Mostra Brasília 2026: Cinema do DF em Destaque
A Mostra Brasília, parte do 59º Festival de Brasília, exibe 15 filmes do Distrito Federal em uma celebração da produção audiovisual local.
A Mostra Brasília, um espaço dedicado ao 59º Festival de Brasília, é uma vitrine para os filmes produzidos no Distrito Federal que estão concorrendo ao 28º Troféu Câmara Legislativa. Esse evento é, sem dúvida, um reflexo da diversidade e riqueza da produção audiovisual local. Entre mais de 130 obras inscritas, quinze filmes foram selecionados, abrangendo várias linguagens cinematográficas.
A partir de segunda-feira (14), as sessões acontecerão sempre às 18h. Serão exibidos três filmes de animação, sete obras de ficção, três documentários e dois títulos que misturam diferentes estilos, classificados como híbridos. A comissão de seleção, composta por profissionais do setor, destacou que a programação “reúne filmes marcados pela invenção, risco, incômodo, observação atenta e, sobretudo, pela autenticidade”.
Disputa Saudável no Cinema
Os filmes em competição estarão disputando um total de R$ 298 mil em prêmios, que serão distribuídos entre as melhores produções e categorias técnicas. Ricardo Daehn, jornalista e crítico de cinema do Correio Braziliense, observa que essa premiação “é um estímulo para os realizadores, tanto para os novatos quanto para os cineastas já consagrados. Esses recursos podem ser fundamentais para finalizar projetos ou investir em novos filmes.” Para ele, que acompanha a competição desde seu início em 1996, o valor em disputa “promove uma competição interna saudável”.
Daehn também menciona diretores e produtores brasilienses que começaram suas jornadas cinematográficas na Mostra Brasília e que, hoje, têm reconhecimento tanto nacional quanto internacional. Entre eles estão nomes como Rafaela Camelo, José Eduardo Belmonte, Adirley Queirós, Fáuston da Silva, Carina Bini, Santiago Dellape e Edileuza Penha de Souza, que foi premiada pela melhor direção no ano passado e está de volta para concorrer novamente.
O crítico ainda ressalta que o Troféu Câmara Legislativa já inspirou o Correio Braziliense na escolha dos vencedores do Troféu Saruê, uma premiação criada pelo jornal para reconhecer o “melhor momento do festival”. “A Mostra Brasília frequentemente incentivou nossa equipe a conceder o prêmio Saruê.”
Por fim, Ricardo Daehn recorda momentos marcantes proporcionados pela competição, especialmente em relação a produções que destacam o próprio Distrito Federal e suas personalidades culturais. Ele menciona figuras como o dramaturgo Hugo Rodas, o ator Gê Martu e os livreiros Chiquinho (da UnB) e Ivan, da Livraria Presença. “A mostra também é um espaço importante para realizadores que fazem a diferença na cidade, como Afonso Brazza, o bombeiro-cineasta falecido em 2003”, acrescenta.
Programação das Sessões
As sessões ocorrerão nos seguintes dias e horários:
- Segunda (14/9), às 18h
- Terça (15/9), às 18h
- Quarta (16/9), às 18h
- Quinta (17/9), às 18h
- Sexta (18/9), às 18h
Entre as exibições, destacam-se "Hacker Leonilia" (animação, 12 anos), de Gustavo Fontele Dourado, com 15 minutos de duração, e "A Arte Perdida da Lombada" (ficção, 10 anos), de Helena Sarmento.
Atualizado há 5 horas
A programação da Mostra Brasília – que exibe os concorrentes ao 28º Troféu Câmara Legislativa – abre, nesta segunda-feira (14), com dois filmes de animação: o curta-metragem Hacker Leonilia dirigido por Gustavo Fontele Dourado, seguido pelo longa Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, de Brenda Lígia e Edu Felistoque. Os títulos serão apresentados no Cine Brasília e em outros espaços do DF, como parte do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. As exibições têm entrada franca. Na Sala Vladimir Carvalho do Cine Brasília, a programação começa às 18h. No Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília - Bloco G (Taguatinga), a sessão está marcada para 19h45. Após a exibição, os títulos serão debatidos no auditório do Cine Brasília, com início às 21h15. No dia seguinte, haverá reprise dos filmes da Mostra Brasília a partir das 15h na sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall. O público que assiste aos filmes compõe o júri popular e poderá votar no melhor curta e melhor longa-metragem.
Atualizado há 11 horas
Após a exibição, os títulos serão debatidos no auditório do Cine Brasília, com início às 21h15. No dia seguinte, haverá reprise dos filmes da Mostra Brasília a partir das 15h na sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall. O público que assiste aos filmes compõe o júri popular e poderá votar no melhor curta e melhor longa-metragem.
O curta Hacker Leonilia acompanha uma hacker idosa e bordadeira que, para escapar de uma realidade virtual, precisa lidar com seus próprios traumas e usar suas habilidades. O diretor brasiliense baseou-se na história da própria avó.
Já Amadeo e o Hipotético Mundo Novo tem como cenário o Brasil escravista do século 19, quando um jovem africano chamado Amadeo cria a câmera fotográfica, antes dos europeus. O personagem usa a invenção para libertar pessoas em cativeiro na fazenda de um barão poderoso enquanto lida com um amor impossível. A obra é uma aventura hipotética, romântica e bem-humorada sobre o Novo Mundo.
O filme conta com um elenco de vozes que reúne atores como Sérgio Menezes, Edmilson Filho, Naruna Costa, Paolla Oliveira, Antônio Fagundes, Mateus Solano, Tiago Abravanel, Adriana Lessa e Igor Cotrim. Foi o último trabalho da atriz Léa Garcia, que faleceu em 2023.
Atualizado há 17 horas
Após a exibição, os títulos serão debatidos no auditório do Cine Brasília, com início às 21h15. No dia seguinte, haverá reprise dos filmes da Mostra Brasília a partir das 15h na sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall. O público que assiste aos filmes compõe o júri popular e poderá votar no melhor curta e melhor longa-metragem.
O curta Hacker Leonilia acompanha uma hacker idosa e bordadeira que, para escapar de uma realidade virtual, precisa lidar com seus próprios traumas e usar suas habilidades. O diretor brasiliense baseou-se na história da própria avó.
Já Amadeo e o Hipotético Mundo Novo tem como cenário o Brasil escravista do século 19, quando um jovem africano chamado Amadeo cria a câmera fotográfica, antes dos europeus. O personagem usa a invenção para libertar pessoas em cativeiro na fazenda de um barão poderoso enquanto lida com um amor impossível. A obra é uma aventura hipotética, romântica e bem-humorada sobre o Novo Mundo.
O filme conta com um elenco de vozes que reúne atores como Sérgio Menezes, Edmilson Filho, Naruna Costa, Paolla Oliveira, Antônio Fagundes, Mateus Solano, Tiago Abravanel, Adriana Lessa e Igor Cotrim. Foi o último trabalho da atriz Léa Garcia, que faleceu em 2023.
Atualizado há 23 horas
Após a exibição, os títulos serão debatidos no auditório do Cine Brasília, com início às 21h15. No dia seguinte, haverá reprise dos filmes da Mostra Brasília a partir das 15h na sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall. O público que assiste aos filmes compõe o júri popular e poderá votar no melhor curta e melhor longa-metragem.
O curta Hacker Leonilia acompanha uma hacker idosa e bordadeira que, para escapar de uma realidade virtual, precisa lidar com seus próprios traumas e usar suas habilidades. O diretor brasiliense baseou-se na história da própria avó.
Já Amadeo e o Hipotético Mundo Novo tem como cenário o Brasil escravista do século 19, quando um jovem africano chamado Amadeo cria a câmera fotográfica, antes dos europeus. O personagem usa a invenção para libertar pessoas em cativeiro na fazenda de um barão poderoso enquanto lida com um amor impossível. A obra é uma aventura hipotética, romântica e bem-humorada sobre o Novo Mundo.
O filme conta com um elenco de vozes que reúne atores como Sérgio Menezes, Edmilson Filho, Naruna Costa, Paolla Oliveira, Antônio Fagundes, Mateus Solano, Tiago Abravanel, Adriana Lessa e Igor Cotrim. Foi o último trabalho da atriz Léa Garcia, que faleceu em 2023.
Atualizado há 1 hora
Na abertura da Mostra Brasília, realizada na noite de segunda-feira (14), dois filmes de animação deram início às exibições, destacando o protagonismo negro em suas narrativas. A apresentadora Juliana Drummond sublinhou a importância do Troféu Câmara Legislativa, que há 30 anos apoia o cinema local. Durante a sessão, foi exibida uma vinheta com imagens de premiações passadas, reforçando o lema deste ano: 'Há 30 anos junto do cinema brasiliense.' Gustavo Fontele Dourado, diretor do curta 'Hacker Leonilia', ressaltou a relevância dos órgãos de fomento à indústria cinematográfica e alertou sobre os desafios e oportunidades trazidos pela inteligência artificial no cinema de animação.
Atualizado há 4 horas
Com linguagem documental, três produções cinematográficas do Distrito Federal entram na disputa pelo 28º Troféu Câmara Legislativa. Nesta quinta-feira (17), os títulos Vinte Vinte Quatro, Isso Aqui é Várzea! (curtas-metragens) e o longa Nem Todos Sabem serão apresentados na Mostra Brasília – parte da programação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro destinada a exibir os títulos que disputam a premiação da CLDF para filmes brasilienses.
Os filmes são debatidos no auditório do Cine Brasília, a partir das 21h15 do dia da exibição, com o objetivo de estabelecer um espaço de reflexão e diálogo entre os realizadores, críticos e o público. Os mediadores dos debates são o jornalista Ulisses de Freitas e a cineasta Erika Bauer, que se revezam.
No curta Vinte Vinte Quatro, de Davi Pieri, jovens em encarceramento assumem o controle do dispositivo cinematográfico para “coautorar” sua narrativa, fundindo documentário e ficção, através de lampejos de rebeldia, tédio e ternura, transmutando o confinamento num campo de batalha colaborativo.
O segundo curta da noite é Isso Aqui é Várzea!, dirigido por Flávio Costa, que assim descreve o seu filme: “Antes de o sol nascer e a poeira subir, nos campos de várzea do pinheiral, começa um ritual. Danone caminha marcando a terra prometida – pequena área, meio de campo, as redes na trave. Domingo é dia, e o futebol é sagrado no Paranoá”.
Nem Todos Sabem, longa-metragem de Edileuza Penha de Souza, reconstitui a vida e o legado de João Tomé (1920-1971), compositor, poeta, professor e um dos fundadores da Escola de Música de Brasília. Músico negro e cego, cuja história se entrelaça aos primeiros anos de Brasília, deixou mais de 500 composições. O filme é embasado em depoimentos de familiares, amigos e companheiros de caminhada, somados a um vasto e raro acervo.
Atualizado há 10 horas
Com linguagem documental, três produções cinematográficas do Distrito Federal entram na disputa pelo 28º Troféu Câmara Legislativa. Nesta quinta-feira (17), os títulos Vinte Vinte Quatro, Isso Aqui é Várzea! (curtas-metragens) e o longa Nem Todos Sabem serão apresentados na Mostra Brasília – parte da programação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro destinada a exibir os títulos que disputam a premiação da CLDF para filmes brasilienses.
No curta Vinte Vinte Quatro, de Davi Pieri, jovens em encarceramento assumem o controle do dispositivo cinematográfico para “coautorar” sua narrativa, fundindo documentário e ficção, através de lampejos de rebeldia, tédio e ternura, transmutando o confinamento num campo de batalha colaborativo.
O segundo curta da noite é Isso Aqui é Várzea!, dirigido por Flávio Costa, que assim descreve o seu filme: “Antes de o sol nascer e a poeira subir, nos campos de várzea do pinheiral, começa um ritual. Danone caminha marcando a terra prometida – pequena área, meio de campo, as redes na trave. Domingo é dia, e o futebol é sagrado no Paranoá”.
Nem Todos Sabem, longa-metragem de Edileuza Penha de Souza, reconstitui a vida e o legado de João Tomé (1920-1971), compositor, poeta, professor e um dos fundadores da Escola de Música de Brasília. Músico negro e cego, cuja história se entrelaça aos primeiros anos de Brasília, deixou mais de 500 composições. O filme é embasado em depoimentos de familiares, amigos e companheiros de caminhada, somados a um vasto e raro acervo.
Atualizado há 16 horas
Com linguagem documental, três produções cinematográficas do Distrito Federal entram na disputa pelo 28º Troféu Câmara Legislativa. Nesta quinta-feira (17), os títulos Vinte Vinte Quatro, Isso Aqui é Várzea! (curtas-metragens) e o longa Nem Todos Sabem serão apresentados na Mostra Brasília – parte da programação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro destinada a exibir os títulos que disputam a premiação da CLDF para filmes brasilienses.
Os filmes são debatidos no auditório do Cine Brasília, a partir das 21h15 do dia da exibição, com o objetivo de estabelecer um espaço de reflexão e diálogo entre os realizadores, críticos e o público. Os mediadores dos debates são o jornalista Ulisses de Freitas e a cineasta Erika Bauer, que se revezam.
No curta Vinte Vinte Quatro, de Davi Pieri, jovens em encarceramento assumem o controle do dispositivo cinematográfico para “coautorar” sua narrativa, fundindo documentário e ficção, através de lampejos de rebeldia, tédio e ternura, transmutando o confinamento num campo de batalha colaborativo.
O segundo curta da noite é Isso Aqui é Várzea!, dirigido por Flávio Costa, que assim descreve o seu filme: “Antes de o sol nascer e a poeira subir, nos campos de várzea do pinheiral, começa um ritual. Danone caminha marcando a terra prometida – pequena área, meio de campo, as redes na trave. Domingo é dia, e o futebol é sagrado no Paranoá”.
Nem Todos Sabem, longa-metragem de Edileuza Penha de Souza, reconstitui a vida e o legado de João Tomé (1920-1971), compositor, poeta, professor e um dos fundadores da Escola de Música de Brasília. Músico negro e cego, cuja história se entrelaça aos primeiros anos de Brasília, deixou mais de 500 composições. O filme é embasado em depoimentos de familiares, amigos e companheiros de caminhada, somados a um vasto e raro acervo.
Atualizado há 22 horas
Com linguagem documental, três produções cinematográficas do Distrito Federal entram na disputa pelo 28º Troféu Câmara Legislativa. Nesta quinta-feira (17), os títulos Vinte Vinte Quatro, Isso Aqui é Várzea! (curtas-metragens) e o longa Nem Todos Sabem serão apresentados na Mostra Brasília – parte da programação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro destinada a exibir os títulos que disputam a premiação da CLDF para filmes brasilienses.
Os filmes são debatidos no auditório do Cine Brasília, a partir das 21h15 do dia da exibição, com o objetivo de estabelecer um espaço de reflexão e diálogo entre os realizadores, críticos e o público. Os mediadores dos debates são o jornalista Ulisses de Freitas e a cineasta Erika Bauer, que se revezam.
Nem Todos Sabem, longa-metragem de Edileuza Penha de Souza, reconstitui a vida e o legado de João Tomé (1920-1971), compositor, poeta, professor e um dos fundadores da Escola de Música de Brasília. Músico negro e cego, cuja história se entrelaça aos primeiros anos de Brasília, deixou mais de 500 composições. O filme é embasado em depoimentos de familiares, amigos e companheiros de caminhada, somados a um vasto e raro acervo.
Atualizado há 22 horas
Uma sessão exclusiva para curtas-metragens brasilienses, com sete filmes, encerra, nesta sexta-feira (18), a disputa pelo 28º Troféu Câmara Legislativa. A exibição é gratuita e ocorre às 18h, no Cine Brasília, e às 19h45, no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília – Bloco G (Taguatinga). Após a apresentação, no auditório do Cine Brasília, os filmes são debatidos. Os vencedores serão anunciados no sábado (19), durante o encerramento do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Quem abre a sessão é a animação O Jardim Mágico, de Naira Carneiro e Carlon Hardt, com a aventura de dois amigos que descobrem um tesouro mágico. O curta traz mensagens sobre generosidade e o potencial dos verdadeiros tesouros. Em seguida vem Rima, de Josianne Diniz, que conta a história do motorista de ônibus Sebastião e da estudante Ludmilla, ambos têm forte conexão com o rap e são compositores de rimas.
O documentário Madre, dirigido por Talita Carvalho e Carol Matias, acompanha a Ambar, venezuelana refugiada no Brasil, que sente saudades de sua terra natal e do mar. O curta ficcional Dora é dirigido por Murilo Abreu. A personagem é mãe solo do menino Bernardo. Com a chegada do aniversário da criança, que aguarda ansiosamente para comemorar a data com o pai ausente, ela precisa se organizar para garantir que o filho fique seguro.
De Rafael Ribeiro Gontijo, Impostor retrata o golpista Daniel, que tem a rotina abalada quando um rosto do passado cruza o caminho do trapaceiro. Não Há Crime no Plano Piloto, dirigido por Gabriel Machado, se passa em um futuro distópico, no qual a elite brasiliense é resguardada do resto da cidade por um muro. O último curta da noite é o também ficcional Ar-Dor, de Mike Peixoto, com a história de Arduino, atendente de um disque-chamada erótico, que se projeta nas fantasias de estranhos.
Atualizado há 28 horas
Uma sessão exclusiva para curtas-metragens brasilienses, com sete filmes, encerra, nesta sexta-feira (18), a disputa pelo 28º Troféu Câmara Legislativa. A exibição é gratuita e ocorre às 18h, no Cine Brasília, e às 19h45, no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília – Bloco G (Taguatinga). Após a apresentação, no auditório do Cine Brasília, os filmes são debatidos. Os vencedores serão anunciados no sábado (19), durante o encerramento do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Quem abre a sessão é a animação O Jardim Mágico, de Naira Carneiro e Carlon Hardt, com a aventura de dois amigos que descobrem um tesouro mágico. O curta traz mensagens sobre generosidade e o potencial dos verdadeiros tesouros. Em seguida vem Rima, de Josianne Diniz, que conta a história do motorista de ônibus Sebastião e da estudante Ludmilla, ambos têm forte conexão com o rap e são compositores de rimas.
O documentário Madre, dirigido por Talita Carvalho e Carol Matias, acompanha a Ambar, venezuelana refugiada no Brasil, que sente saudades de sua terra natal e do mar. O curta ficcional Dora é dirigido por Murilo Abreu. A personagem é mãe solo do menino Bernardo. Com a chegada do aniversário da criança, que aguarda ansiosamente para comemorar a data com o pai ausente, ela precisa se organizar para garantir que o filho fique seguro.
De Rafael Ribeiro Gontijo, Impostor retrata o golpista Daniel, que tem a rotina abalada quando um rosto do passado cruza o caminho do trapaceiro. Não Há Crime no Plano Piloto, dirigido por Gabriel Machado, se passa em um futuro distópico, no qual a elite brasiliense é resguardada do resto da cidade por um muro. O último curta da noite é o também ficcional Ar-Dor, de Mike Peixoto, com a história de Arduino, atendente de um disque-chamada erótico, que se projeta nas fantasias de estranhos.
