CLDF Comemora Dia Mundial da Doação de Leite Materno
Câmara Legislativa do DF promove sessão solene em homenagem à doação de leite materno, destacando sua importância para a saúde infantil.
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) se prepara para uma sessão solene em homenagem ao Dia Mundial de Doação de Leite Materno, marcada para segunda-feira, 1º de junho. Esta iniciativa, liderada pelo deputado Jorge Vianna (Democrata), visa destacar a doação de leite materno como um ato vital de solidariedade. A doação é essencial para a proteção imunológica de recém-nascidos que, por diversos motivos, não podem ser amamentados diretamente por suas mães.
No Distrito Federal, unidades de coleta e distribuição de leite materno estão ligadas a hospitais públicos, como o Hospital Regional de Brasília (HRB) e o Instituto de Neonatologia do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). Essas instituições desempenham um papel crucial, atendendo milhares de recém-nascidos em situação de vulnerabilidade todos os anos.
O deputado Jorge Vianna ressalta que "realizar uma sessão solene nesta data é uma oportunidade singular para a Câmara Legislativa do DF sensibilizar a sociedade sobre a importância da doação de leite materno, homenagear as doadoras e os profissionais de saúde envolvidos nessa causa humanitária, e reforçar o compromisso do Poder Legislativo com a saúde integral da criança brasiliense".
O evento está agendado para começar às 9h30, no plenário da Casa, e será transmitido ao vivo pela TV Câmara Distrital. Esta é uma chance de unir esforços e conscientizar a população sobre um tema tão importante.
Atualizado há 6 horas
Durante a abertura da solenidade, Jorge Vianna destacou que o Brasil possui a maior e mais complexa rede de bancos de leite humano do mundo, tendo, inclusive, sediado, no mês passado, o primeiro Congresso da Rede Global de Bancos de Leite Humano. Apesar dos avanços, o parlamentar alertou que a escassez de doadoras ainda é um dos principais desafios enfrentados.
Vianna ainda mencionou a Lei Distrital nº 7.711/2025, de sua autoria, que garante isenção da taxa de inscrição em concursos públicos do DF para mulheres doadoras de leite materno.
A enfermeira do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), Renata Haag, chamou atenção para receios comuns entre mulheres em relação à amamentação, especialmente ligados a alterações corporais. Segundo ela, os benefícios à saúde são amplos e comprovados. “A amamentação tem efeito protetivo e acumulativo contra o câncer de mama. Durante a amamentação ocorre o último estágio de maturação celular da mama, justamente um fator protetivo. Vamos amamentar para conseguir os benefícios para o binômio mãe-bebê.”
A coordenadora da política de aleitamento materno da Secretaria de Saúde do DF, Maria das Graças Cruz Rodrigues, destacou o tema da campanha deste ano: "Doação de Leite Humano: Solidariedade que nutre, vida que cresce". “É muito além de um ato biológico, estamos falando de uma escolha consciente da mulher de dividir o alimento de seu bebê com outras pessoas, é compartilhar vida. São mulheres que transformam a abundância que elas têm em esperança para outras famílias”, completou.
Atualizado há 12 horas
Representando o Banco de Leite Humano do Hospital Anchieta, a responsável técnica Mariana Palhares Temer apresentou os serviços oferecidos gratuitamente, como cursos para gestantes, e relembrou a atuação da rede em situações emergenciais, como nas enchentes no Rio Grande do Sul em 2024. “A gente conseguiu mobilizar a nossa rede e doar para o Rio Grande do Sul e também exportamos tecnologia para a África e a América Central. Estamos aqui para servir”, disse.
Também presente na solenidade, Renara Guedes, representante do Ministério da Saúde, destacou que o Brasil registra uma taxa de prematuridade de 12%, o que corresponde a cerca de 300 mil nascimentos prematuros por ano, reforçando a importância da rede de bancos de leite. "É para esses bebês que a rede trabalha tanto. É importante enfatizar que 300 ml de leite materno podem alimentar até 10 bebês por dia”.
A chefe do Banco de Leite do Hospital de Brazlândia, Anne Oliveira Pereira, abordou os desafios logísticos enfrentados na captação de doadoras, especialmente em áreas mais afastadas e rurais, incluindo municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). “Lidamos com locais distantes, chácaras, zonas rurais, onde as doadoras não conseguem chegar e nós é que temos que chegar a elas. Existe essa dificuldade, mas, com mais divulgação nos municípios, alguns desses gargalos podem ser superados.”
Atualizado há 18 horas
Durante a abertura da solenidade, Jorge Vianna destacou que o Brasil possui a maior e mais complexa rede de bancos de leite humano do mundo, tendo, inclusive, sediado, no mês passado, o primeiro Congresso da Rede Global de Bancos de Leite Humano. Apesar dos avanços, o parlamentar alertou que a escassez de doadoras ainda é um dos principais desafios enfrentados.
O deputado também reforçou que o processo de doação é simples e acessível. "Qualquer mãe saudável, que possua leite sobrando, pode fazê-lo. É só seguir as orientações no site Amamenta Brasília. Os servidores do banco de leite também podem dar as informações necessárias, basta ligar para o telefone 160, opção 4", complementou.
A chefe do Banco de Leite do Hospital de Brazlândia, Anne Oliveira Pereira, abordou os desafios logísticos enfrentados na captação de doadoras, especialmente em áreas mais afastadas e rurais, incluindo municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). "Lidamos com locais distantes, chácaras, zonas rurais, onde as doadoras não conseguem chegar e nós é que temos que chegar a elas. Existe essa dificuldade, mas, com mais divulgação nos municípios, alguns desses gargalos podem ser superados."
Atualizado há 25 horas
Durante a solenidade, Renara Guedes, representante do Ministério da Saúde, destacou que o Brasil registra uma taxa de prematuridade de 12%, o que corresponde a cerca de 300 mil nascimentos prematuros por ano. Ela reforçou a importância da rede de bancos de leite ao afirmar que "300 ml de leite materno podem alimentar até 10 bebês por dia". A chefe do Banco de Leite do Hospital de Brazlândia, Anne Oliveira Pereira, também abordou os desafios logísticos enfrentados na captação de doadoras, especialmente em áreas mais afastadas e rurais, incluindo municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). "Lidamos com locais distantes, chácaras, zonas rurais, onde as doadoras não conseguem chegar e nós é que temos que chegar a elas. Existe essa dificuldade, mas, com mais divulgação nos municípios, alguns desses gargalos podem ser superados", explicou.


