CNIC Itinerante: Lei Rouanet em 11 Cidades Brasileiras
A CNIC promove reuniões itinerantes que fortalecem a Lei Rouanet e a cultura em 11 cidades, com próxima parada em Caxias do Sul, RS, em maio de 2026.
A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) tem se destacado em todo o Brasil, promovendo reuniões itinerantes que ampliam o acesso à Lei Rouanet e fortalecem a interação com agentes culturais, gestores públicos e o setor produtivo. Desde 2023, já foram realizadas 11 dessas itinerâncias em diversas regiões do país. A próxima parada será em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, entre os dias 6 e 8 de maio de 2026.
A Importância da CNIC Itinerante
Essa iniciativa se configura como um dos principais instrumentos do Ministério da Cultura para se aproximar das comunidades, contribuindo para a distribuição mais equitativa dos recursos e o fortalecimento do fomento cultural em todo o país.
Na prática, o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Thiago Rocha, destaca que “o que a gente está construindo é uma política cultural de presença. A CNIC itinerante permite que o Ministério esteja nos territórios, ouvindo demandas, orientando proponentes e ampliando o acesso à Lei Rouanet”.
Itinerâncias em 2023 a 2026
Desde o início dessa estratégia, a CNIC percorreu cidades em todas as cinco regiões do Brasil. A primeira itinerância de 2023 aconteceu em Natal, no Rio Grande do Norte. No ano seguinte, o grupo esteve em Brasília, Crato, Vitória e Cuiabá. Em 2025, as edições ocorreram em Recife, Belém, Florianópolis e Uberlândia. Agora, em 2026, o circuito começou em Manaus e se dirige a Caxias do Sul.
Esses encontros, mais do que meras reuniões técnicas, promovem também fóruns com empresários, oficinas sobre o mecanismo de incentivo e escuta ativa com agentes culturais. Além disso, incluem visitas a projetos já apoiados pela Lei Rouanet, evidenciando os impactos reais que essa política pública gera nas comunidades.
“A itinerância é também uma ferramenta de transformação. Quando a CNIC chega a uma cidade, ela não só analisa projetos, mas estimula novas iniciativas, fortalece redes locais e mostra que o incentivo cultural pode chegar a qualquer lugar do país”, complementa o secretário.
Programação em Caxias do Sul
A edição em Caxias do Sul reforça esse movimento de interiorização e diálogo, com uma programação que se alinha à realidade da Serra Gaúcha e busca fortalecer as parcerias entre o poder público, produtores culturais e a iniciativa privada.
Serviço CNIC Itinerante – Caxias do Sul (RS)
- Data: 6 a 8 de maio de 2026
- Local: Universidade de Caxias do Sul (UCS) e outros espaços da cidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No palco do teatro da Universidade de Caxias do Sul, a Lei Rouanet deixa de ser um conceito distante e passa a ganhar forma concreta. A cena faz parte da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), realizada esta semana em Caxias do Sul. O encontro funciona como um espaço de tradução da política pública, combinando orientação prática, escuta ativa e troca entre quem faz cultura nos territórios.
Nesta quarta-feira (6), o evento contou com apresentações, painéis e conversas de corredor, construindo, assim, um espaço de aproximação: entender como funciona o mecanismo e, principalmente, como acessá-lo. Produtores culturais, artistas, gestores e estudantes ocupam as cadeiras com um objetivo em comum: descobrir caminhos para transformar projetos em realidade.
Ao longo do primeiro dia, painéis, encontros setoriais e conversas com especialistas detalharam desde o funcionamento da Lei Rouanet até estratégias para inscrição de projetos e captação de recursos. “A CNIC itinerante cumpre um papel essencial de aproximar e orientar. Quando a gente explica o mecanismo e escuta quem está na ponta, amplia as possibilidades de participação e fortalece o setor cultural”, completa o secretário.
Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. “Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos”, afirma.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. “Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos”, afirma.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. “Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos”, afirma.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
"Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar", conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. "A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos", diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. "As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências", explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. "As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais", afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. "Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos", afirma.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
"Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar", conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. "A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos", diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. "As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências", explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. "As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais", afirma.
O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
"Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar", conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. "A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos", diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. "As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências", explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. "As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais", afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
"Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar", conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. "A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos", diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. "As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências", explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. "As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais", afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. “Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos”, afirma.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
"Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar", conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. "A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos", diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. "As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências", explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. "As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais", afirma.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. “Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos”, afirma.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. “Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos”, afirma.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. “Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos”, afirma.
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Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
“Eu já tive contato com a Lei Rouanet, já escrevi projetos, mas ainda não é algo frequente para mim. Vim buscar mais informações e entender melhor como acessar”, conta. Para Karine, o encontro ajuda a transformar um mecanismo complexo em algo mais próximo da realidade dos produtores locais. “A gente sai com mais clareza. E isso já faz diferença para pensar nos próximos passos e no crescimento dos projetos”, diz.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. “As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências”, explica.
Ela ressalta que o encontro fortalece conexões locais. “As pessoas se reconhecem nas histórias umas das outras, compartilham caminhos e constroem redes. Isso potencializa o impacto das políticas culturais”, afirma.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
A atuação do grupo, voltada à valorização da cultura cigana, atravessa diferentes linguagens, da música ao teatro, e também cumpre um papel de preservação de memória e identidade. Para ele, a itinerância da CNIC cria um ambiente raro de escuta e aproximação institucional. “Essa aproximação é muito importante. A gente consegue entender melhor os caminhos e levar essa informação para outros grupos e coletivos”, afirma.
