Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski avançam em Dubai
Após vencer australianas Joint e Birrell com tranquilidade, dupla formada pela brasileira e a canadense Dabrowski encara tcheca Bouzkova e indonésia Tjen.

A paulista Luisa Stefani está prestes a entrar em ação novamente no torneio de duplas femininas do WTA 1000 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A partida está agendada para a manhã desta terça-feira, 17 de fevereiro de 2026. Luisa, que ocupa a 14ª posição no ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA), fará dupla com a canadense Gabriela Dabrowski, atualmente em 10º lugar. Juntas, elas enfrentarão a tcheca Marie Bouzkova, na 89ª posição, e a indonésia Janice Tjen, que ocupa a 57ª.
A partida será a terceira do dia na Quadra 4 do complexo que abriga o torneio. O primeiro jogo está programado para começar às 4h, no horário de Brasília, o que significa que a dupla de Luisa, que já conquistou uma medalha olímpica de bronze nos Jogos de Tóquio, deve entrar em quadra por volta das 7h.
Na segunda-feira, 16 de fevereiro, Luisa e Gabriela fizeram sua estreia e garantiram uma vitória convincente por 2 sets a 0 contra as australianas Maya Joint, que ocupa o 37º lugar, e Kimberly Birrell, na 111ª posição. As parciais foram de 6/3 e 6/4, marcando o oitavo triunfo da dupla na temporada.
Vale lembrar que Luisa e Gabriela vêm de duas eliminações consecutivas nas semifinais, tanto no WTA 1000 de Doha quanto no Aberto da Austrália. Ambas as derrotas aconteceram para a mesma dupla: a cazaque Anna Danilina, que ocupa a 7ª colocação, e a sérvia Aleksandra Krunic, na 11ª posição. Curiosamente, um novo confronto entre elas pode acontecer em Dubai, na mesma fase do torneio.
Os torneios de nível WTA 1000 são considerados os mais importantes do circuito, ficando atrás apenas dos quatro Grand Slams: Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open, em termos de prestígio e pontos.
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Após se classificarem às quartas de final nesta terça-feira, elas aguardam a organização do torneio conformar a data e o horário da partida contra a mexicana Giulia Olmos e a estadunidense Jessica Pegula.
Número 14 do ranking de duplistas da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), Luisa e Dabrowski (10ª) precisaram de uma hora e nove minutos para derrotarem a parceria da tcheca Marie Bouzkova (89ª) com a indonésia Janice Tjen (57ª) por 2 sets a 1.
Após fazerem 6/1 no primeiro set e perderem o segundo por 6/3, elas tiveram que disputar o super tie-break, um desempate no qual vence quem chegar a dez pontos, comum em partidas entre duplas. Com um jogo sólido, a brasileira e a canadense ganharam por 10 a 3 e se classificaram.
"Ótimo jogo, mais uma vitória, primeiro super tie-break do ano, super feliz de seguir adiante. Aqui [Dubai], as condições são bem rápidas e com esse sistema de placar sabemos que o jogo pode mudar rápido", disse Luisa, em comunicado à imprensa.
Olmos (49ª) e Pegula (5ª do mundo em simples, 204ª em duplas), adversárias das quartas de final, alcançaram um grande resultado nas oitavas. Na segunda-feira, elas venceram, em dois sets (duplo 6/3), a parceria campeã do Aberto da Austrália, o principal torneio do início de temporada, formada pela chinesa Shuai Zhang (12ª) e a belga Elise Mertens, melhor duplista do ranking atualmente.
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Se passarem por Olmos e Pegula, Luisa e Dabrowski podem ter pela frente a dupla que as eliminou das duas últimas competições, entre elas o Aberto da Austrália. Para isso, a parceria da cazaque Anna Danilina (7ª) e a sérvia Aleksandra Krunic (11ª) têm de vencer a formada pela indiana Rutuja Bhosale (142º) e a tailandesa Peangtarn Plipuech (128º), em confronto previsto para quarta-feira (18), ainda sem horário.
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A manhã deste sábado (21) pode ser de título para o tênis brasileiro. A partir de 9h30 (horário de Brasília), a dupla formada pela paulista Luisa Stefani, número 14 do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), com a canadense Gabriela Dabrowski (10ª) decide o WTA 1000 de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, contra a parceria da alemã Laura Siegemund (31ª) e a russa Vera Zvonareva (81ª).
Se for campeã, Luisa retorna ao top-10 do ranking, assumindo o 10º lugar da lista. A paulista ocupou posto entre as dez melhores duplistas do mundo entre novembro de 2021 e a segunda semana de janeiro, retornando entre setembro e outubro de 2023 e, depois, de abril a maio de 2024. Dabrowski, por sua vez, pode pular para segundo lugar. Em caso de vice, a brasileira mantem o 14º lugar e a canadense sobe para terceiro.
Luisa pode conquistar o 15º título da carreira. Dos 14, dois foram ao lado de Dabrowski: o WTA 1000 de Montreal, no Canadá, em 2021; e o WTA 250 de Chennai, na Índia, no ano seguinte.
A classificação à 24ª final da carreira da brasileira veio com gosto de revanche. Nesta sexta-feira (20), ela e Dabrowski derrotaram a parceria da cazaque Anna Danilina (7ª) e a sérvia Aleksandra Krunic (11ª) por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/2 e 10-6 no super tie-break (set desempate no qual vence quem chegar a 10 pontos ou 11 pontos em diante, que abrindo dois de vantagem), em 1h29 de partida.
Danilina e Krunic tinham derrotado a parceria entre a paulista e a canadense nos dois últimos eventos: o WTA 1000 de Doha, no Catar, e o Aberto da Austrália. Curiosamente, os confrontos também ocorreram em semifinais.
"Super feliz com a primeira final da temporada. Mais um jogo duro contra elas, um jogo que acaba incomodando, mas mantivemos a paciência. Fizemos pequenos ajustes dos jogos passados, aproveitamos as oportunidades no segundo set e jogamos um super tie-break mais sólidas, mais firme que elas", analisou Luisa, em comunicado à imprensa.


