Controle de Armas e Munições: Aumenta a Preocupação no Brasil

Estudo recente revela que a violência e a impunidade são preocupações centrais na campanha eleitoral de 2026.

•2 min de leitura•Fonte original

Por Natuza Nery — São Paulo

20/10/2026, 00h30
Atualizado em 20/10/2026

Uma pesquisa realizada pela Quaest mostra que sete em cada dez brasileiros sentem que a violência aumentou significativamente. Além disso, dois em cada três entrevistados acreditam que os criminosos enfrentam menos punições. Esses dados elucidam por que a segurança pública é um dos tópicos mais debatidos na atual campanha eleitoral, especialmente nos últimos dias.

Na semana passada, o Senado analisou a PEC da Segurança Pública. Em uma entrevista à TV Globo, o presidente Lula (PT) manifestou, pela primeira vez, seu apoio à redução da maioridade penal, um tema que também é defendido pela oposição, embora com propostas divergentes. A entrevista de Flávio Bolsonaro (PL) destacou outro aspecto importante: um projeto de lei que sugere o fim da identificação de munições.

Convidado: Roberto Uchôa, pesquisador na Universidade de Coimbra e associado sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, além de ex-policial federal e civil no Rio de Janeiro.

O podcast "O Assunto" é produzido por uma equipe que inclui Luiz Felipe Silva, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento, Marco Antônio Martins e Thomé Granemann, com a apresentação de Natuza Nery.

É crucial ressaltar que as munições adquiridas por civis podem ser desviadas ou vendidas para grupos criminosos, aumentando a preocupação com a segurança pública.

"O Assunto" é o podcast diário do g1, disponível em todas as plataformas de áudio e também no YouTube. Desde seu lançamento em agosto de 2019, já foram mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas.

• As marcações em um cartucho indicam o ano de fabricação, o fabricante e o lote da munição — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

• De segunda a sábado, você pode receber diretamente no seu e-mail as notícias mais relevantes.

• Para se inscrever, basta entrar ou criar uma conta gratuita na Globo.

Compartilhar: