Copa do Mundo: Adidas Brilha e Nike Enfrenta Derrotas

Na final da Copa do Mundo, a Adidas se destaca com suas seleções, enquanto a Nike vê suas apostas falharem nas semifinais.

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Na emocionante vitória da Espanha sobre a Argentina na final da Copa do Mundo, a Adidas se destacou como a grande vencedora da competição. Afinal, a marca não só é representada pelas duas seleções que chegaram à final, como também conta com muitos dos principais protagonistas do torneio em seu portfólio. Tanto a Espanha quanto a Argentina vestiram uniformes da fabricante alemã. Além disso, figuras como Lionel Messi, o ícone argentino, e Lamine Yamal, que brilhou ao longo da campanha espanhola, são parte dessa história, assim como Rodri, que foi eleito o melhor jogador da Copa.

Por outro lado, a Nike enfrentou um cenário bem diferente. A gigante norte-americana viu suas apostas mais promissoras saírem do torneio antes da decisão. As seleções da França e da Inglaterra, ambas patrocinadas pela marca, caíram nas semifinais. E Kylian Mbappé, um dos rostos mais conhecidos da Nike no futebol mundial, ficou fora da disputa pelo título.

O domínio da Adidas também se refletiu nas redes sociais. Messi, com mais de 500 milhões de seguidores no Instagram, continua sendo um dos atletas mais influentes do planeta. Lamine Yamal, por sua vez, já está perto de alcançar a marca de 50 milhões de seguidores, consolidando-se como um dos fenômenos da nova geração. Entre os jogadores argentinos, Julián Álvarez, Emiliano Martínez e Lisandro Martínez também estão entre os populares que calçam chuteiras da Adidas. O único que faz parte do grupo dos cinco mais seguidos da seleção e é patrocinado pela Nike é Leandro Paredes.

Vale lembrar que esta edição do torneio será a 10ª, marcada para acontecer entre 24 de junho e 25 de julho. Curiosamente, a empresa já havia feito uma simulação que apontava o bicampeonato da Espanha nesta Copa. Na Espanha, além de Lamine Yamal, Pedri e Pau Cubarsí também são atletas apoiados pela Adidas. Em contraste, Ferran Torres é patrocinado pela Under Armour, enquanto Marc Cucurella utiliza materiais da Puma.

A vantagem da Adidas já era evidente antes mesmo do apito inicial da Copa. Das 48 seleções que participaram do torneio, 14 vestiam uniformes da fabricante alemã, enquanto 12 optaram pela Nike. A Puma ficou logo atrás, com 11 equipes, e outras dez marcas dividiram os contratos restantes. Na prática, esse cenário ilustra o poder e a influência que a Adidas exerceu durante todo o campeonato.

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