II Fórum de Gestão da Cultura Viva: Participe da 6ª Teia Nacional
Evento importante em Aracruz reúne gestores e agentes culturais para discutir a Política Nacional de Cultura Viva, dias 19 e 20 de maio de 2026.
Nos dias 19 e 20 de maio de 2026, ocorrerá o II Fórum Nacional de Gestores e Gestoras da Política Nacional de Cultura Viva, no Sesc Praia Formosa, em Aracruz, Espírito Santo. Este evento integra a 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática.
O Fórum reunirá secretários e secretárias de Cultura, gestores públicos, dirigentes, servidores, pesquisadores e representantes de Pontos e Pontões de Cultura. Jovens agentes da Cultura Viva e interessados estão convidados a participar desta discussão vital sobre a consolidação da Política Nacional de Cultura Viva no Brasil.
Este encontro será um espaço estratégico para articular ações entre diferentes níveis de governo, ouvindo demandas e pactuando diretrizes para fortalecer a Cultura Viva como política de Estado. O objetivo é promover uma gestão cultural descentralizada, participativa e enraizada nas comunidades.
A programação abordará temas como governança compartilhada, participação social, instrumentos legais e normativos, Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura, indicadores, a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura e o Sistema Nacional de Cultura em relação à justiça climática.
Entre os resultados esperados, destaca-se a construção de uma agenda prioritária para a Política Nacional de Cultura Viva, que abrangerá o período de 2026 a 2036, além de contribuições significativas para a Carta Pontos de Cultura pela Justiça Climática. Diretrizes para fortalecer a gestão compartilhada e a implementação da Política Aldir Blanc na Cultura Viva também serão discutidas, tornando este um momento crucial para moldar o futuro cultural do país.
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O Fórum reafirma a Cultura Viva como política de base comunitária, estruturada na gestão compartilhada, na participação social e na atuação em rede nos territórios. A abertura foi marcada pela convergência em torno de um desafio central: fortalecer a articulação entre União, estados e municípios, garantindo a consolidação da política dentro do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Nesse contexto, a governança compartilhada e o protagonismo da sociedade civil foram apontados como elementos estruturantes. Durante a mesa, a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura destacou o papel da política nesse arranjo, afirmando os direitos culturais como direitos fundamentais dentro do Sistema Nacional de Cultura. O diretor do Sistema Nacional de Cultura ressaltou o momento atual de consolidação, destacando que a Cultura Viva se consolida como uma política federativa vinculada ao Sistema Nacional de Cultura, que é, essencialmente, um sistema de pactuação. O caráter formativo e estratégico do Fórum também foi ressaltado, sendo um espaço de formação e construção de soluções, para que a política chegue de fato aos territórios. No campo da implementação, o crescimento da política trouxe novos desafios, como a ampliação do Cadastro Nacional de Pontos de Cultura, que exige atenção à qualidade dos processos.
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Na manhã do dia 19, Aracruz foi palco do 3º Encontro Nacional dos Pontos de Cultura: redes de base comunitária pela Cidadania Climática e do 1º Encontro Nacional de Agentes Jovens Cultura Viva. As atividades reuniram representantes do Ministério da Cultura (MinC), da Comissão Nacional de Pontos de Cultura, Pontões temáticos, agentes jovens e lideranças culturais de diferentes territórios do país.
A mediação do 3º Encontro Nacional dos Pontões de Cultura ficou a cargo de Damiana Campos, consultora Unesco para Cultura Viva. O encontro foi um espaço de articulação, escuta e formulação de diretrizes, com foco na cidadania climática e no fortalecimento da atuação em rede. Já o 1º Encontro Nacional de Agentes Jovens Cultura Viva reforçou o reconhecimento das juventudes como sujeitos políticos e culturais.
Iara da Costa Zannon, coordenadora-geral de Parcerias da Cultura Viva, destacou o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos agentes e Pontões em todo o Brasil. Walter Cedro também ressaltou a importância dessas redes para a chegada da política pública aos territórios, afirmando que os Pontões de Cultura são fundamentais para isso.
No período da tarde, os Agentes Jovens Cultura Viva participaram de uma roda de apresentação e troca de experiências, mediada por Luís Augusto Rodrigues e Débora Rebello Lima. Durante a atividade, Henrique Miranda, Agente Jovem Cultura Viva de São Paulo, destacou a importância da acessibilidade para garantir a presença de pessoas surdas em espaços culturais.
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Durante a mesa, a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura destacou o papel da política nesse arranjo, afirmando os direitos culturais como direitos fundamentais dentro do Sistema Nacional de Cultura. O diretor do Sistema Nacional de Cultura ressaltou o momento atual de consolidação, destacando que a Cultura Viva se consolida como uma política federativa vinculada ao Sistema Nacional de Cultura, que é, essencialmente, um sistema de pactuação. O caráter formativo e estratégico do Fórum também foi ressaltado, sendo um espaço de formação e construção de soluções, para que a política chegue de fato aos territórios. No campo da implementação, o crescimento da política trouxe novos desafios, como a ampliação do Cadastro Nacional de Pontos de Cultura, que exige atenção à qualidade dos processos.
