Como o Sebrae Impulsiona Vendas de Pequenos Negócios no Carnaval
Confira dicas do Sebrae para pequenos negócios lucrarem no Carnaval
Enquanto os foliões se preparam para o Carnaval, muitos pequenos negócios veem uma oportunidade valiosa de lucrar. Essa grande festa popular do Brasil não é apenas um momento de celebração, mas também uma chance para os empreendedores aumentarem suas vendas e experimentarem novas abordagens. Para ajudar esses profissionais, o Sebrae lançou um e-book que destaca diversas oportunidades para microempreendedores individuais (MEIs), além de micro e pequenas empresas (MPEs).
Neste guia, você encontrará dicas direcionadas a setores como turismo, beleza, alimentação e bebidas. Ele traz sugestões de produtos e serviços que atendem às demandas mais frequentes, levando em conta as preferências de diferentes faixas etárias do público consumidor.
E não podemos esquecer das gerações mais novas, como a Geração Alpha (nascidos entre 2010 e 2024) e a Geração Beta (a partir de 2025). O Carnaval é uma festa que envolve toda a família, especialmente em blocos e eventos diurnos. Vamos entender o que cada geração busca:
A Geração Z, por exemplo, com pessoas de até 28 anos, tem um forte interesse por experiências marcantes, visuais e que possam ser facilmente compartilhadas. Eles valorizam a autenticidade, diversidade, causas sociais e uma estética que reflita sua identidade.
Já os Millennials, que têm entre 29 e 44 anos, conseguem equilibrar diversão e praticidade, sempre com um propósito em mente. Eles apreciam experiências bem organizadas, conforto, sustentabilidade e, claro, boas histórias para contar.
Por outro lado, a Geração X, composta por indivíduos de 45 a 59 anos, tende a preferir experiências mais confortáveis e seguras, sem perder de vista a rica vivência cultural que o Carnaval oferece.
Por fim, os Baby Boomers, aqueles com 60 anos ou mais, muitas vezes associam a folia a memórias afetivas, tradições e o convívio social. Para eles, segurança, acessibilidade e conforto são fundamentais para aproveitar a festa com tranquilidade.
Portanto, a mensagem é clara: o Carnaval não é só um momento de alegria, mas também uma oportunidade de negócios que pode ser explorada de maneira criativa e consciente. Fique por dentro das últimas novidades.
Atualizado há 6 horas
O Sebrae está promovendo uma ação de experiência de marca no Carnaval, visando aproximar o público da agenda dos pequenos negócios do país e dar visibilidade aos empreendedores que fazem a festa acontecer. Com o tema 'Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho', a instituição marca presença no circuito Barra-Ondina, em Salvador, destacando a importância da formalização, gestão e sustentabilidade para quem empreende. O camarote Viva Bahia, que espera receber cerca de 8 mil visitantes, é um exemplo da força dos pequenos negócios, com quase 90% dos fornecedores sendo micro e pequenas empresas. No local, haverá incentivo à arte e a empreendedores baianos, incluindo serviços de customização de abadás e degustação de alimentos e bebidas. A ação também visa conectar pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento, com orientações sobre boas práticas e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval.
Atualizado há 16 horas
No camarote Viva Bahia, com estimativa de 8 mil visitantes, quase 90% dos fornecedores são micro e pequenas empresas, destacando a força dos pequenos negócios. Lá, haverá incentivo à arte e a empreendedores baianos, incluindo serviços de customização de abadás e degustação de alimentos e bebidas. A ação também visa conectar pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento, com orientações sobre boas práticas e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval. O Sebrae também atua orientando empreendedores sobre boas práticas, acesso a capacitações e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval, fortalecendo a cadeia produtiva local. No camarote, haverá display com QR Code para páginas da instituição e conteúdos sobre artesanato, arte e cultura.
Atualizado há 5 horas
São histórias que embasam a ação de marca do Sebrae em Salvador com o mote “Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho”, em um espaço no circuito Barra-Ondina onde 90% dos fornecedores são micro e pequenas empresas. Conheça alguns desses empreendedores e o que a festa representa para eles.
“Sem o Carnaval, eu não conseguiria expandir”
Anos como funcionário de construtoras e até um negócio próprio no ramo não foram suficientes para fazer Ricardo Silva, 46 anos, se identificar com o “mundo corporativo”. Ter feito o Empretec, curso de empreendedorismo com metodologia da ONU aplicado no Brasil pelo Sebrae, começou a abrir o seu olhar para novos horizontes. Anos depois, com preparo e coragem, ele abriu um bar, que depois evoluiu para o Silva Cozinha. A microempresa, criada em 2023, está prestes a dar um grande passo: vai sair de um endereço onde cabem 50 pessoas para um espaço com 200 lugares.
“Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo”, conta Silva, um dos empreendedores que atuam o espaço onde se desenrola a ação do Sebrae no circuito Barra-Ondina.
Silva tem 30 funcionários, todos de carteira assinada. E, na operação do Carnaval, ampliou a equipe temporária para cerca de 200 pessoas. “Fico intrigado quando vejo as pessoas falarem mal de uma festa como carnaval, dos investimentos que são feitos, sem terem ideia do impacto econômico gigantesco em vários setores”, afirma. Ele conta que depois do Empretec viu no Sebrae um parceiro na empreitada de ter o próprio negócio. “Recentemnte procurei apoio para entender sobre essa reforma tributária. Sempre fui muito bem atendido.”
Postos de trabalho triplicam e contas se equilibram
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos, tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca estará presente exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca e as oportunidades abertas pelo Carnaval.
“O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro, quando tradicionalmente as vendas sofrem uma queda”, afirma ela.
No espaço, a customização de abadás é intensa. Com tesouras, pistolas de cola quente, fitas e paetês, camisetas quadradas e padronizadas saem personalizadas, com recortes e enfeites ao gosto do cliente.
Rosenildes Santos, 43 anos, é uma das trabalhadoras temporárias do espaço. Com a criatividade a mil, ela atende a todos com um sorriso no rosto. Costureira desde jovem, ela destaca que a renda extra do Carnaval com customização vai ajudá-la no projeto de uma casa para a filha, que vai se casar.
“É a melhor vitrine que temos”
Cleber Soares Pereira, 39 anos, conta que o Carnaval significa dobrar a renda dele como percussionista do grupo Paparicco, de Salvador. Com 16 anos de estrada, a banda já tocou ao lado de grandes nomes, faz shows regulares. Mas no carnaval a demanda explode.
“Vamos fechar o Carnaval com 14 apresentações. É cansativo, mas significa, além de renda, uma oportunidade de ficarmos conhecidos. A cada lugar que tocamos, um pega contato, vem falar, gosta. E outras contratações vão surgindo. É a melhor vitrine que temos”, diz Cleber.
“A iniciativa da ação do Sebrae reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento econômico, social e cultural, mostrando que o Carnaval, assim como outros grandes eventos, também são espaços estratégicos de geração de oportunidades e fortalecimento dos pequenos negócios”, afirma.
Atualizado há 22 horas
A proposta é mostrar que a festa também é um grande espaço de geração de renda, inovação e inclusão produtiva, conectando os pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento. Ao longo da folia, o Sebrae também atua orientando empreendedores sobre boas práticas, acesso a capacitações e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval, fortalecendo a cadeia produtiva local. No camarote, haverá display com QR Code para páginas da instituição e conteúdos sobre artesanato, arte e cultura.
“O Carnaval é um dos maiores palcos de conexão com o público no Brasil e, para o Sebrae, estar presente de forma estratégica é fundamental. Quando levamos a marca para experiências reais, vividas no território e junto aos empreendedores, fortalecemos não apenas o branding, mas também o nosso propósito”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
A marca Sebrae foi considerada, em pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos, no ano passado, a quarta mais valiosa do país, alcançando o valor estimado de R$ 33,9 bilhões. O levantamento ouviu 6 mil entrevistados.
Atualizado há 13 horas
Ricardo Silva, 46 anos, é um exemplo de como o Carnaval pode transformar negócios. Após anos no mundo corporativo e com a ajuda do curso Empretec do Sebrae, ele abriu o Silva Cozinha, que está prestes a expandir graças ao buffet do Carnaval. Silva destaca que o evento é crucial para o crescimento seguro do seu negócio, sem depender de empréstimos. Além disso, a marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, que triplica sua equipe durante o Carnaval, destaca a importância do evento para equilibrar as vendas de fevereiro. Cleber Soares Pereira, percussionista do grupo Paparicco, também compartilha como o Carnaval é uma vitrine essencial para sua banda, permitindo dobrar a renda e aumentar a visibilidade.
Atualizado há 30 horas
A proposta é mostrar que a festa também é um grande espaço de geração de renda, inovação e inclusão produtiva, conectando os pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento. Ao longo da folia, o Sebrae também atua orientando empreendedores sobre boas práticas, acesso a capacitações e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval, fortalecendo a cadeia produtiva local. No camarote, haverá display com QR Code para páginas da instituição e conteúdos sobre artesanato, arte e cultura.
“O Carnaval é um dos maiores palcos de conexão com o público no Brasil e, para o Sebrae, estar presente de forma estratégica é fundamental. Quando levamos a marca para experiências reais, vividas no território e junto aos empreendedores, fortalecemos não apenas o branding, mas também o nosso propósito”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
A marca Sebrae foi considerada, em pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos, no ano passado, a quarta mais valiosa do país, alcançando o valor estimado de R$ 33,9 bilhões. O levantamento ouviu 6 mil entrevistados.
Atualizado há 21 horas
A ação de marca do Sebrae em Salvador, com o tema 'Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho', destaca histórias inspiradoras de empreendedores como Ricardo Silva, que expandiu seu negócio graças ao Carnaval. Ele relata que o buffet do evento oferece a segurança financeira necessária para crescer sem depender de empréstimos. No circuito Barra-Ondina, quase 90% dos fornecedores são micro e pequenas empresas, mostrando a força desses negócios na economia local.
Outro exemplo é a marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, que durante o Carnaval expande sua equipe e personaliza abadás no Camarote Viva Bahia, equilibrando as contas do mês de fevereiro.
A percussionista Cleber Soares Pereira, do grupo Paparicco, vê no Carnaval uma oportunidade de dobrar sua renda e ampliar sua visibilidade, com 14 apresentações durante a festa. Ele destaca que o evento é uma vitrine essencial para seu trabalho.
Atualizado há 38 horas
A marca Sebrae foi considerada, em pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos, no ano passado, a quarta mais valiosa do país, alcançando o valor estimado de R$ 33,9 bilhões. O levantamento ouviu 6 mil entrevistados.
Atualizado há 29 horas
Impulso para expandir, fôlego para prosseguir, hora de aprender… Cada um a seu modo, empreendedores de pequeno porte contam à Agência Sebrae de Notícias (ASN) como o Carnaval impacta seus negócios – para além das grandes cifras já estimadas por diferentes instituições que apontam mais de R$ 18 bi movimentados pela festa no Brasil.
“Sem o Carnaval, eu não conseguiria expandir”
Anos como funcionário de construtoras e até um negócio próprio no ramo não foram suficientes para fazer Ricardo Silva, 46 anos, se identificar com o “mundo corporativo”. Ter feito o Empretec, curso de empreendedorismo com metodologia da ONU aplicado no Brasil pelo Sebrae, começou a abrir o seu olhar para novos horizontes. Anos depois, com preparo e coragem, ele abriu um bar, que depois evoluiu para o Silva Cozinha. A microempresa, criada em 2023, está prestes a dar um grande passo: vai sair de um endereço onde cabem 50 pessoas para um espaço com 200 lugares.
“Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo”, conta Silva, um dos empreendedores que atuam no espaço onde se desenrola a ação do Sebrae no circuito Barra-Ondina.
Postos de trabalho triplicam e contas se equilibram
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos, tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca estará presente exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca e as oportunidades abertas pelo Carnaval.
“O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro, quando tradicionalmente as vendas sofrem uma queda”, afirma ela.
“É a melhor vitrine que temos”
Cleber Soares Pereira, 39 anos, conta que o Carnaval significa dobrar a renda dele como percussionista do grupo Paparicco, de Salvador. Com 16 anos de estrada, a banda já tocou ao lado de grandes nomes, faz shows regulares. Mas no carnaval a demanda explode.
“A iniciativa da ação do Sebrae reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento econômico, social e cultural, mostrando que o Carnaval, assim como outros grandes eventos, também são espaços estratégicos de geração de oportunidades e fortalecimento dos pequenos negócios”, afirma
Atualizado há 46 horas
No camarote Viva Bahia, além das atividades já mencionadas, haverá exposição da artista Marina de C., destacando a arte local e conectando o público com a cultura baiana. Também será possível acessar conteúdos sobre artesanato, arte e cultura por meio de QR Codes disponíveis no local, reforçando a proposta de inovação e inclusão produtiva durante o evento.
Atualizado há 37 horas
Anos como funcionário de construtoras e até um negócio próprio no ramo não foram suficientes para fazer Ricardo Silva, 46 anos, se identificar com o 'mundo corporativo'. Ter feito o Empretec, curso de empreendedorismo com metodologia da ONU aplicado no Brasil pelo Sebrae, começou a abrir o seu olhar para novos horizontes. Anos depois, com preparo e coragem, ele abriu um bar, que depois evoluiu para o Silva Cozinha. A microempresa, criada em 2023, está prestes a dar um grande passo: vai sair de um endereço onde cabem 50 pessoas para um espaço com 200 lugares. 'Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo', conta Silva, um dos empreendedores que atuam o espaço onde se desenrola a ação do Sebrae no circuito Barra-Ondina. Silva tem 30 funcionários, todos de carteira assinada. E, na operação do Carnaval, ampliou a equipe temporária para cerca de 200 pessoas. 'Fico intrigado quando vejo as pessoas falarem mal de uma festa como carnaval, dos investimentos que são feitos, sem terem ideia do impacto econômico gigantesco em vários setores', afirma. Ele conta que depois do Empretec viu no Sebrae um parceiro na empreitada de ter o próprio negócio. 'Recentemente procurei apoio para entender sobre essa reforma tributária. Sempre fui muito bem atendido.'
Atualizado há 54 horas
A proposta é mostrar que a festa também é um grande espaço de geração de renda, inovação e inclusão produtiva, conectando os pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento. Ao longo da folia, o Sebrae também atua orientando empreendedores sobre boas práticas, acesso a capacitações e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval, fortalecendo a cadeia produtiva local. No camarote, haverá display com QR Code para páginas da instituição e conteúdos sobre artesanato, arte e cultura.
“O Carnaval é um dos maiores palcos de conexão com o público no Brasil e, para o Sebrae, estar presente de forma estratégica é fundamental. Quando levamos a marca para experiências reais, vividas no território e junto aos empreendedores, fortalecemos não apenas o branding, mas também o nosso propósito”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
A marca Sebrae foi considerada, em pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos, no ano passado, a quarta mais valiosa do país, alcançando o valor estimado de R$ 33,9 bilhões. O levantamento ouviu 6 mil entrevistados.
Atualizado há 45 horas
Empreendedores de pequeno porte compartilham suas histórias de sucesso e desafios durante o Carnaval, destacando o impacto econômico da festa em seus negócios. Ricardo Silva, por exemplo, expandiu seu bar para o Silva Cozinha, com a ajuda do buffet do Carnaval, sem depender de empréstimos. "Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir", afirma Silva, que aumentou sua equipe de 30 para 200 funcionários temporários durante o evento. Thereza Priore, da marca Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, celebra a visibilidade e as oportunidades abertas pelo Carnaval, que ajudam a equilibrar as vendas de fevereiro. Cleber Soares Pereira, percussionista do grupo Paparicco, destaca o Carnaval como a melhor vitrine para sua banda, com 14 apresentações agendadas, dobrando sua renda e aumentando sua visibilidade.
Atualizado há 62 horas
O ponto principal é o camarote Viva Bahia, com estimativa de 8 mil visitantes durante a festa, que já simboliza por si só a força dos pequenos negócios: quase 90% dos fornecedores do espaço são micro e pequenas empresas. Lá, haverá ações de incentivo à arte, com exposição da artista Marina de C., e a empreendedores baianos, incluindo oferta de serviços de customização de abadás, degustação de alimentos e bebidas, entre outros.
A proposta é mostrar que a festa também é um grande espaço de geração de renda, inovação e inclusão produtiva, conectando os pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento. Ao longo da folia, o Sebrae também atua orientando empreendedores sobre boas práticas, acesso a capacitações e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval, fortalecendo a cadeia produtiva local. No camarote, haverá display com QR Code para páginas da instituição e conteúdos sobre artesanato, arte e cultura.
“O Carnaval é um dos maiores palcos de conexão com o público no Brasil e, para o Sebrae, estar presente de forma estratégica é fundamental. Quando levamos a marca para experiências reais, vividas no território e junto aos empreendedores, fortalecemos não apenas o branding, mas também o nosso propósito”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
A marca Sebrae foi considerada, em pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos, no ano passado, a quarta mais valiosa do país, alcançando o valor estimado de R$ 33,9 bilhões. O levantamento ouviu 6 mil entrevistados.
Atualizado há 53 horas
Impulso para expandir, fôlego para prosseguir, hora de aprender… Cada um a seu modo, empreendedores de pequeno porte contam à Agência Sebrae de Notícias (ASN) como o Carnaval impacta seus negócios – para além das grandes cifras já estimadas por diferentes instituições que apontam mais de R$ 18 bi movimentados pela festa no Brasil.
São histórias que embasam a ação de marca do Sebrae em Salvador com o mote “Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho”, em um espaço no circuito Barra-Ondina onde 90% dos fornecedores são micro e pequenas empresas. Conheça alguns desses empreendedores e o que a festa representa para eles.
“Sem o Carnaval, eu não conseguiria expandir”
Anos como funcionário de construtoras e até um negócio próprio no ramo não foram suficientes para fazer Ricardo Silva, 46 anos, se identificar com o “mundo corporativo”. Ter feito o Empretec, curso de empreendedorismo com metodologia da ONU aplicado no Brasil pelo Sebrae, começou a abrir o seu olhar para novos horizontes. Anos depois, com preparo e coragem, ele abriu um bar, que depois evoluiu para o Silva Cozinha. A microempresa, criada em 2023, está prestes a dar um grande passo: vai sair de um endereço onde cabem 50 pessoas para um espaço com 200 lugares.
“Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo”, conta Silva, um dos empreendedores que atuam o espaço onde se desenrola a ação do Sebrae no circuito Barra-Ondina.
Silva tem 30 funcionários, todos de carteira assinada. E, na operação do Carnaval, ampliou a equipe temporária para cerca de 200 pessoas. “Fico intrigado quando vejo as pessoas falarem mal de uma festa como carnaval, dos investimentos que são feitos, sem terem ideia do impacto econômico gigantesco em vários setores”, afirma. Ele conta que depois do Empretec viu no Sebrae um parceiro na empreitada de ter o próprio negócio. “Recentemente procurei apoio para entender sobre essa reforma tributária. Sempre fui muito bem atendido.”
Postos de trabalho triplicam e contas se equilibram
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos, tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca estará presente exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca e as oportunidades abertas pelo Carnaval.
“O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro, quando tradicionalmente as vendas sofrem uma queda”, afirma ela.
No espaço, a customização de abadás é intensa. Com tesouras, pistolas de cola quente, fitas e paetês, camisetas quadradas e padronizadas saem personalizadas, com recortes e enfeites ao gosto do cliente.
Rosenildes Santos, 43 anos, é uma das trabalhadoras temporárias do espaço. Com a criatividade a mil, ela atende a todos com um sorriso no rosto. Costureira desde jovem, ela destaca que a renda extra do Carnaval com customização vai ajudá-la no projeto de uma casa para a filha, que vai se casar.
“É a melhor vitrine que temos”
Cleber Soares Pereira, 39 anos, conta que o Carnaval significa dobrar a renda dele como percussionista do grupo Paparicco, de Salvador. Com 16 anos de estrada, a banda já tocou ao lado de grandes nomes, faz shows regulares. Mas no carnaval a demanda explode.
“Vamos fechar o Carnaval com 14 apresentações. É cansativo, mas significa, além de renda, uma oportunidade de ficarmos conhecidos. A cada lugar que tocamos, um pega contato, vem falar, gosta. E outras contratações vão surgindo. É a melhor vitrine que temos”, diz Cleber.
“A iniciativa da ação do Sebrae reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento econômico, social e cultural, mostrando que o Carnaval, assim como outros grandes eventos, também são espaços estratégicos de geração de oportunidades e fortalecimento dos pequenos negócios”, afirma.
Atualizado há 70 horas
“O Carnaval é um dos maiores palcos de conexão com o público no Brasil e, para o Sebrae, estar presente de forma estratégica é fundamental. Quando levamos a marca para experiências reais, vividas no território e junto aos empreendedores, fortalecemos não apenas o branding, mas também o nosso propósito”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
A marca Sebrae foi considerada, em pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos, no ano passado, a quarta mais valiosa do país, alcançando o valor estimado de R$ 33,9 bilhões. O levantamento ouviu 6 mil entrevistados.
Atualizado há 61 horas
“Sem o Carnaval, eu não conseguiria expandir”
Anos como funcionário de construtoras e até um negócio próprio no ramo não foram suficientes para fazer Ricardo Silva, 46 anos, se identificar com o “mundo corporativo”. Ter feito o Empretec, curso de empreendedorismo com metodologia da ONU aplicado no Brasil pelo Sebrae, começou a abrir o seu olhar para novos horizontes. Anos depois, com preparo e coragem, ele abriu um bar, que depois evoluiu para o Silva Cozinha. A microempresa, criada em 2023, está prestes a dar um grande passo: vai sair de um endereço onde cabem 50 pessoas para um espaço com 200 lugares.
“Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo”, conta Silva, um dos empreendedores que atuam o espaço onde se desenrola a ação do Sebrae no circuito Barra-Ondina.
Silva tem 30 funcionários, todos de carteira assinada. E, na operação do Carnaval, ampliou a equipe temporária para cerca de 200 pessoas. “Fico intrigado quando vejo as pessoas falarem mal de uma festa como carnaval, dos investimentos que são feitos, sem terem ideia do impacto econômico gigantesco em vários setores”, afirma. Ele conta que depois do Empretec viu no Sebrae um parceiro na empreitada de ter o próprio negócio. “Recentemente procurei apoio para entender sobre essa reforma tributária. Sempre fui muito bem atendido.”
Postos de trabalho triplicam e contas se equilibram
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos, tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca estará presente exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca e as oportunidades abertas pelo Carnaval.
“O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro, quando tradicionalmente as vendas sofrem uma queda”, afirma ela.
No espaço, a customização de abadás é intensa. Com tesouras, pistolas de cola quente, fitas e paetês, camisetas quadradas e padronizadas saem personalizadas, com recortes e enfeites ao gosto do cliente.
Rosenildes Santos, 43 anos, é uma das trabalhadoras temporárias do espaço. Com a criatividade a mil, ela atende a todos com um sorriso no rosto. Costureira desde jovem, ela destaca que a renda extra do Carnaval com customização vai ajudá-la no projeto de uma casa para a filha, que vai se casar.
“É a melhor vitrine que temos”
Cleber Soares Pereira, 39 anos, conta que o Carnaval significa dobrar a renda dele como percussionista do grupo Paparicco, de Salvador. Com 16 anos de estrada, a banda já tocou ao lado de grandes nomes, faz shows regulares. Mas no carnaval a demanda explode.
“Vamos fechar o Carnaval com 14 apresentações. É cansativo, mas significa, além de renda, uma oportunidade de ficarmos conhecidos. A cada lugar que tocamos, um pega contato, vem falar, gosta. E outras contratações vão surgindo. É a melhor vitrine que temos”, diz Cleber.
Atualizado há 78 horas
A proposta é mostrar que a festa também é um grande espaço de geração de renda, inovação e inclusão produtiva, conectando os pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento. Ao longo da folia, o Sebrae também atua orientando empreendedores sobre boas práticas, acesso a capacitações e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval, fortalecendo a cadeia produtiva local. No camarote, haverá display com QR Code para páginas da instituição e conteúdos sobre artesanato, arte e cultura.
“O Carnaval é um dos maiores palcos de conexão com o público no Brasil e, para o Sebrae, estar presente de forma estratégica é fundamental. Quando levamos a marca para experiências reais, vividas no território e junto aos empreendedores, fortalecemos não apenas o branding, mas também o nosso propósito”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
Atualizado há 69 horas
São histórias que embasam a ação de marca do Sebrae em Salvador com o mote 'Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho', em um espaço no circuito Barra-Ondina onde 90% dos fornecedores são micro e pequenas empresas. Conheça alguns desses empreendedores e o que a festa representa para eles.
Ricardo Silva, 46 anos, é um exemplo de como o Carnaval pode ser um catalisador para expansão de negócios. Após anos no mundo corporativo, ele abriu o Silva Cozinha, que está prestes a mudar para um espaço maior graças ao sucesso obtido durante o Carnaval. 'Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo', conta Silva.
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira também se beneficia da festa, triplicando seus postos de trabalho durante o evento. 'O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro', afirma Thereza, que personaliza camisas e abadás no Camarote Viva Bahia.
Para Cleber Soares Pereira, percussionista do grupo Paparicco, o Carnaval é a melhor vitrine para se apresentar e garantir novas oportunidades. 'Vamos fechar o Carnaval com 14 apresentações. É cansativo, mas significa, além de renda, uma oportunidade de ficarmos conhecidos', diz Cleber.
Atualizado há 86 horas
A marca Sebrae foi considerada, em pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos, no ano passado, a quarta mais valiosa do país, alcançando o valor estimado de R$ 33,9 bilhões. O levantamento ouviu 6 mil entrevistados.
Atualizado há 77 horas
Impulso para expandir, fôlego para prosseguir, hora de aprender… Cada um a seu modo, empreendedores de pequeno porte contam à Agência Sebrae de Notícias (ASN) como o Carnaval impacta seus negócios – para além das grandes cifras já estimadas por diferentes instituições que apontam mais de R$ 18 bi movimentados pela festa no Brasil.
São histórias que embasam a ação de marca do Sebrae em Salvador com o mote “Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho”, em um espaço no circuito Barra-Ondina onde 90% dos fornecedores são micro e pequenas empresas. Conheça alguns desses empreendedores e o que a festa representa para eles.
“Sem o Carnaval, eu não conseguiria expandir”
Anos como funcionário de construtoras e até um negócio próprio no ramo não foram suficientes para fazer Ricardo Silva, 46 anos, se identificar com o “mundo corporativo”. Ter feito o Empretec, curso de empreendedorismo com metodologia da ONU aplicado no Brasil pelo Sebrae, começou a abrir o seu olhar para novos horizontes. Anos depois, com preparo e coragem, ele abriu um bar, que depois evoluiu para o Silva Cozinha. A microempresa, criada em 2023, está prestes a dar um grande passo: vai sair de um endereço onde cabem 50 pessoas para um espaço com 200 lugares.
“Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo”, conta Silva, um dos empreendedores que atuam o espaço onde se desenrola a ação do Sebrae no circuito Barra-Ondina.
Silva tem 30 funcionários, todos de carteira assinada. E, na operação do Carnaval, ampliou a equipe temporária para cerca de 200 pessoas. “Fico intrigado quando vejo as pessoas falarem mal de uma festa como carnaval, dos investimentos que são feitos, sem terem ideia do impacto econômico gigantesco em vários setores”, afirma. Ele conta que depois do Empretec viu no Sebrae um parceiro na empreitada de ter o próprio negócio. “Recentemnte procurei apoio para entender sobre essa reforma tributária. Sempre fui muito bem atendido.”
Postos de trabalho triplicam e contas se equilibram
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos, tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca estará presente exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca e as oportunidades abertas pelo Carnaval.
“O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro, quando tradicionalmente as vendas sofrem uma queda”, afirma ela.
No espaço, a customização de abadás é intensa. Com tesouras, pistolas de cola quente, fitas e paetês, camisetas quadradas e padronizadas saem personalizadas, com recortes e enfeites ao gosto do cliente.
Rosenildes Santos, 43 anos, é uma das trabalhadoras temporárias do espaço. Com a criatividade a mil, ela atende a todos com um sorriso no rosto. Costureira desde jovem, ela destaca que a renda extra do Carnaval com customização vai ajudá-la no projeto de uma casa para a filha, que vai se casar.
“É a melhor vitrine que temos”
Cleber Soares Pereira, 39 anos, conta que o Carnaval significa dobrar a renda dele como percussionista do grupo Paparicco, de Salvador. Com 16 anos de estrada, a banda já tocou ao lado de grandes nomes, faz shows regulares. Mas no carnaval a demanda explode.
“Vamos fechar o Carnaval com 14 apresentações. É cansativo, mas significa, além de renda, uma oportunidade de ficarmos conhecidos. A cada lugar que tocamos, um pega contato, vem falar, gosta. E outras contratações vão surgindo. É a melhor vitrine que temos”, diz Cleber.
“A iniciativa da ação do Sebrae reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento econômico, social e cultural, mostrando que o Carnaval, assim como outros grandes eventos, também são espaços estratégicos de geração de oportunidades e fortalecimento dos pequenos negócios”, afirma.
Atualizado há 85 horas
Ricardo Silva, um empreendedor que atua no espaço do Sebrae no circuito Barra-Ondina, compartilhou que o Carnaval é crucial para a expansão de seu negócio, o Silva Cozinha, que está se preparando para mudar para um espaço maior. "Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo", afirmou Silva, destacando a importância econômica da festa. Além disso, a marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, que expande sua equipe de 5 para 15 funcionários durante o Carnaval, aproveita a visibilidade e as oportunidades geradas pelo evento para equilibrar as contas do mês de fevereiro. Cleber Soares Pereira, percussionista do grupo Paparicco, também destacou o Carnaval como a melhor vitrine para aumentar sua renda e visibilidade, com 14 apresentações agendadas durante a festa.
Atualizado há 102 horas
O ponto principal é o camarote Viva Bahia, com estimativa de 8 mil visitantes durante a festa, que já simboliza por si só a força dos pequenos negócios: quase 90% dos fornecedores do espaço são micro e pequenas empresas. Lá, haverá ações de incentivo à arte, com exposição da artista Marina de C., e a empreendedores baianos, incluindo oferta de serviços de customização de abadás, degustação de alimentos e bebidas, entre outros.
A proposta é mostrar que a festa também é um grande espaço de geração de renda, inovação e inclusão produtiva, conectando os pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento. Ao longo da folia, o Sebrae também atua orientando empreendedores sobre boas práticas, acesso a capacitações e estratégias para ampliar resultados antes, durante e depois do Carnaval, fortalecendo a cadeia produtiva local. No camarote, haverá display com QR Code para páginas da instituição e conteúdos sobre artesanato, arte e cultura.
Atualizado há 93 horas
O impacto econômico do Carnaval vai além das grandes cifras estimadas, com histórias de empreendedores que veem na festa uma oportunidade de expansão e aprendizado. Ricardo Silva, por exemplo, conseguiu ampliar seu negócio, o Silva Cozinha, graças ao buffet do Carnaval, evitando a necessidade de empréstimos. A marca Thereza Priore Moda Autoral Brasileira também aproveita o evento para equilibrar suas contas, expandindo sua equipe e personalizando abadás no Camarote Viva Bahia. Cleber Soares Pereira, percussionista do grupo Paparicco, destaca o Carnaval como a melhor vitrine para seu trabalho, dobrando sua renda e ampliando sua visibilidade. A ação do Sebrae em Salvador reforça o papel do Carnaval como um espaço estratégico para geração de oportunidades e fortalecimento dos pequenos negócios.
Atualizado há 110 horas
Com o mote “Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho”, a instituição desembarca no circuito Barra-Ondina, em Salvador, para reforçar a importância da formalização, da gestão e da sustentabilidade para quem empreende. O ponto principal é o camarote Viva Bahia, com estimativa de 8 mil visitantes durante a festa, que já simboliza por si só a força dos pequenos negócios: quase 90% dos fornecedores do espaço são micro e pequenas empresas. Lá, haverá ações de incentivo à arte, com exposição da artista Marina de C., e a empreendedores baianos, incluindo oferta de serviços de customização de abadás, degustação de alimentos e bebidas, entre outros. A proposta é mostrar que a festa também é um grande espaço de geração de renda, inovação e inclusão produtiva, conectando os pequenos negócios às oportunidades criadas pelo evento. No camarote, haverá display com QR Code para páginas da instituição e conteúdos sobre artesanato, arte e cultura. “O Carnaval é um dos maiores palcos de conexão com o público no Brasil e, para o Sebrae, estar presente de forma estratégica é fundamental. Quando levamos a marca para experiências reais, vividas no território e junto aos empreendedores, fortalecemos não apenas o branding, mas também o nosso propósito”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae. A marca Sebrae foi considerada, em pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos, no ano passado, a quarta mais valiosa do país, alcançando o valor estimado de R$ 33,9 bilhões. O levantamento ouviu 6 mil entrevistados.
Atualizado há 28 horas
Levantamento feito pelo Sebrae no último dia 11 mostra um crescimento de 15% de empresas abertas no país em atividades relacionadas ao Carnaval entre 2023 e 2025. Em Salvador (BA), um dos destinos mais procurados, o aumento no período foi maior do que a média nacional: 17,4%.
A força dos pequenos negócios domina muitas outras atividades além das listadas no levantamento. Na Bahia, os pequenos negócios são quase a totalidade dos segmentos de bares, restaurantes e alimentação fora do lar (98,6%) e de transporte e receptivo turístico (97%). Eles também representam 84,1% dos hotéis e meios de hospedagem.
No Carnaval de Salvador, a Jyreh vivenciou um período de pico operacional, com a contratação de 150 a 200 profissionais temporários para atender a demanda. “A estabilidade vem da operação contínua, dos contratos fixos, mas o Carnaval é um bônus importante”, diz a empreendedora Ariane dos Reis Santos, que destaca o apoio do Sebrae aos pequenos negócios.
“O Camarote Viva Bahia é um exemplo concreto de como o Carnaval pode ser um grande laboratório de branding, live marketing e desenvolvimento econômico”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
Atualizado há 36 horas
Levantamento feito pelo Sebrae no último dia 11 mostra um crescimento de 15% de empresas abertas no país em atividades relacionadas ao Carnaval entre 2023 e 2025. Em Salvador (BA), um dos destinos mais procurados, o aumento no período foi maior do que a média nacional: 17,4%.
A força dos pequenos negócios domina muitas outras atividades além das listadas no levantamento. Na Bahia, os pequenos negócios são quase a totalidade dos segmentos de bares, restaurantes e alimentação fora do lar (98,6%) e de transporte e receptivo turístico (97%). Eles também representam 84,1% dos hotéis e meios de hospedagem.
No Carnaval de Salvador, a Jyreh vivenciou um período de pico operacional, com a contratação de 150 a 200 profissionais temporários para atender a demanda. “A estabilidade vem da operação contínua, dos contratos fixos, mas o Carnaval é um bônus importante”, diz a empreendedora Ariane dos Reis Santos, que destaca o apoio do Sebrae aos pequenos negócios.
Atualizado há 109 horas
Silva tem 30 funcionários, todos de carteira assinada. E, na operação do Carnaval, ampliou a equipe temporária para cerca de 200 pessoas. "Fico intrigado quando vejo as pessoas falarem mal de uma festa como carnaval, dos investimentos que são feitos, sem terem ideia do impacto econômico gigantesco em vários setores", afirma. Ele conta que depois do Empretec viu no Sebrae um parceiro na empreitada de ter o próprio negócio. "Recentemente procurei apoio para entender sobre essa reforma tributária. Sempre fui muito bem atendido."
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos, tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca estará presente exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca e as oportunidades abertas pelo Carnaval.
Rosenildes Santos, 43 anos, é uma das trabalhadoras temporárias do espaço. Com a criatividade a mil, ela atende a todos com um sorriso no rosto. Costureira desde jovem, ela destaca que a renda extra do Carnaval com customização vai ajudá-la no projeto de uma casa para a filha, que vai se casar.
Cleber Soares Pereira, 39 anos, conta que o Carnaval significa dobrar a renda dele como percussionista do grupo Paparicco, de Salvador. Com 16 anos de estrada, a banda já tocou ao lado de grandes nomes, faz shows regulares. Mas no carnaval a demanda explode.
"Vamos fechar o Carnaval com 14 apresentações. É cansativo, mas significa, além de renda, uma oportunidade de ficarmos conhecidos. A cada lugar que tocamos, um pega contato, vem falar, gosta. E outras contratações vão surgindo. É a melhor vitrine que temos", diz Cleber.
Atualizado há 44 horas
Levantamento feito pelo Sebrae no último dia 11 mostra um crescimento de 15% de empresas abertas no país em atividades relacionadas ao Carnaval entre 2023 e 2025. Em Salvador (BA), um dos destinos mais procurados, o aumento no período foi maior do que a média nacional: 17,4%.
A força dos pequenos negócios domina muitas outras atividades além das listadas no levantamento. Na Bahia, os pequenos negócios são quase a totalidade dos segmentos de bares, restaurantes e alimentação fora do lar (98,6%) e de transporte e receptivo turístico (97%). Eles também representam 84,1% dos hotéis e meios de hospedagem.
Um exemplo dessa força do empreendedorismo por trás do Carnaval está evidenciada em ação que o Sebrae promoveu no Camarote Viva Bahia, em Salvador, espaço onde quase 90% dos fornecedores foram pequenos negócios. A presença da instituição na maior festa popular do país reforça o uso de estratégias de experiência de marca como ferramenta para ampliar o alcance institucional e aproximar o público da agenda dos pequenos negócios.
No espaço, pequenos negócios foram promovidos, como as costureiras que customizam abadás, empreendedores de alimentos e bebidas, entre outros de áreas como massagem, maquiagem e moda. Os serviços de apoio e de limpeza, por exemplo, serão tocados pela Jyreh Soluções.
Criada em 2023, a microempresa é sediada em Salvador e mantém atualmente cerca de 30 funcionários fixos, como porteiros, agentes de limpeza, recepcionistas, copeiros e analistas administrativos. A atuação abrange indústrias, condomínios residenciais e comerciais, escritórios e empresas da iniciativa privada.
No Carnaval de Salvador, a Jyreh vivenciou um período de pico operacional, com a contratação de 150 a 200 profissionais temporários para atender a demanda. “A estabilidade vem da operação contínua, dos contratos fixos, mas o Carnaval é um bônus importante”, diz a empreendedora Ariane dos Reis Santos, que destaca o apoio do Sebrae aos pequenos negócios.
“O Camarote Viva Bahia é um exemplo concreto de como o Carnaval pode ser um grande laboratório de branding, live marketing e desenvolvimento econômico”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
“Quando o Sebrae ocupa esse espaço com experiências reais, envolvendo pequenos negócios locais, estamos fortalecendo a marca Sebrae e, ao mesmo tempo, gerando oportunidades de visibilidade, renda e conexão para os empreendedores”
Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae
“É a marca em ação, no território, mostrando que o empreendedorismo é parte essencial da maior festa do país”, complementa.
O Sebrae promoveu ações como a promoção de exposição com arte local e a customização de abadás nos três pontos relacionados ao camarote (o próprio camarote, a loja no Shopping Barra e o hotel oficial, Intercity). A responsável pelo serviço foi a marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos.
A microempresa de Thereza tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca atuou exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca: “O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro, quando tradicionalmente as vendas sofrem uma queda”.
Atualizado há 117 horas
Impulso para expandir, fôlego para prosseguir, hora de aprender… Cada um a seu modo, empreendedores de pequeno porte contam à Agência Sebrae de Notícias (ASN) como o Carnaval impacta seus negócios – para além das grandes cifras já estimadas por diferentes instituições que apontam mais de R$ 18 bi movimentados pela festa no Brasil.
São histórias que embasam a ação de marca do Sebrae em Salvador com o mote “Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho”, em um espaço no circuito Barra-Ondina onde 90% dos fornecedores são micro e pequenas empresas. Conheça alguns desses empreendedores e o que a festa representa para eles.
“Sem o Carnaval, eu não conseguiria expandir”
Anos como funcionário de construtoras e até um negócio próprio no ramo não foram suficientes para fazer Ricardo Silva, 46 anos, se identificar com o “mundo corporativo”. Ter feito o Empretec, curso de empreendedorismo com metodologia da ONU aplicado no Brasil pelo Sebrae, começou a abrir o seu olhar para novos horizontes. Anos depois, com preparo e coragem, ele abriu um bar, que depois evoluiu para o Silva Cozinha. A microempresa, criada em 2023, está prestes a dar um grande passo: vai sair de um endereço onde cabem 50 pessoas para um espaço com 200 lugares.
“Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo”, conta Silva, um dos empreendedores que atuam o espaço onde se desenrola a ação do Sebrae no circuito Barra-Ondina.
Silva tem 30 funcionários, todos de carteira assinada. E, na operação do Carnaval, ampliou a equipe temporária para cerca de 200 pessoas. “Fico intrigado quando vejo as pessoas falarem mal de uma festa como carnaval, dos investimentos que são feitos, sem terem ideia do impacto econômico gigantesco em vários setores”, afirma. Ele conta que depois do Empretec viu no Sebrae um parceiro na empreitada de ter o próprio negócio. “Recentemnte procurei apoio para entender sobre essa reforma tributária. Sempre fui muito bem atendido.”
Postos de trabalho triplicam e contas se equilibram
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos, tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca estará presente exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca e as oportunidades abertas pelo Carnaval.
“O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro, quando tradicionalmente as vendas sofrem uma queda”, afirma ela.
No espaço, a customização de abadás é intensa. Com tesouras, pistolas de cola quente, fitas e paetês, camisetas quadradas e padronizadas saem personalizadas, com recortes e enfeites ao gosto do cliente.
Rosenildes Santos, 43 anos, é uma das trabalhadoras temporárias do espaço. Com a criatividade a mil, ela atende a todos com um sorriso no rosto. Costureira desde jovem, ela destaca que a renda extra do Carnaval com customização vai ajudá-la no projeto de uma casa para a filha, que vai se casar.
“É a melhor vitrine que temos”
Cleber Soares Pereira, 39 anos, conta que o Carnaval significa dobrar a renda dele como percussionista do grupo Paparicco, de Salvador. Com 16 anos de estrada, a banda já tocou ao lado de grandes nomes, faz shows regulares. Mas no carnaval a demanda explode.
“Vamos fechar o Carnaval com 14 apresentações. É cansativo, mas significa, além de renda, uma oportunidade de ficarmos conhecidos. A cada lugar que tocamos, um pega contato, vem falar, gosta. E outras contratações vão surgindo. É a melhor vitrine que temos”, diz Cleber.
“A iniciativa da ação do Sebrae reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento econômico, social e cultural, mostrando que o Carnaval, assim como outros grandes eventos, também são espaços estratégicos de geração de oportunidades e fortalecimento dos pequenos negócios”, afirma.
Atualizado há 52 horas
Levantamento feito pelo Sebrae no último dia 11 mostra um crescimento de 15% de empresas abertas no país em atividades relacionadas ao Carnaval entre 2023 e 2025. Em Salvador (BA), um dos destinos mais procurados, o aumento no período foi maior do que a média nacional: 17,4%.
A força dos pequenos negócios domina muitas outras atividades além das listadas no levantamento. Na Bahia, os pequenos negócios são quase a totalidade dos segmentos de bares, restaurantes e alimentação fora do lar (98,6%) e de transporte e receptivo turístico (97%). Eles também representam 84,1% dos hotéis e meios de hospedagem.
Um exemplo dessa força do empreendedorismo por trás do Carnaval está evidenciada em ação que o Sebrae promoveu no Camarote Viva Bahia, em Salvador, espaço onde quase 90% dos fornecedores foram pequenos negócios. A presença da instituição na maior festa popular do país reforça o uso de estratégias de experiência de marca como ferramenta para ampliar o alcance institucional e aproximar o público da agenda dos pequenos negócios.
No espaço, pequenos negócios foram promovidos, como as costureiras que customizam abadás, empreendedores de alimentos e bebidas, entre outros de áreas como massagem, maquiagem e moda. Os serviços de apoio e de limpeza, por exemplo, serão tocados pela Jyreh Soluções.
Criada em 2023, a microempresa é sediada em Salvador e mantém atualmente cerca de 30 funcionários fixos, como porteiros, agentes de limpeza, recepcionistas, copeiros e analistas administrativos. A atuação abrange indústrias, condomínios residenciais e comerciais, escritórios e empresas da iniciativa privada.
No Carnaval de Salvador, a Jyreh vivenciou um período de pico operacional, com a contratação de 150 a 200 profissionais temporários para atender a demanda. “A estabilidade vem da operação contínua, dos contratos fixos, mas o Carnaval é um bônus importante”, diz a empreendedora Ariane dos Reis Santos, que destaca o apoio do Sebrae aos pequenos negócios.
“O Camarote Viva Bahia é um exemplo concreto de como o Carnaval pode ser um grande laboratório de branding, live marketing e desenvolvimento econômico”, afirma Ana Paula Garcia, coordenadora nacional da Marca do Sebrae.
“Quando o Sebrae ocupa esse espaço com experiências reais, envolvendo pequenos negócios locais, estamos fortalecendo a marca Sebrae e, ao mesmo tempo, gerando oportunidades de visibilidade, renda e conexão para os empreendedores”, complementa.
Atualizado há 125 horas
Impulso para expandir, fôlego para prosseguir, hora de aprender… Cada um a seu modo, empreendedores de pequeno porte contam à Agência Sebrae de Notícias (ASN) como o Carnaval impacta seus negócios – para além das grandes cifras já estimadas por diferentes instituições que apontam mais de R$ 18 bi movimentados pela festa no Brasil.
São histórias que embasam a ação de marca do Sebrae em Salvador com o mote “Empreendedorismo baiano: tem Sebrae nesse molho”, em um espaço no circuito Barra-Ondina onde 90% dos fornecedores são micro e pequenas empresas. Conheça alguns desses empreendedores e o que a festa representa para eles.
“Sem o Carnaval, eu não conseguiria expandir”
Anos como funcionário de construtoras e até um negócio próprio no ramo não foram suficientes para fazer Ricardo Silva, 46 anos, se identificar com o “mundo corporativo”. Ter feito o Empretec, curso de empreendedorismo com metodologia da ONU aplicado no Brasil pelo Sebrae, começou a abrir o seu olhar para novos horizontes. Anos depois, com preparo e coragem, ele abriu um bar, que depois evoluiu para o Silva Cozinha. A microempresa, criada em 2023, está prestes a dar um grande passo: vai sair de um endereço onde cabem 50 pessoas para um espaço com 200 lugares.
“Sem o Carnaval eu não conseguiria expandir. O buffet do Carnaval é o que nos dará tranquilidade para fazer uma expansão segura, sem depender de empréstimo”, conta Silva, um dos empreendedores que atuam o espaço onde se desenrola a ação do Sebrae no circuito Barra-Ondina.
Silva tem 30 funcionários, todos de carteira assinada. E, na operação do Carnaval, ampliou a equipe temporária para cerca de 200 pessoas. “Fico intrigado quando vejo as pessoas falarem mal de uma festa como carnaval, dos investimentos que são feitos, sem terem ideia do impacto econômico gigantesco em vários setores”, afirma. Ele conta que depois do Empretec viu no Sebrae um parceiro na empreitada de ter o próprio negócio. “Recentemnte procurei apoio para entender sobre essa reforma tributária. Sempre fui muito bem atendido.”
Postos de trabalho triplicam e contas se equilibram
A marca baiana Thereza Priore Moda Autoral Brasileira, criada há 16 anos, tem 5 funcionários fixos, mas, durante o Carnaval, a equipe se expande para cerca de 15 pessoas. Neste ano, a marca estará presente exclusivamente no Camarote Viva Bahia para personalizar as camisas e abadás dos convidados. Thereza celebra a visibilidade para a marca e as oportunidades abertas pelo Carnaval.
“O faturamento gerado pelo Carnaval é estratégico e ajuda a equilibrar o mês de fevereiro, quando tradicionalmente as vendas sofrem uma queda”, afirma ela.
No espaço, a customização de abadás é intensa. Com tesouras, pistolas de cola quente, fitas e paetês, camisetas quadradas e padronizadas saem personalizadas, com recortes e enfeites ao gosto do cliente.
Rosenildes Santos, 43 anos, é uma das trabalhadoras temporárias do espaço. Com a criatividade a mil, ela atende a todos com um sorriso no rosto. Costureira desde jovem, ela destaca que a renda extra do Carnaval com customização vai ajudá-la no projeto de uma casa para a filha, que vai se casar.
“É a melhor vitrine que temos”
Cleber Soares Pereira, 39 anos, conta que o Carnaval significa dobrar a renda dele como percussionista do grupo Paparicco, de Salvador. Com 16 anos de estrada, a banda já tocou ao lado de grandes nomes, faz shows regulares. Mas no carnaval a demanda explode.
“Vamos fechar o Carnaval com 14 apresentações. É cansativo, mas significa, além de renda, uma oportunidade de ficarmos conhecidos. A cada lugar que tocamos, um pega contato, vem falar, gosta. E outras contratações vão surgindo. É a melhor vitrine que temos”, diz Cleber.
“A iniciativa da ação do Sebrae reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento econômico, social e cultural, mostrando que o Carnaval, assim como outros grandes eventos, também são espaços estratégicos de geração de oportunidades e fortalecimento dos pequenos negócios”, afirma.
