Impacto da nova lei sobre farmácias em supermercados nos pequenos negócios
Farmácias em supermercados: saiba o impacto da nova lei para os pequenos negócios
A nova lei nº 15.357, em vigor desde 27 de março de 2026, permite a instalação de farmácias ou drogarias dentro de supermercados. Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, essa medida visa facilitar o acesso da população a medicamentos, sempre respeitando as exigências sanitárias e garantindo a segurança na dispensação.
Para que essa instalação aconteça, é essencial que o espaço destinado à farmácia seja físico, delimitado e exclusivo para a atividade farmacêutica. Atualmente, existem cerca de 105 mil pequenos negócios no setor de farmácias no Brasil, que acompanharam de perto a tramitação do Projeto de Lei no Congresso.
Segundo Flávio Petry, analista de Competitividade do Sebrae, essa nova legislação pode ser uma oportunidade valiosa para que as farmácias se aproximem ainda mais de seus clientes, destacando-se assim no mercado. Ele enfatiza a importância de que as pequenas farmácias melhorem seu atendimento, não apenas nos pontos de venda físicos, mas também nas plataformas digitais, como o WhatsApp.
Vale ressaltar que os supermercados não poderão vender medicamentos de forma indiscriminada; essa atividade precisa ser complementar e funcionar separadamente das outras operações do supermercado. Além disso, a lei exige que farmacêuticos habilitados estejam presentes durante todo o horário de funcionamento e que a entrega de medicamentos ocorra apenas após o pagamento, com os produtos sendo transportados em embalagens lacradas e identificáveis.
Atualizado há 27 horas
É o bom e velho relacionamento com o público, compreender, ter uma boa base de conhecimento, entender os seus hábitos de consumo e, a partir daí, trabalhar esse relacionamento.
Segundo ele, é fundamental que as pequenas farmácias aprimorem o atendimento não somente nos canais físicos, mas também nos meios digitais. “Um atendimento próximo, humanizado, dentro de um WhatsApp, por exemplo, faz toda a diferença. As farmácias de bairro, com sua entrega rápida, conseguem trazer algo a mais do que a operação nos supermercados”, apontou.
Atualizado há 34 horas
Flávio Petry, analista de Competitividade do Sebrae, explica que a lei traz a possibilidade de os supermercados exercerem a atividade de forma complementar dentro de sua operação. Assim, as farmácias funcionarão como uma categoria separada das demais operações do supermercado. Além disso, a legislação exige que farmacêuticos legalmente habilitados estejam presentes durante todo o horário de funcionamento. A dispensação de medicamentos só poderá ocorrer após o pagamento, ou os produtos devem ser transportados do balcão de atendimento até o local de pagamento em embalagem lacrada, inviolável e identificável.
