Licitação no Pôr do Sol e Greve dos Vigilantes em Destaque

Câmara Legislativa discute obras no Pôr do Sol e a ameaça de greve dos vigilantes, enquanto denúncias sobre contratos de educação ganham atenção.

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Na sessão ordinária da Câmara Legislativa, realizada em 26 de maio de 2026, a liberação da licitação para obras de infraestrutura na região do Pôr do Sol, próxima a Ceilândia, foi um dos principais temas discutidos. O deputado Max Maciel, do PSOL, destacou a aprovação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) para o investimento de R$ 80 milhões, oriundos do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), nas obras da cidade. 'Essas intervenções vão trazer mais dignidade aos moradores daquela área', afirmou Maciel, enfatizando a urgência das melhorias necessárias.

O deputado também mencionou sua visita ao Pôr do Sol no último final de semana, onde percebeu a falta de espaços de lazer, uma preocupação crescente na comunidade local. Ele expressou frustração quanto aos obstáculos ambientais, jurídicos e normativos que dificultam a alocação de emendas parlamentares para as obras essenciais na região.

Além disso, o deputado Chico Vigilante, do PT, abordou a situação tensa nas negociações entre os vigilantes e o sindicato patronal. Ele alertou sobre a possibilidade de uma greve, caso as discussões não avancem, com uma assembleia marcada para o dia 10 de junho. Vigilante destacou que uma greve impactaria o funcionamento de hospitais e diversos órgãos públicos, ressaltando que a convenção coletiva dos vigilantes venceu em dezembro e que, apesar das reivindicações apresentadas em outubro, as negociações não progrediram. A proposta de reajuste de 3,9% a partir de setembro, feita pelo sindicato patronal, não foi bem recebida pela categoria.

Por fim, o deputado Gabriel Magno, do PT e presidente da Comissão de Educação e Cultura da CLDF, trouxe à tona uma denúncia protocolada no Tribunal de Contas do DF e no Ministério Público, focando em um contrato da Secretaria de Educação do DF no valor de R$ 98 milhões, destinado à aquisição de pratos e talheres para a rede pública de ensino. 'É lamentável a desastrosa gestão da educação pública no DF', expressou Magno, demonstrando sua indignação com a situação.

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