
Eleições na Armênia: Pressão Russa e Desafios para Pashinyan
Armênia se prepara para eleições em 7 de junho, enfrentando pressão russa e incertezas políticas, enquanto Pashinyan busca reeleição.
For ordinary Armenians heading to the polls on 7 June, the economic costs of turning away from Russia will be front of mind
A Armênia se prepara para ir às urnas no dia 7 de junho, em meio a uma crescente pressão econômica da Rússia. O primeiro-ministro Nikol Pashinyan busca a reeleição com a promessa de integrar o país à Europa. Essa eleição tem atraído atenção internacional considerável, especialmente para esta pequena nação do Cáucaso do Sul, que tem se aproximado do Ocidente, mas ainda mantém laços com a Rússia, seu maior parceiro comercial.
Desde que assumiu o poder em 2018, Pashinyan tem sido uma figura chave nessa mudança, almejando a adesão à União Europeia e promovendo um processo de paz com o Azerbaijão. No entanto, sua popularidade despencou de 54% em 2021 para cerca de 30% atualmente. Esse descontentamento é em grande parte atribuído ao conflito delicado em Nagorno-Karabakh. Críticos afirmam que as concessões feitas em busca da paz comprometeram a segurança nacional, resultando em uma oposição fragmentada.
Além disso, as sanções econômicas impostas pela Rússia, que incluem um embargo às exportações armênias, pairam sobre o pleito, evidenciando a vulnerabilidade do país. O resultado da eleição é incerto, apesar de Pashinyan liderar as pesquisas, já que há uma desconfiança significativa da população em relação às figuras políticas. O ponto aqui é que, mesmo com a liderança nas intenções de voto, a situação é complicada e pode surpreender a todos.