Desemprego no 3° Trimestre de 2026 Cai para 5,2%, Menor desde 2012

Dados do IBGE mostram que a taxa de desemprego atingiu 5,2% no terceiro trimestre de 2026, a menor desde 2012, refletindo uma recuperação econômica.

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A taxa de desocupação caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, marcando a menor taxa registrada para esse período desde 2012. No segundo trimestre deste ano, o desemprego era de 5,4%, e no mesmo trimestre do ano passado, chegou a 5,6%. Esses dados foram divulgados nesta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

A população desocupada, atualmente de 5,6 milhões, teve uma redução de 4% – o que equivale a 234 mil pessoas a menos – em comparação ao trimestre anterior, de abril a junho, quando eram 5,9 milhões. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, a queda é ainda mais significativa: 6,9%, ou seja, menos 417 mil pessoas.

Por outro lado, a população ocupada atingiu um total de 103,6 milhões de pessoas, um número recorde na série histórica. Nesse contexto, houve um aumento de 0,6% no trimestre (mais 581 mil) e de 1,2% no ano (mais 1,2 milhão).

Além disso, o nível de ocupação, que representa a porcentagem de pessoas trabalhando na população em idade ativa, atingiu a marca de 59%, também um recorde. Essa taxa subiu 0,2 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior (58,8%) e se manteve estável em comparação ao mesmo trimestre do ano passado (58,7%).

Outro dado interessante é que a taxa de informalidade se situou em 37,5% da população ocupada, correspondendo a 38,8 milhões de trabalhadores informais. Em comparação com os trimestres anteriores, essa taxa ficou ligeiramente acima dos 37,4% (ou 38,6 milhões) do trimestre anterior e dos 37,8% (ou 38,7 milhões) do ano passado.

Por fim, o IBGE destacou que o rendimento real habitual de todos os trabalhos se manteve em R$ 3.790 no trimestre, mas teve um crescimento de 3,6% em relação ao ano anterior, representando um acréscimo de R$ 131. A massa de rendimento real habitual, que chegou a R$ 387,5 bilhões, alcançou também o maior valor da série, com um crescimento de 1,5% no trimestre (mais R$ 5,6 bilhões) e de 4,7% no ano (mais R$ 17,5 bilhões).

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