João Munhoz é preso em investigação da morte de Isabelle Caracristi
A prisão do namorado de Isabelle Caracristi ocorre após a jovem ser encontrada morta em Fortaleza, gerando grande repercussão e clamor por justiça.
© Isabelle Caracristi/Instagram
A Polícia Civil do Ceará (PCCE) prendeu, nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, João Munhoz Neto, namorado da estudante Isabelle Caracristi, encontrada morta em 13 de setembro no condomínio onde vivia com ele, no bairro Aldeota, em Fortaleza. A prisão preventiva foi solicitada pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), que mantém o caso em sigilo e não divulgou os motivos por trás da decisão. A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) confirmou a prisão e uma nota sobre o assunto deve ser divulgada ainda hoje.
No dia anterior, 21 de setembro, a PCCE realizou várias oitivas para esclarecer os detalhes do caso. A defesa de João Munhoz Neto se pronunciou, afirmando que está dedicada ao acompanhamento do processo. "Devido à intensidade e à dinâmica contínua dos atos realizados ao longo do dia, não conseguiremos conceder entrevistas ou responder a perguntas específicas neste momento", diz a nota dos advogados.
A morte de Isabelle teve grande repercussão após sua mãe, a professora Isorlanda Caracristi, compartilhar um vídeo na sexta-feira, 18 de setembro, clamando por justiça. Isorlanda revelou que seu último contato com Isabelle foi por meio de duas mensagens no WhatsApp no início da noite de domingo, onde a jovem expressou seu amor e pediu que a mãe verificasse uma comida na airfryer.
Após não receber mais respostas, Isorlanda tentou contatar o namorado da filha, mas descobriu que havia sido bloqueada. "Para minha surpresa, eu estava bloqueada. Tentei pelo Instagram dele e também fui bloqueada. Em um outro perfil pessoal, a mesma coisa. Totalmente bloqueada. Foi então que entrei em desespero", desabafou.
Isorlanda só soube da morte da filha ao ir ao condomínio onde Isabelle morava. A síndica informou os familiares sobre o falecimento, ocorrido na noite anterior. Quanto às causas da morte, a SSPDS ainda não possui um laudo da perícia forense que identifique o que aconteceu com a jovem, e o caso segue sob investigação na 2ª Delegacia de Polícia Civil da Capital.
