Mulheres na Tecnologia: Inovação e Empreendedorismo Feminino
Empreendedoras Tech: o futuro da inovação é feminino
Mulheres que lideram negócios no campo da inovação e tecnologia estão se reunindo em Brasília para o encerramento da terceira edição do Programa Empreendedoras Tech. Cerca de 100 empresárias de 24 estados se encontraram no Campus do Instituto Federal de Brasília para participar do Demoday, que inclui palestras, rodadas de negócios, pitches e diversas outras atividades. Amanhã, dia 27, o Sebrae revelará as seis empresas premiadas, escolhidas entre mais de 1.100 inscrições.
Esta iniciativa, em colaboração com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), visa fomentar negócios de base tecnológica liderados por mulheres. Durante a abertura do evento, estiveram presentes figuras importantes como Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae Nacional; Christine Lourenço, diretora-geral do IFB Campus Brasília; Aline Damasceno, secretária-executiva adjunta do MDIC; Ricardo Cappelli, presidente da ABDI; e André Cavalieri, pró-reitor de pós-graduação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Margarete Coelho destacou a importância da parceria entre IFB, ABDI, MDIC e ITA na realização do Empreendedoras Tech. O Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de países com mais empreendedoras, sendo um lugar onde muitas mulheres se mobilizam para criar e construir.
Contudo, ao analisarmos o ecossistema de inovação, é notável que a presença feminina ainda é escassa. Para mudar essa realidade, é necessário um esforço contínuo, que inclua métodos eficazes, persistência e políticas públicas adequadas.
A diretora do Sebrae ressaltou que o programa surgiu da compreensão de que apenas diagnosticar a sub-representação das mulheres na tecnologia não é suficiente. O ponto aqui é que é preciso agir de forma rigorosa para transformar essa realidade.
Com resultados concretos já visíveis, vale mencionar que, na segunda edição do programa, 57% das participantes conseguiram aumentar seu faturamento mensal, enquanto 65% formalizaram seus negócios. No total, as empreendedoras beneficiadas conseguiram captar mais de R$ 15 milhões em investimentos e financiamentos.
Atualizado há 2 horas
As startups Super Nina, na categoria de Tração, e o Brechó do Carbono, na categoria validação, são as grandes vencedoras dos prêmios disputados na terceira edição do Programa Empreendedoras Tech. O resultado foi anunciado durante o encerramento do evento que reuniu as cerca de 100 participantes da iniciativa para palestras, rodadas de negócios, pitches e outras atividades. A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este. Negócios em desenvolvimento A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta. Menos de 1% das roupas descartadas voltam a ser usadas como vestimenta. Os dados apresentados são um levantamento do IPCC. A empresária e pesquisadora do setor de química, Jenny Sayaka Komatsu, ressalta que o prêmio será utilizado na startup para aprofundar as pesquisas de impacto. “Esse ano é decisivo para a continuidade do Brechó do Carbono e para escalonar o nosso negócio em 2027. Esse prêmio será utilizado para a contratação de pessoas que validarão o nosso produto. Os recursos para deep techs, como a nossa, são escassos e ter prêmios exclusivos para mulheres nos ajudam bastante a dar continuidade nos nossos negócios”, comentou.
Atualizado há 8 horas
A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este.
A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta.
Atualizado há 14 horas
A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este.
A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta. Menos de 1% das roupas descartadas voltam a ser usadas como vestimenta. Os dados apresentados são um levantamento do IPCC.
Conheça as vencedoras:
1º – Brechó do Carbono – Jenny Komatsu (R$ 40 mil)
2º – VEZZ (Ver-Ti Mobilidade) – Lígia Coelho (R$ 30 mil)
3º – Alga Y Nzyme – Thaís Primo (R$ 15 mil)
1º – Super NINA – Simony César Ramos de Moura (R$ 40 mil)
2º – Mãe-estar – Aline Pedrazzi (R$ 30 mil)
3º – Grupo Ame – Thays Luz (R$ 15 mil)
“O Empreendedoras Tech mostra, na prática, o potencial de mulheres liderando negócios inovadores. As soluções apresentadas têm impacto real e mostram que investir nessas empreendedoras é investir no futuro.
Atualizado há 20 horas
A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este.
A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta. Menos de 1% das roupas descartadas voltam a ser usadas como vestimenta. Os dados apresentados são um levantamento do IPCC.
A empresária e pesquisadora do setor de química, Jenny Sayaka Komatsu, ressalta que o prêmio será utilizado na startup para aprofundar as pesquisas de impacto. “Esse ano é decisivo para a continuidade do Brechó do Carbono e para escalonar o nosso negócio em 2027. Esse prêmio será utilizado para a contratação de pessoas que validarão o nosso produto. Os recursos para deep techs, como a nossa, são escassos e ter prêmios exclusivos para mulheres nos ajudam bastante a dar continuidade nos nossos negócios”, comentou.
Conheça as vencedoras
1º – Brechó do Carbono – Jenny Komatsu (R$ 40 mil)
2º – VEZZ (Ver-Ti Mobilidade) – Lígia Coelho (R$ 30 mil)
3º – Alga Y Nzyme – Thaís Primo (R$ 15 mil)
1º – Super NINA – Simony César Ramos de Moura (R$ 40 mil)
2º – Mãe-estar – Aline Pedrazzi (R$ 30 mil)
3º – Grupo Ame – Thays Luz (R$ 15 mil)
“O Empreendedoras Tech mostra, na prática, o potencial de mulheres liderando negócios inovadores. As soluções apresentadas têm impacto real e mostram que investir nessas empreendedoras é investir no futuro.
Foi lindo de ver a desenvoltura e qualidade das soluções e negócios apresentados no Demoday. Fico muito feliz pela trajetória de todas e tenho certeza de que irão muito longe”, considera Fernanda Zanbom, analista do Sebrae, responsável pela condução do projeto.
Atualizado há 26 horas
As startups Super Nina, na categoria de Tração, e o Brechó do Carbono, na categoria validação, foram anunciadas como as grandes vencedoras dos prêmios da terceira edição do Programa Empreendedoras Tech. A Super NINA, que opera em Pernambuco, Ceará e Bahia, utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformá-las em políticas públicas, enquanto o Brechó do Carbono, idealizado por Jenny Sayaka Komatsu, foca na sustentabilidade ao transformar resíduos têxteis em carvão ativo para a agricultura, visando reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante a apresentação, Jenny destacou que menos de 1% das roupas descartadas são reutilizadas, conforme dados do IPCC. Além disso, o prêmio será crucial para aprofundar as pesquisas de impacto e escalar o negócio até 2027. O Empreendedoras Tech já demonstra resultados concretos, com 57% das participantes da edição anterior aumentando seu faturamento mensal e 65% formalizando seus negócios.
Atualizado há 32 horas
Simony Cesar, fundadora da Super NINA, destacou a importância das conexões feitas durante o evento: "São conexões que a gente faz com empreendedores de diversos níveis e diversos lugares do Brasil. É extremamente enriquecedor porque a gente acaba dando match nesses trabalhos e se ajudando mutuamente. E na perspectiva de negócio, valida e nos ajuda ainda mais em outros processos, principalmente quando a gente lida com o governo", apontou Simony.
A empresária e pesquisadora do setor de química, Jenny Sayaka Komatsu, ressalta que o prêmio será utilizado na startup para aprofundar as pesquisas de impacto. "Esse ano é decisivo para a continuidade do Brechó do Carbono e para escalonar o nosso negócio em 2027. Esse prêmio será utilizado para a contratação de pessoas que validarão o nosso produto. Os recursos para deep techs, como a nossa, são escassos e ter prêmios exclusivos para mulheres nos ajudam bastante a dar continuidade nos nossos negócios", comentou.
Fernanda Zanbom, analista do Sebrae responsável pela condução do projeto, comentou sobre o impacto do programa: "O Empreendedoras Tech mostra, na prática, o potencial de mulheres liderando negócios inovadores. As soluções apresentadas têm impacto real e mostram que investir nessas empreendedoras é investir no futuro. Foi lindo de ver a desenvoltura e qualidade das soluções e negócios apresentados no Demoday. Fico muito feliz pela trajetória de todas e tenho certeza de que irão muito longe".
Atualizado há 38 horas
A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este.
Negócios em desenvolvimento
A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta. Menos de 1% das roupas descartadas voltam a ser usadas como vestimenta. Os dados apresentados são um levantamento do IPCC.
Atualizado há 44 horas
As startups Super Nina, na categoria de Tração, e o Brechó do Carbono, na categoria validação, são as grandes vencedoras dos prêmios disputados na terceira edição do Programa Empreendedoras Tech. O resultado foi anunciado nesta sexta-feira (27), durante o encerramento do evento que reuniu as cerca de 100 participantes da iniciativa para palestras, rodadas de negócios, pitches e outras atividades. A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este. A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta.
Atualizado há 50 horas
A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este.
A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta. Menos de 1% das roupas descartadas voltam a ser usadas como vestimenta. Os dados apresentados são um levantamento do IPCC.
Conheça as vencedoras:
1º – Brechó do Carbono – Jenny Komatsu (R$ 40 mil)
2º – VEZZ (Ver-Ti Mobilidade) – Lígia Coelho (R$ 30 mil)
3º – Alga Y Nzyme – Thaís Primo (R$ 15 mil)
1º – Super NINA – Simony César Ramos de Moura (R$ 40 mil)
2º – Mãe-estar – Aline Pedrazzi (R$ 30 mil)
3º – Grupo Ame – Thays Luz (R$ 15 mil)
Atualizado há 56 horas
A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este.
Negócios em desenvolvimento
A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta. Menos de 1% das roupas descartadas voltam a ser usadas como vestimenta. Os dados apresentados são um levantamento do IPCC.
Conheça as vencedoras
1º – Brechó do Carbono – Jenny Komatsu (R$ 40 mil)
2º – VEZZ (Ver-Ti Mobilidade) – Lígia Coelho (R$ 30 mil)
3º – Alga Y Nzyme – Thaís Primo (R$ 15 mil)
1º – Super NINA – Simony César Ramos de Moura (R$ 40 mil)
2º – Mãe-estar – Aline Pedrazzi (R$ 30 mil)
3º – Grupo Ame – Thays Luz (R$ 15 mil)
“O Empreendedoras Tech mostra, na prática, o potencial de mulheres liderando negócios inovadores. As soluções apresentadas têm impacto real e mostram que investir nessas empreendedoras é investir no futuro.
Atualizado há 62 horas
A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este.
Negócios em desenvolvimento
A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”, aponta. Menos de 1% das roupas descartadas voltam a ser usadas como vestimenta. Os dados apresentados são um levantamento do IPCC.
Atualizado há 69 horas
Durante o evento, foram anunciadas as startups vencedoras nas categorias de Tração e Validação. A Super NINA, com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual, foi reconhecida na categoria de Tração. Já o Brechó do Carbono, que propõe soluções sustentáveis para a indústria da moda, venceu na categoria de Validação. Ambas startups receberam prêmios financeiros que serão utilizados para ampliar seus projetos e pesquisas.
Além das vencedoras, o evento destacou a importância das conexões e parcerias formadas entre as empreendedoras. Simony Cesar, fundadora da Super NINA, ressaltou como essas interações são valiosas para o desenvolvimento dos negócios e para a criação de políticas públicas eficazes.
O programa Empreendedoras Tech, agora em sua terceira edição, continua a mostrar resultados concretos. As participantes das edições anteriores já captaram mais de R$ 15 milhões em investimentos, evidenciando o impacto positivo da iniciativa no ecossistema de inovação liderado por mulheres.
Atualizado há 80 horas
A Super NINA, criada em Recife (PE), é uma startup com foco em segurança urbana e combate à importunação sexual e violência de gênero, especialmente na mobilidade urbana. Atualmente, está presente em três estados brasileiros – Pernambuco, Ceará e Bahia. A plataforma utiliza tecnologia para acolher denúncias e transformar esses dados em políticas públicas. Para a fundadora da empresa, Simony Cesar, o prêmio chancela a missão da empresa de auxiliar no combate à violência. Além disso, a empreendedora ressalta a importância de criar parcerias a partir de programas como este.
Negócios em desenvolvimento
A vencedora da categoria validação foi o Brechó do Carbono. Idealizado pela química Jenny Sayaka Komatsu, a Brechó Carbono é uma startup focada em sustentabilidade. A proposta é retirar do meio ambiente roupas e resíduos texteis em carvão ativo que podem ser destinados à agricultura. O objetivo é reduzir a emissão de carbono na indústria da moda. Durante sua apresentação à banca, a empresária destacou a dimensão do problema: “Durante esses cinco minutos, 300 caminhões de roupas foram descartados”.
Atualizado há 86 horas
“São conexões que a gente faz com empreendedores de diversos níveis e diversos lugares do Brasil. É extremamente enriquecedor porque a gente acaba dando match nesses trabalhos e se ajudando mutuamente. E na perspectiva de negócio, valida e nos ajuda ainda mais em outros processos, principalmente quando a gente lida com o governo”, aponta Simony.
A empresária e pesquisadora do setor de química, Jenny Sayaka Komatsu, ressalta que o prêmio será utilizado na startup para aprofundar as pesquisas de impacto. “Esse ano é decisivo para a continuidade do Brechó do Carbono e para escalonar o nosso negócio em 2027. Esse prêmio será utilizado para a contratação de pessoas que validarão o nosso produto. Os recursos para deep techs, como a nossa, são escassos e ter prêmios exclusivos para mulheres nos ajudam bastante a dar continuidade nos nossos negócios”, comentou.
“O Empreendedoras Tech mostra, na prática, o potencial de mulheres liderando negócios inovadores. As soluções apresentadas têm impacto real e mostram que investir nessas empreendedoras é investir no futuro.
Foi lindo de ver a desenvoltura e qualidade das soluções e negócios apresentados no Demoday. Fico muito feliz pela trajetória de todas e tenho certeza de que irão muito longe”, considera Fernanda Zanbom, analista do Sebrae, responsável pela condução do projeto.
