Festival de Artes do MinC Reúne Trabalhadores em Brasília

Evento híbrido promove integração entre servidores do Ministério da Cultura e artistas vinculados, celebrando a diversidade cultural em 2026.

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Foto: Giba/MinC

Na terça-feira, dia 27, o Ministério da Cultura (MinC) promoveu o Festival de Artes do MinC e Vinculadas, um evento que destacou a riqueza da cultura brasileira.

O festival aconteceu no Auditório Ipê Amarelo, em Brasília, e contou com apresentações ao vivo, além de uma transmissão online que possibilitou a participação de trabalhadores que estão fora do Distrito Federal.

A abertura do festival foi realizada por Bruna Santos, coordenadora-geral de Gestão de Pessoas (Cogep), que enfatizou a mobilização das equipes e a importância da integração com as entidades vinculadas. "A cada manifestação artística que vejo, fico cada vez mais encantada com vocês. Descubro poetas, cantores, dançarinos, artistas de circo. As formas de arte são tão diversas. Como este é o primeiro ano que conseguimos reunir todos, alguns ainda estavam tímidos e optaram pela participação online. Mas, sejam muito bem-vindos a este festival; é um momento só para celebrar", afirmou Bruna.

A importância da integração institucional foi um dos pontos destacados pelos participantes. Martina Sanches Guenther, servidora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), trouxe suas ilustrações para expor no hall do evento. Para Martina, essa iniciativa representa um passo significativo para unir as equipes. "Estamos vivendo um momento especial, o primeiro festival após a reforma que unificou as carreiras da cultura. É uma oportunidade de nos encontrarmos como servidores do Ministério da Cultura, cada um em sua área, mas todos juntos por um mesmo propósito", comentou.

Priscila Abreu, que trabalha no MinC há 20 anos e apresentou duas danças do ventre, também fez questão de lembrar da trajetória do festival. Ela acompanhou a ideia desde sua primeira edição, criada por trabalhadores artistas que buscavam um espaço para se expressar dentro da instituição. "Houve um tempo em que ficamos sem o festival, mas em 2023 conseguimos retomar. Este ano, especialmente, contamos com a contribuição das vinculadas, e espero que isso continue por muitos anos", disse Priscila.

O formato híbrido do festival foi uma grande vantagem, permitindo que servidores em teletrabalho ou localizados em outros estados pudessem acompanhar tudo em tempo real. Frederico Guimarães Cardoso, músico e servidor, teve a alegria de tocar com sua banda, com seu filho Benjamim na bateria. Ele comentou sobre o alcance da transmissão: "Meus familiares são do Nordeste, de Recife, e eles estarão assistindo às apresentações. É uma maneira de unir a família e os amigos do trabalho", destacou Frederico.

Durante o dia, o festival ofereceu uma variedade de manifestações artísticas, incluindo uma apresentação de piano, canto e flauta com Carlos Antonio Oliveira da Cruz, além de um curta-metragem de Be...

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