Cooperação Ibero-Americana no Audiovisual é Destaque no Rio2C
Debate promovido pelo MinC destaca estratégias para fortalecer o mercado audiovisual e atrair investimentos internacionais na Ibero-América.

O Ministério da Cultura (MinC) e representantes do setor audiovisual ibero-americano promoveram um debate crucial sobre estratégias para fortalecer o mercado audiovisual e atrair investimentos internacionais. Esta discussão ocorreu durante o painel Film Commissions e coproduções na Ibero-América, parte do mercado de inovação Rio2C, realizado no Rio de Janeiro.
O encontro foi liderado por Joelma Gonzaga, secretária do Audiovisual do MinC, e Camila Gallardo Valenzuela, secretária-executiva de Economia Criativa do Chile. Ambas abordaram a importância das film commissions e das coproduções internacionais como formas eficazes de compartilhar custos e riscos.
Na prática, Gonzaga ressaltou a necessidade de estabelecer uma rede de comissões fílmicas para impulsionar a integração econômica na região. Valenzuela enfatizou que as políticas de coprodução são essenciais para aumentar a competitividade das indústrias locais.
Durante o painel, foi feita uma importante revelação: a criação da Brasil Film Commission. Este novo escritório federal tem como objetivo centralizar a governança do audiovisual no país, organizando-se em três pilares: apoio às filmagens, rede de film commissions e a própria Brasil Film Commission.
Essa estrutura visa criar um ambiente mais previsível e competitivo no mercado audiovisual brasileiro, representando um passo significativo para a indústria.
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Durante o evento, também foi abordada a economia criativa como ferramenta de desenvolvimento sustentável e redução das desigualdades, destacando a importância da cooperação internacional. Márcio Tavares, secretário-executivo do MinC, enfatizou que o fortalecimento da economia criativa exige cooperação entre os países da região e uma mudança de perspectiva nas relações internacionais do Brasil. O Programa Ibero-Americano de Indústrias Culturais e Criativas (PIICC), criado em 2024, foi citado como uma resposta às necessidades de estruturar políticas públicas para enfrentar desafios comuns, como a proteção dos direitos autorais no ambiente digital.
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Durante o evento, a economia criativa foi destacada como uma ferramenta potente para o desenvolvimento sustentável e a redução das desigualdades. Márcio Tavares, secretário-executivo do MinC, sublinhou a importância da cooperação entre os países ibero-americanos para fortalecer a economia criativa e a necessidade de uma mudança de perspectiva nas relações internacionais do Brasil. Ele destacou que o Programa Ibero-Americano de Indústrias Culturais e Criativas (PIICC), criado em 2024, é uma resposta às necessidades de estruturar políticas públicas para enfrentar desafios comuns, como a precarização do trabalho cultural e a proteção dos direitos autorais no ambiente digital.
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Durante o evento, a economia criativa foi destacada como uma ferramenta potente para o desenvolvimento sustentável e a redução das desigualdades. Márcio Tavares, secretário-executivo do MinC, sublinhou a importância da cooperação entre os países ibero-americanos para fortalecer a economia criativa e a necessidade de uma mudança de perspectiva nas relações internacionais do Brasil. Ele destacou que o Programa Ibero-Americano de Indústrias Culturais e Criativas (PIICC), criado em 2024, é uma resposta às necessidades de estruturar políticas públicas para enfrentar desafios comuns, como a precarização do trabalho cultural e a proteção dos direitos autorais no ambiente digital.
O diretor da área de Cultura da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), Raphael Callou, ressaltou que a cultura ainda enfrenta desafios de acesso na região e precisa ser compreendida como um direito garantido pelos Estados. “Quando falamos de economia criativa, falamos também de direito à participação na vida cultural. Isso exige investimento público e políticas consistentes”, afirmou.
Callou destacou ainda o impacto econômico da cultura e citou estudo desenvolvido pela OEI, Fundação Getulio Vargas (FGV) e Ministério da Cultura sobre a Lei Rouanet. Segundo a pesquisa, cada R$ 1 investido pela política gera retorno de R$ 7,53 para a economia brasileira. “Poucos setores têm uma capacidade multiplicadora tão forte. Trabalhar com dados e indicadores fortalece políticas públicas e facilita mecanismos de cooperação regional”, pontuou.
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Durante o evento, a economia criativa foi destacada como uma ferramenta potente para o desenvolvimento sustentável e a redução das desigualdades. Márcio Tavares, secretário-executivo do MinC, sublinhou a importância da cooperação entre os países ibero-americanos para fortalecer a economia criativa e a necessidade de uma mudança de perspectiva nas relações internacionais do Brasil. Ele destacou que o Programa Ibero-Americano de Indústrias Culturais e Criativas (PIICC), criado em 2024, é uma resposta às necessidades de estruturar políticas públicas para enfrentar desafios comuns, como a precarização do trabalho cultural e a proteção dos direitos autorais no ambiente digital. O diretor da área de Cultura da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), Raphael Callou, ressaltou que a cultura ainda enfrenta desafios de acesso na região e precisa ser compreendida como um direito garantido pelos Estados. “Quando falamos de economia criativa, falamos também de direito à participação na vida cultural. Isso exige investimento público e políticas consistentes”, afirmou. Callou destacou ainda o impacto econômico da cultura e citou estudo desenvolvido pela OEI, Fundação Getulio Vargas (FGV) e Ministério da Cultura sobre a Lei Rouanet. Segundo a pesquisa, cada R$ 1 investido pela política gera retorno de R$ 7,53 para a economia brasileira. “Poucos setores têm uma capacidade multiplicadora tão forte. Trabalhar com dados e indicadores fortalece políticas públicas e facilita mecanismos de cooperação regional”, pontuou. Na mesma direção, o diretor da Secretaria-Geral Ibero-Americana (SEGIB), Enrique Vargas, defendeu maior articulação regional para proteger os setores culturais diante das transformações globais e das disputas econômicas internacionais. “Precisamos sair para negociar juntos. A cultura tem valor simbólico, mas também números. Os ministérios da economia precisam compreender isso”, afirmou, defendendo a construção de mecanismos regionais de financiamento, dados culturais e ace
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Durante o evento, também foi discutido o desafio de ampliar o acesso ao audiovisual brasileiro em um país marcado por desigualdades de acesso e concentração das salas de cinema. A mesa 'Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira' reuniu especialistas que destacaram a importância de políticas públicas, inovação tecnológica e novas janelas de exibição para alcançar esse objetivo. Paulo Feitosa, do projeto CINE+, destacou a necessidade de comunicação eficaz para garantir a ocupação das salas de cinema, enquanto Daniela Fernandes apresentou a Tela Brasil, uma nova plataforma pública de streaming focada na difusão do audiovisual nacional e na formação de público, com ênfase em acessibilidade.
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Durante o evento, também foi discutida a questão do acesso ao audiovisual brasileiro, com ênfase na ampliação do público em regiões historicamente excluídas do circuito comercial. Paulo Feitosa, CEO do projeto CINE+, destacou a importância de levar cinema a municípios afastados através de um modelo de cooperação entre estados e municípios, utilizando incentivos fiscais. Além disso, o projeto Cinemóvel foi criado para levar sessões gratuitas a comunidades distantes, usando tela inflável e exibições ao ar livre. Daniela Fernandes, diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do MinC, apresentou a Tela Brasil, uma nova plataforma pública de streaming que visa promover o conteúdo brasileiro e formar público, destacando a prioridade para a acessibilidade do catálogo.
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Durante o evento, a questão do acesso ao audiovisual brasileiro em um país marcado por desigualdades foi destacada em um painel específico. A mesa "Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira" discutiu a importância de uma combinação de políticas públicas, inovação tecnológica e novas janelas de exibição para ampliar o acesso ao cinema nacional. Paulo Feitosa, do projeto CINE+, enfatizou o desafio de levar cinema a municípios historicamente excluídos do circuito comercial, utilizando um modelo de cooperação e incentivos fiscais para implementação de salas. Além disso, o projeto Cinemóvel foi mencionado como uma estratégia itinerante para alcançar comunidades distantes, oferecendo sessões gratuitas ao ar livre. Daniela Fernandes, do MinC, apresentou a Tela Brasil, uma nova plataforma pública de streaming, como uma política de formação de público para o cinema brasileiro, destacando seu foco em acessibilidade e licenciamento de conteúdo.
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Durante o evento, a questão do acesso ao audiovisual brasileiro foi amplamente discutida. A diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do MinC, Daniela Fernandes, destacou a importância da plataforma Tela Brasil, uma nova iniciativa do governo federal para promover o cinema nacional. Com um catálogo inicial de mais de 500 obras, a plataforma visa formar público e fortalecer o mercado, priorizando conteúdos brasileiros. Paulo Feitosa, CEO do projeto CINE+, ressaltou o desafio de levar cinema a municípios excluídos do circuito comercial, utilizando estratégias itinerantes como o Cinemóvel para alcançar comunidades afastadas.
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Durante o evento, também foi discutida a questão do acesso ao audiovisual brasileiro em um país marcado por desigualdades. A mesa "Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira" reuniu especialistas para debater estratégias de ampliação de acesso, destacando a importância de políticas públicas, inovação tecnológica e novas janelas de exibição. Daniela Fernandes, diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do MinC, apresentou a Tela Brasil, uma nova plataforma pública de streaming voltada à difusão do audiovisual nacional, com prioridade para o conteúdo brasileiro e a formação de público. O projeto CINE+, liderado por Paulo Feitosa, foi mencionado como um exemplo de cooperação entre estados e municípios para levar cinema a regiões historicamente excluídas do circuito comercial.
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Durante o evento, foi também realizada a mesa “Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira”, onde se discutiu a ampliação do acesso ao audiovisual nacional em um contexto de desigualdade. A diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do MinC, Daniela Fernandes, destacou a plataforma Tela Brasil, uma nova iniciativa pública de streaming que visa difundir o audiovisual brasileiro e formar público. A plataforma terá um catálogo inicial de mais de 500 obras, priorizando o conteúdo nacional e a acessibilidade, com 70% do acervo já adaptado para recursos acessíveis.
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Durante o evento, também foi discutida a questão do acesso ao audiovisual brasileiro, destacando-se a importância de levar filmes e produções nacionais a um público mais amplo, em um país marcado por desigualdades de acesso. A mesa 'Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira' reuniu especialistas que defenderam a combinação de políticas públicas, inovação tecnológica e novas janelas de exibição para ampliar esse acesso. Além disso, foi apresentada a plataforma Tela Brasil, uma iniciativa pública de streaming que visa difundir o audiovisual nacional e formar novos públicos, com um catálogo inicial de mais de 500 obras.
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Durante o evento, também foi discutida a necessidade de ampliar o acesso ao audiovisual brasileiro, considerando as desigualdades de acesso e a concentração das salas de cinema. A mesa "Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira" abordou a importância de políticas públicas, inovação tecnológica e novas janelas de exibição para promover o cinema nacional. Daniela Fernandes, diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do MinC, destacou a Tela Brasil como uma plataforma pública de streaming voltada à difusão do audiovisual nacional, com prioridade para o conteúdo brasileiro e a formação de público. Essa plataforma contará com um catálogo inicial de mais de 500 obras, com foco em acessibilidade.
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Durante o evento, a questão do acesso ao audiovisual brasileiro foi abordada em uma mesa intitulada 'Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira'. Este debate reuniu importantes figuras do setor, como Daniela Fernandes, diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do MinC, e Paulo Feitosa, CEO do projeto CINE+. Eles discutiram a importância de ampliar o acesso através de políticas públicas, inovação tecnológica e novas janelas de exibição. Paulo Feitosa destacou o desafio de levar cinema a municípios excluídos do circuito comercial, enquanto Daniela Fernandes apresentou a Tela Brasil, uma nova plataforma pública de streaming voltada à difusão do audiovisual nacional, priorizando o conteúdo brasileiro e a formação de público.
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Durante o evento, a questão do acesso ao audiovisual brasileiro em um país marcado por desigualdades foi abordada na mesa 'Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira'. Este debate destacou a importância de políticas públicas, inovação tecnológica e novas janelas de exibição, incluindo salas de cinema, streaming, TV aberta e experiências itinerantes. A diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do MinC, Daniela Fernandes, enfatizou a criação da plataforma Tela Brasil, um novo serviço de streaming público que prioriza o conteúdo brasileiro e a formação de público. A plataforma contará com um catálogo inicial de mais de 500 obras e foi desenvolvida com foco em acessibilidade, com 70% do catálogo já acessível.
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Durante o evento, a questão da ampliação do acesso ao audiovisual brasileiro foi abordada na mesa 'Audiovisual em toda parte: promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira'. Este debate reuniu importantes nomes do setor, como Daniela Fernandes, diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do MinC, e Paulo Feitosa, CEO do projeto CINE+, que destacaram a necessidade de políticas públicas e inovação tecnológica para promover uma maior distribuição e acesso às produções nacionais. A plataforma Tela Brasil, uma nova iniciativa de streaming público, foi apresentada como uma estratégia para fortalecer o mercado e formar público, com um catálogo inicial de mais de 500 obras audiovisuais.
