Google Earth Inova com Imagens em IA para Locais Reais
Descubra como a nova funcionalidade do Google Earth transforma a visualização de locais com imagens geradas por IA, disponível desde 30 de julho de 2026.

O Google anunciou uma novidade empolgante nesta quinta-feira, 30 de julho de 2026: a integração do modelo de geração de imagens Nano Bana 2 ao Google Earth. Com essa inovação, usuários poderão criar imagens personalizadas na interface, utilizando mapas e estruturas tridimensionais que refletem a realidade. Essa funcionalidade já está disponível globalmente, embora com restrições de uso que variam conforme o plano escolhido. Para usuários do plano Pro Avançado, que oferece acesso ilimitado às imagens geradas pela inteligência artificial, o custo é de US$ 150, equivalente a aproximadamente R$ 760.
Essa adição reforça os investimentos do Google na versão web do Earth, especialmente relevante, pois a ferramenta para desktop será descontinuada no próximo ano, conforme anunciado no início deste mês. A proposta é transformar o mapa em uma plataforma para criações visuais, incluindo simulações urbanísticas, reconstruções históricas e infográficos sobre pontos turísticos, conforme destacado no comunicado do Google.
No final das contas, a nova ferramenta se integra à navegação comum do Google Earth na web. O processo para utilizá-la é simples e pode ser aplicado em diferentes escalas, desde um lote específico até bairros, monumentos, cidades ou regiões históricas. Essa nova abordagem promete expandir as possibilidades de exploração e criação dentro do Google Earth.
Atualizado há menos de 1 hora
Menos de 24 horas após o lançamento, o Google desativou o recurso devido a críticas sobre a facilidade de criar imagens realistas de catástrofes e ataques, que poderiam ser usadas em campanhas de desinformação. A empresa reconheceu que, apesar das intenções positivas, houve violações de suas políticas. Enquanto trabalha em restrições mais sólidas, o Google ressaltou que as imagens não eram visíveis para outros usuários e possuíam marcas d'água para identificação.
Atualizado há 23 horas
Menos de 24 horas após o lançamento, o Google desativou o recurso devido a críticas sobre a facilidade de criar imagens realistas de catástrofes e ataques, que poderiam ser usadas em campanhas de desinformação. A empresa reconheceu que, apesar das intenções positivas, houve violações de suas políticas. Enquanto trabalha em restrições mais sólidas, o Google ressaltou que as imagens não eram visíveis para outros usuários e possuíam marcas d'água para identificação. Usuários e especialistas demonstraram como era simples usar a ferramenta para criar imagens enganosas, como acampamentos de pessoas sem teto em Los Angeles e manifestantes diante da sede do Google. A facilidade de gerar imagens realísticas levou a uma avalanche de críticas contra o Google.
Atualizado há 47 horas
Usuários e especialistas demonstraram como era simples usar a ferramenta para criar imagens enganosas, como acampamentos de pessoas sem teto em Los Angeles e manifestantes diante da sede do Google. Diversos exemplos surgiram, incluindo imagens falsas de uma Torre Eiffel desabada, um buraco engolindo a Grande Pirâmide de Gizé e tanques russos na capital da Ucrânia. O pesquisador de segurança da informação Henk van Ess destacou a facilidade de gerar cenários fictícios, como refugiados na fronteira com o México e acidentes fatais em Amsterdã, usando apenas uma frase.
