EUA Confirmam Morte de Quatro em Ataque a Barco no Caribe
Forças Armadas dos EUA realizam ataque a embarcação ligada ao tráfico de drogas no Caribe, aumentando tensões na região.
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20 de setembro de 2026, 13h02 (atualizado no mesmo dia)
As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram que, no último sábado (19), realizaram um ataque a uma embarcação no Caribe, resultando na morte de quatro pessoas. Segundo as autoridades militares, os indivíduos alvos da ação estariam ligados ao tráfico de drogas.
Em uma postagem no X, o Comando Sul das Forças Armadas destacou: “Informações de inteligência confirmadas revelaram o envolvimento ativo da embarcação no narcotráfico.” Essa ação se encaixa em uma campanha que vem sendo desenvolvida desde o ano passado, com foco no que o governo Trump classificou como “narcoterroristas”.
O ataque deste sábado acontece apenas 10 dias após outro incidente na mesma região, que resultou na morte de três pessoas, conforme relataram as Forças Armadas dos EUA.
Desde o início dessa campanha, os ataques direcionados às embarcações no Caribe e no Pacífico Oriental já ceifaram a vida de mais de 220 pessoas. No entanto, grupos de direitos humanos têm denunciado essas ações, chamando-as de “execuções extrajudiciais”.
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Atualizado há menos de 1 hora
Um grupo de parlamentares de 13 países das Américas divulgou uma declaração conjunta pedindo o fim dos ataques realizados pelos Estados Unidos contra pequenas embarcações no Caribe e no Pacífico oriental. Mais de 70 legisladores dos Estados Unidos, Brasil, Colômbia, Argentina, Chile, Equador, Honduras, Uruguai, Canadá, Guatemala, México, Peru e Paraguai assinam o documento. Os parlamentares afirmam que não há evidências de que os alvos dos ataques representassem uma ameaça iminente que justificasse o uso de força letal. Eles também destacam que as identidades da maioria das vítimas permanecem desconhecidas e que muitas famílias não têm acesso a meios seguros para obter informações ou buscar reparação. A declaração questiona a eficácia da estratégia americana no combate ao tráfico de drogas, afirmando que os ataques não teriam reduzido significativamente o fluxo de cocaína para os EUA.


