Mostra Brasília: Exibição do Filme 'Mapas' em 16 de Setembro
O longa 'Mapas', de Rafael Lobo, explora memórias ocultas e o horror em Brasília, com exibições e debates programados para hoje.
Foto: Rafael Lobo
O filme 'Mapas', que investiga a busca por Rebeca, uma cicloativista desaparecida, revela um cenário de Brasília repleto de ruínas, silêncios e memórias ocultas. A competição pelo 28º Troféu Câmara Legislativa, parte do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, segue nesta quarta-feira, 16 de setembro, com a exibição do longa-metragem dirigido por Rafael Lobo. Em 2024, Lobo já havia sido premiado com o Troféu Câmara Legislativa de melhor fotografia pelo curta-metragem 'Xarpi'.
'Mapas' se insere no gênero de horror e oferece uma visão inquietante de Brasília, marcada por seu passado. A narrativa acompanha a jornada de Júlia e Sérgio, que navegam entre o que é real e o que é fantástico na busca por Rebeca.
“Mapas revela uma cidade assombrada por seu próprio passado”, afirma a descrição do filme. Na sua estreia no Cine PE – Festival Audiovisual, em junho deste ano, o longa conquistou quatro prêmios técnicos e o prêmio do júri popular de melhor longa-metragem, um reconhecimento notável.
A exibição acontece às 18h no Cine Brasília, e às 19h45 no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília - Bloco G (Taguatinga). Após a sessão, haverá um debate sobre 'Mapas' no auditório do Cine Brasília, programado para às 21h15. Para quem perdeu a exibição anterior, uma reprise dos filmes da noite passada ocorrerá a partir das 15h, na sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall.
Mostra Brasília - 28º Troféu Câmara Legislativa
Quarta-feira (16/9)
Mapas, de Rafael Lobo
Ficção, 115min, 2026
Classificação indicativa: 16 anos
Sobre o diretor: Rafael Lobo é cineasta, montador e produtor na Levante Filmes. Com um mestrado em Comunicação pela UnB, ele investiga as conexões entre filosofia e o gênero de horror, buscando entender como esse gênero pode servir como uma lente para a realidade. Recentemente, tem explorado temas de memória e imaginário urbano em trabalhos como 'Luis Humberto: o Olhar Possível' (2019), 'Xarpi' (2024) e 'Mapas' (2026).
