Ibovespa Hoje: Bolsa sobe 1,66% e busca encerrar 11 quedas
Após 11 quedas seguidas, o Ibovespa avança 1,66%, impulsionado por ações de bancos e commodities, enquanto o dólar se desvaloriza.

Bolsas dos EUA avançam com alívio nos Treasuries, que reduzem pressão no mercado de títulos
Nos últimos 12 meses, a Hapvida viu seu valor de mercado cair em R$ 14,2 bilhões.
Segundo dados das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados nesta quarta-feira, 19, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pecuaristas abateram 10,72 milhões de bovinos sob algum tipo de inspeção sanitária no segundo trimestre de 2026.
O número representa um aumento de 1,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e um crescimento de 4,2% comparado ao primeiro trimestre de 2026. Nesse período, a produção de carcaças bovinas totalizou 2,76 milhões de toneladas, marcando um incremento de 3,0% em relação ao segundo trimestre de 2025 e 4,7% em relação ao primeiro trimestre de 2026.
Por outro lado, o governo Trump está focado em Tomoko Akane e Abdoulaye Seye, anunciando uma nova rodada de medidas contra integrantes do tribunal de Haia.
Na bolsa de Wall Street, os investidores estão voltando às compras, impulsionados pelo alívio nos Treasuries, que apresentam queda em toda a curva.
O Departamento do Tesouro anunciou um aumento no programa de recompra de títulos de longo prazo, o que ajudou a melhorar o sentimento do mercado. Contudo, as tensões no Oriente Médio continuam a ser uma preocupação, assim como a ata da mais recente reunião do Federal Reserve, que está na mira dos analistas.
O Ibovespa busca romper uma sequência de 11 quedas consecutivas e sobe com força hoje, registrando um avanço de 1,66%, alcançando 169.090,85 pontos — um salto de 3 mil pontos em relação ao fechamento de ontem. As ações de grandes bancos se destacam, assim como as da PETR4 e VALE3.
A alta é generalizada, com apenas três ativos no Ibovespa apresentando recuo. Em contrapartida, o dólar comercial está em queda acentuada, com uma desvalorização de 1%, cotado a R$ 5,16, enquanto os juros futuros também registram perdas em toda a curva.
No cenário internacional, as tensões no Estreito de Ormuz mantêm o petróleo em alta. A commodity já avança há quatro pregões consecutivos, impulsionada pelos temores de interrupções na oferta, o que gera cautela nos mercados globais.
Esse movimento ocorre à espera da divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, agendada para a tarde, que pode fornecer novas pistas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos. A ata da reunião de julho, na qual o Fed decidiu manter os juros inalterados, será divulgada às 15h. O presidente da instituição, Kevin Warsh, gerou apreensão nos mercados ao não dar muitas informações sobre como o banco central dos EUA pode reagir à inflação persistente.
Em um contexto mais amplo, os custos de empréstimos de longo prazo dispararam em diversos países, como EUA, Alemanha e Japão, preocupando os investidores com a crescente dívida pública e a inflação elevada, que, em parte, é alimentada pela guerra no Irã.
Donald Trump, por sua vez, afirmou na terça-feira que não existem negociações em andamento com o Irã e reiterou que o Estreito de Ormuz está aberto, em desacordo com a declaração iraniana de que a via marítima estaria fechada para navegação. Enquanto isso, na agenda nacional, o ministro da Fazenda, Dario Dur...