Investigações da PF: Lulinha e Marcola em Destaque
A PGR recomenda que inquéritos sobre Lulinha sejam enviados à primeira instância, revelando conexões intrigantes com Marcola.
Por Natuza Nery — São Paulo
21/08/2026, 00h40 | Atualizado em 21/08/2026
A Procuradoria-Geral da República (PGR) fez uma recomendação importante: que os três inquéritos que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, sejam encaminhados para a primeira instância do Judiciário. Essas investigações, que têm como pano de fundo um esquema de descontos indevidos no INSS, não o acusam diretamente de qualquer envolvimento. O ponto aqui é que a Polícia Federal apreendeu o celular da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. Durante a análise do aparelho, foram encontrados indícios que sugerem a possibilidade de tráfico de influência por parte do filho do presidente. Além disso, o conteúdo revelado no celular de Roberta também estabelece uma conexão entre ela e Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que foi chefe de gabinete do presidente até julho. Segundo as investigações, Marcola recebeu dinheiro da empresária.
Nesse contexto, Natuza Nery bate um papo com Reynaldo Turollo Jr., repórter que vem acompanhando esse caso desde o seu início. Ele vai explicar os detalhes dos três inquéritos, as suspeitas que cercam Lulinha e o impacto político disso no cerne da campanha de Lula à reeleição.
Convidado: Reynaldo Turollo Jr., repórter do g1 em Brasília.
O podcast O Assunto é fruto do trabalho de uma equipe dedicada: Luiz Felipe Silva, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Marco Antônio Martins. Neste episódio, também contou com a colaboração de Thomé Granemann. A apresentação fica por conta de Natuza Nery.
As Conexões que Levaram a PF até Lulinha
O Assunto é o podcast diário do g1, acessível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde seu lançamento, em agosto de 2019, o podcast já acumulou mais de 168 milhões de downloads. No YouTube, as visualizações ultrapassam 14,2 milhões.
Além disso, uma pesquisa do Datafolha revelou que a maioria dos brasileiros se opõe à eutanásia e ao suicídio assistido, embora haja divisões em relação à interrupção de tratamentos.
Marcola e Lulinha — Foto: Reprodução
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