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Intrigas Políticas de 2026: Casos Lulinha e Master em Foco
Entenda como os casos Lulinha e Master influenciam a eleição e a dinâmica do STF em 2026.
Reprodução
Apresentadora do Estúdio i, na GloboNews.
21/08/2026 07h33 Atualizado 21/08/2026
Atualmente, alguns dos casos mais explosivos estão em pauta, como o INSS/Lulinha, a atuação da lobista relacionada a esse caso e o caso Master, todos imersos na intensa disputa interna que se desenrola no STF.
Na prática, a Corte está dividida em diferentes grupos e alianças, com Alexandre de Moraes de um lado e André Mendonça ganhando força no outro.
A eleição de 2026 não se trata apenas de definir quem assumirá a presidência. Ela pode, de fato, moldar quem terá mais influência no Supremo a partir de 2027.
Um dos grandes desafios para o governo é a extensão do caso Lulinha, que levanta muitas dúvidas, especialmente sobre como isso pode impactar os eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste ano.
Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, está sob o olhar atento de três inquéritos autorizados pelo Supremo a pedido da Polícia Federal. Essas investigações são desdobramentos da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes relacionadas a benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A reabertura dos trabalhos no STF — Foto: Reprodução
A preocupação no governo é palpável. Interlocutores comentam que é difícil avaliar o impacto político do caso, pois, neste momento, ninguém tem certeza sobre o que mais pode surgir em relação a Lulinha.
Sem uma noção clara do tamanho da situação, fica complicado elaborar uma estratégia política sólida. O lema que circula no governo é: “não dá para explicar Lulinha se Lulinha não se explicar”.
Além disso, há uma dinâmica adicional acontecendo dentro do Supremo Tribunal Federal. O que muitos estão chamando de “Game of Thrones” do STF também se desenrola em 2026.
Estamos diante de pelo menos três cadeiras em jogo — as dos ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia e a vaga deixada por Luís Roberto Barroso — e outras duas podem surgir na disputa. Portanto, a eleição presidencial tem o potencial de redesenhar a composição e a correlação de forças na Corte. E essa batalha já começou.
Em 2027, Alexandre de Moraes assumirá a presidência do STF. Hoje, a Corte se encontra fragmentada em grupos e alianças, com Moraes liderando uma facção e André Mendonça ganhando força em outra.
O ponto crucial é que os casos mais explosivos do momento — INSS/Lulinha, a atuação da lobista e o caso Master — estão entrelaçados a essa disputa interna e, ao mesmo tempo, têm um impacto eleitoral significativo.
Por isso, a eleição de 2026 não vai apenas decidir quem ocupará o Planalto, mas também pode determinar qual grupo terá mais influência no Supremo a partir de 2027. E, antes mesmo das urnas, esses processos podem moldar o tom da própria campanha.
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