Cleitinho Azevedo Analisa Clima da Campanha no Segundo Turno

Governador eleito de Minas Gerais destaca mobilização intensa e necessidade de pacificação no país durante a campanha presidencial.

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Cleitinho Azevedo Analisa Clima da Campanha no Segundo Turno
Reprodução Redes Sociais

25 de outubro de 2026, 14h03

O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, do Republicanos, descreveu a campanha presidencial no segundo turno como especialmente intensa. "Neste segundo turno, percebi uma mobilização maior da população nas ruas. O clima estava muito diferente; no primeiro turno, parecia mais frio. Agora, tanto os apoiadores do Lula quanto os do Bolsonaro saíram para se manifestar. Foi quase como uma atmosfera de Copa do Mundo, algo realmente vibrante e democrático", comentou ele à imprensa.

Cleitinho exerceu seu direito de voto por volta das 11h30 na Escola Estadual Martin Cyprien, localizada em Divinópolis, no centro-oeste de Minas Gerais. Embora tenha feito campanha para Flávio Bolsonaro, ele expressou a intenção de se reunir com o candidato que sair vitorioso, a fim de garantir que Minas Gerais tenha a devida atenção em uma futura administração.

"Quem ganhar, eu vou procurar. Se o Flávio vencer, espero que ele faça isso; e se o Lula ganhar, que ele também tenha essa disposição. Independentemente de meu apoio ao Flávio, minha obrigação é buscar o melhor para Minas", declarou. "Ontem, quando estava com o Flávio, já mencionei o nome de Flávio Roscoe como uma possibilidade para o ministério. Mas não quero apenas o Flávio Roscoe. Outros políticos de Minas, como o próprio Nikolas Ferreira, estão envolvidos na campanha e certamente farão pedidos respeitosos para que nosso estado seja valorizado. E do mesmo modo, espero que isso aconteça se o Lula vencer", acrescentou Cleitinho. Vale destacar que ele participou de uma motociata em apoio à campanha de Flávio Bolsonaro em Belo Horizonte no sábado (25). Ele também mencionou discussões dentro do PL sobre a possível indicação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, caso Bolsonaro vença.

Além disso, Cleitinho enfatizou a necessidade de pacificação no país, promovendo um momento simbólico ao fazer com que dois eleitores adversários se abraçassem no local de votação. "Precisamos parar com essa briga. Tenho que governar com você e para ele também. A partir de amanhã, independentemente de quem ganhar, estarei disposto a dialogar e governar em conjunto", afirmou aos eleitores que se reconciliaram. "É fundamental pacificar este país. Isso precisa acabar", reforçou.

O governador eleito também expressou o desejo de contar com o apoio do PT na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e ressaltou sua intenção de dialogar com todos. "Minha prioridade é o povo. Agora, meu único partido é Minas Gerais", concluiu.

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