Motta esclarece status da viagem de Mário Frias ao exterior
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informa que pedido de viagem de Mário Frias segue em análise, em resposta a Flávio Dino.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Republicanos da Paraíba, fez uma declaração importante: os pedidos de viagem ao exterior do deputado Mário Frias, do PL de São Paulo, ainda não foram autorizados e estão, na verdade, 'em apreciação'. Essa informação surgiu em resposta ao questionamento do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, que buscava entender melhor a situação envolvendo a viagem de Frias.
Vale destacar que os pedidos de missão internacional não geravam custos para a Câmara. Mário Frias, por sua vez, viajou ao Bahrein na semana passada com o intuito de fortalecer as relações bilaterais entre o Brasil e o Reino do Bahrein. No entanto, ele ainda não voltou ao país.
Neste contexto, é relevante mencionar que ele está sendo notificado sobre uma ação que questiona a destinação de emendas parlamentares a ONGs vinculadas à produtora do filme 'Dark Horse'. O STF já tentou intimar o deputado, mas essas tentativas não tiveram sucesso até o momento.
Flávio Dino, por sua vez, iniciou uma apuração preliminar para investigar como essas emendas estão sendo direcionadas. Portanto, é uma situação que ainda está em desenvolvimento e que merece atenção.
Atualizado há menos de 1 hora
A Câmara dos Deputados informou que Mário Frias fez dois pedidos de autorização para viagens ao Bahrein e aos Estados Unidos, mas os pedidos ainda estão em fase de 'apreciação'. Apesar disso, o deputado viajou para os dois países por conta própria. Em entrevista, Frias afirmou que esteve no Bahrein para propor investimentos no Brasil e está agora nos Estados Unidos para prospectar um investimento em segurança pública. Ele declarou que retornará ao Brasil nos próximos dias, afirmando que não deve nada e está pronto para prestar contas. O caso chegou ao STF por meio de uma representação feita pela deputada Tabata Amaral, que questiona o envio de emendas para o filme de Bolsonaro, o que pode configurar desvio de finalidade na aplicação de recursos públicos. Frias sustenta que não há irregularidades nas emendas, citando um parecer da Advocacia da Câmara que atesta a ausência de inconsistências ou vícios formais.