção cenográfica", explica.
Para Avelar, a atuação do Sebrae tem sido fundamental para preparar esses empreendedores culturais. "O Sebrae contribui na qualificação da gestão e na profissionalização dos pequenos realizadores para que consigam se relacionar de forma equilibrada com patrocinadores e viabilizar seus projetos. Tenho visto isso em diversos estados, como Minas Gerais, Paraíba e Roraima", destaca.
Atualizado há 84 horas
Já o gestor cultural Romulo Avelar, morador de Belo Horizonte (MG), observa que os recursos da Lei Rouanet estão cada vez mais chegando aos interiores do país. “Durante muito tempo houve concentração no eixo Rio-São Paulo, mas hoje vemos uma capilarização real dos investimentos. Pequenos empreendimentos culturais de médio e pequeno porte conseguem acessar os recursos, movimentando desde setores de comunicação e design até alimentação, transporte e construção cenográfica”, explica.
Para Avelar, a atuação do Sebrae tem sido fundamental para preparar esses empreendedores culturais. “O Sebrae contribui na qualificação da gestão e na profissionalização dos pequenos realizadores para que consigam se relacionar de forma equilibrada com patrocinadores e viabilizar seus projetos. Tenho visto isso em diversos estados, como Minas Gerais, Paraíba e Roraima”, destaca.
Atualizado há 92 horas
Já o gestor cultural Romulo Avelar, morador de Belo Horizonte (MG), observa que os recursos da Lei Rouanet estão cada vez mais chegando aos interiores do país. “Durante muito tempo houve concentração no eixo Rio-São Paulo, mas hoje vemos uma capilarização real dos investimentos. Pequenos empreendimentos culturais de médio e pequeno porte conseguem acessar os recursos, movimentando desde setores de comunicação e design até alimentação, transporte e construção cenográfica”, explica.
Para Avelar, a atuação do Sebrae tem sido fundamental para preparar esses empreendedores culturais. “O Sebrae contribui na qualificação da gestão e na profissionalização dos pequenos realizadores para que consigam se relacionar de forma equilibrada com patrocinadores e viabilizar seus projetos. Tenho visto isso em diversos estados, como Minas Gerais, Paraíba e Roraima”, destaca.
