Desemprego no Brasil atinge menor nível em 10 anos com pequenos negócios

Com taxa de 5,2%, Brasil registra a menor taxa de desemprego desde 2012, impulsionada por micro e pequenas empresas na geração de empregos.

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Desemprego no Brasil atinge menor nível em 10 anos com pequenos negócios
Reprodução Redes Sociais

O Brasil acaba de registrar, no trimestre que se encerrou em setembro, o menor índice de desemprego desde o início da série histórica da Pnad Contínua, que começou em 2012. Com uma taxa de 5,2%, esse resultado, obtido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), destaca a importância das micro e pequenas empresas na criação de novos postos de trabalho.

Um estudo realizado pelo Sebrae, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), revela que essas empresas foram responsáveis por mais da metade das vagas criadas no país entre janeiro e julho deste ano. Especificamente, das 972 mil novas oportunidades geradas na economia brasileira, 591 mil vieram de empreendimentos de micro e pequeno porte.

O presidente do Sebrae, Décio Lima, enfatiza que essa mínima histórica na taxa de desemprego e a redução do número de desocupados para 5,6 milhões são resultados diretos do trabalho dos empreendedores. Ele comenta: “A taxa de desemprego está em 5,2%, o que representa o menor nível desde 2012. Com isso, a população ocupada alcança 103,6 milhões. Os pequenos negócios, de fato, são os maiores geradores de empregos no país. Neste ano, mais de 60% dos novos postos de trabalho foram criados por micro e pequenas empresas. Não há distribuição de renda e dinamismo econômico sem o comércio local, os pequenos prestadores de serviços e as obras em nossa comunidade.”

Cenário nacional

Conforme os dados do IBGE, a taxa de desemprego de 5,2% reflete uma queda de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre que terminou em junho, quando era de 5,4%. Além disso, houve uma redução de 0,4 ponto percentual em comparação ao mesmo trimestre do ano passado, que registrou 5,6%. No total, o número de desocupados diminuiu 4% (ou seja, 234 mil pessoas a menos) em relação ao trimestre anterior e caiu 6,9% (o que equivale a 417 mil pessoas) em comparação com o ano anterior.

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