Cortejo Tecendo Territórios: Encerramento da 6ª Teia Nacional
Evento em Santa Cruz destaca a importância da cultura e justiça climática, reunindo comunidades e promovendo políticas culturais no Brasil.

O Cortejo Tecendo Territórios pela Justiça Climática, realizado em Santa Cruz, Aracruz (ES), marcou o encerramento da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, enfatizou a relevância dessa iniciativa, que vai além de uma simples celebração: é uma reafirmação de uma política de 22 anos dedicada à valorização da cultura brasileira. Essa abordagem fortalece os territórios e dá visibilidade aos povos originários, frequentemente esquecidos.
Promovido pelo Ministério da Cultura, o evento evidenciou um crescimento notável nas políticas culturais de base comunitária no Brasil, com o número de pontos de cultura saltando de 4 mil para 16 mil, um avanço significativo. A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, destacou o legado do encontro, mencionando a articulação entre saberes e instituições e um compromisso para os próximos 10 anos do Cultura Viva.
O cortejo, que contou com a participação ativa de povos indígenas e comunidades tradicionais, foi um testemunho da construção da justiça climática a partir dos territórios. Leandro Anton, coordenador-geral de Articulação da Política Cultura Viva, ressaltou a conexão entre a cultura popular e a comunidade, um aspecto fundamental para fortalecer os laços sociais.
A presença de grupos de Congo ilustrou a rica diversidade cultural brasileira, enquanto representantes de povos originários reafirmaram sua relação íntima com o território, essencial para a identidade cultural. A experiência do público foi repleta de emoção e descoberta, com muitos compartilhando relatos sobre transformação e valorização cultural, evidenciando a importância da Teia Nacional como um espaço de diálogo e integração. Este evento não apenas celebrou a cultura, mas também plantou sementes para um futuro mais justo e inclusivo.
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A 6ª Teia Nacional consolidou-se como uma das maiores mobilizações culturais comunitárias do país, registrando 6.944 inscrições e 4.254 participantes credenciados presencialmente. Realizado entre 19 e 24 de maio de 2026, o evento promoveu encontros, debates e compreensões sobre o papel da cultura nos desafios climáticos. O Espírito Santo, estado anfitrião, concentrou o maior número de inscrições e credenciamentos, com 3.724 inscritos e 1.895 participantes presenciais. A programação incluiu encontros, oficinas, vivências territoriais, apresentações artísticas e atividades formativas, reforçando o diálogo entre cultura, ancestralidade e sustentabilidade. Márcia Rollemberg destacou o fortalecimento das redes culturais comunitárias e a gestão compartilhada da Política Nacional Cultura Viva, com ênfase nos Agentes Jovem Cultura Viva e na articulação da Rede Nacional de Pontões de Cultura. A edição evidenciou a importância das parcerias interministeriais e da ativação das políticas culturais nos territórios.
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A 6ª Teia Nacional consolidou-se como uma das maiores mobilizações culturais comunitárias do país, registrando 6.944 inscrições e 4.254 participantes credenciados presencialmente. Realizado entre 19 e 24 de maio de 2026, o evento promoveu encontros, debates e compreensões sobre o papel da cultura nos desafios climáticos. O Espírito Santo, estado anfitrião, concentrou o maior número de inscrições e credenciamentos, com 3.724 inscritos e 1.895 participantes presenciais. A programação incluiu encontros, oficinas, vivências territoriais, apresentações artísticas e atividades formativas, reforçando o diálogo entre cultura, ancestralidade e sustentabilidade. Márcia Rollemberg destacou o fortalecimento das redes culturais comunitárias e a gestão compartilhada da Política Nacional Cultura Viva, com ênfase nos Agentes Jovem Cultura Viva e na articulação da Rede Nacional de Pontões de Cultura. A edição evidenciou a importância das parcerias interministeriais e da ativação das políticas culturais nos territórios.
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A 6ª Teia Nacional consolidou-se como uma das maiores mobilizações culturais comunitárias do país, registrando 6.944 inscrições e 4.254 participantes credenciados presencialmente. Realizado entre 19 e 24 de maio de 2026, o evento promoveu encontros, debates e compreensões sobre o papel da cultura nos desafios climáticos. O Espírito Santo, estado anfitrião, concentrou o maior número de inscrições e credenciamentos, com 3.724 inscritos e 1.895 participantes presenciais. A programação incluiu encontros, oficinas, vivências territoriais, apresentações artísticas e atividades formativas, reforçando o diálogo entre cultura, ancestralidade e sustentabilidade. Márcia Rollemberg destacou o fortalecimento das redes culturais comunitárias e a gestão compartilhada da Política Nacional Cultura Viva, com ênfase nos Agentes Jovem Cultura Viva e na articulação da Rede Nacional de Pontões de Cultura. A edição evidenciou a importância das parcerias interministeriais e da ativação das políticas culturais nos territórios.
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A 6ª Teia Nacional consolidou-se como uma das maiores mobilizações culturais comunitárias do país, registrando 6.944 inscrições e 4.254 participantes credenciados presencialmente. Realizado entre 19 e 24 de maio de 2026, o evento promoveu encontros, debates e compreensões sobre o papel da cultura nos desafios climáticos. O Espírito Santo, estado anfitrião, concentrou o maior número de inscrições e credenciamentos, com 3.724 inscritos e 1.895 participantes presenciais. A programação incluiu encontros, oficinas, vivências territoriais, apresentações artísticas e atividades formativas, reforçando o diálogo entre cultura, ancestralidade e sustentabilidade. Márcia Rollemberg destacou o fortalecimento das redes culturais comunitárias e a gestão compartilhada da Política Nacional Cultura Viva, com ênfase nos Agentes Jovem Cultura Viva e na articulação da Rede Nacional de Pontões de Cultura. A edição evidenciou a importância das parcerias interministeriais e da ativação das políticas culturais nos territórios. Além das atividades presenciais, a Teia ampliou conexões entre territórios, coletivos e agentes culturais, fortalecendo processos colaborativos, iniciativas de participação social e estratégias de gestão compartilhada que seguem impulsionando a Cultura Viva nos mais diversos contextos do país.
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A edição de 2026 reafirmou o papel da Teia Nacional como espaço de encontro, articulação e mobilização da Rede Cultura Viva. Os dados consolidados do evento evidenciam o alcance da política pública e a capacidade de articulação das redes culturais comunitárias em todo o país.
Além das atividades presenciais, a Teia ampliou conexões entre territórios, coletivos e agentes culturais, fortalecendo processos colaborativos, iniciativas de participação social e estratégias de gestão compartilhada que seguem impulsionando a Cultura Viva nos mais diversos contextos do país.
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A 6ª Teia Nacional consolidou-se como uma das maiores mobilizações culturais comunitárias do país, registrando 6.944 inscrições e 4.254 participantes credenciados presencialmente. Realizado entre 19 e 24 de maio de 2026, o evento promoveu encontros, debates e compreensões sobre o papel da cultura nos desafios climáticos. O Espírito Santo, estado anfitrião, concentrou o maior número de inscrições e credenciamentos, com 3.724 inscritos e 1.895 participantes presenciais. A programação incluiu encontros, oficinas, vivências territoriais, apresentações artísticas e atividades formativas, reforçando o diálogo entre cultura, ancestralidade e sustentabilidade. Márcia Rollemberg destacou o fortalecimento das redes culturais comunitárias e a gestão compartilhada da Política Nacional Cultura Viva, com ênfase nos Agentes Jovem Cultura Viva e na articulação da Rede Nacional de Pontões de Cultura. A edição evidenciou a importância das parcerias interministeriais e da ativação das políticas culturais nos territórios.
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A 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática consolidou-se como uma das maiores mobilizações culturais comunitárias do país, com 6.944 inscrições e 4.254 participantes credenciados presencialmente. O evento, realizado entre 19 e 24 de maio de 2026 em Aracruz (ES), promoveu encontros, oficinas, vivências territoriais, apresentações artísticas e atividades formativas, reforçando o diálogo entre cultura, ancestralidade, sustentabilidade e direitos culturais. A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, destacou o fortalecimento das redes culturais comunitárias e a gestão compartilhada da Política Nacional Cultura Viva, com ênfase nos Agentes Jovem Cultura Viva e na articulação da Rede Nacional de Pontões de Cultura. A edição evidenciou a importância das parcerias interministeriais e da ativação das políticas culturais nos territórios, ampliando o alcance das ações culturais comunitárias em todo o país.
