Os Estados Unidos (EUA) anunciaram novas sanções econômicas direcionadas a Cuba, afetando empresas nos setores de mineração e turismo, além de atingir diretamente o presidente Miguel Díaz-Canel. Essas novas medidas se somam a um vasto conjunto de restrições, com o objetivo de pressionar economicamente o país e promover uma mudança de governo em Havana.
Detalhes das Sanções
O Departamento de Tesouro dos EUA sancionou a Amistur Cuba, uma empresa de turismo, e a Minera la Victoria, uma joint venture de mineração. Em meio a isso, o ex-presidente Donald Trump declarou que Cuba anseia por uma intervenção dos EUA na gestão da ilha. Por outro lado, o secretário de Estado Marco Rubio fez um alerta: qualquer um que preste serviços às entidades sancionadas poderá também enfrentar punições. Além de Díaz-Canel, membros de sua família e outros altos funcionários do governo cubano estão na lista de sancionados.
Reação do Governo Cubano
Em resposta, o governo cubano não hesitou em criticar as sanções, argumentando que elas afetam diretamente a população e ameaçam a soberania do país. É importante lembrar que o bloqueio econômico contra Cuba já se estende por quase 70 anos, e as atuais restrições foram endurecidas, resultando em um aumento nos apagões e na escassez de produtos básicos. O ponto aqui é que, enquanto as sanções continuam se acumulando, as consequências para os cidadãos cubanos se tornam cada vez mais severas.