Cia. Mungunzá Leva Espetáculos Gratuitos ao Funarte SP
Três espetáculos serão apresentados gratuitamente entre abril e maio

O Complexo Cultural Funarte SP, por meio do Programa Funarte Aberta, recebe uma programação artística vibrante da Cia. Mungunzá. Desde 2017, a companhia atua no Teatro de Contêiner, que teve suas atividades suspensas em março, antes do Dia Mundial do Teatro. Agora, entre 3 de abril e 24 de maio, três espetáculos serão apresentados com entrada gratuita: “anonimATO”, “Luis Antonio-Gabriela” e “Elã”. Os ingressos podem ser retirados na plataforma Sympla.
Em maio do ano passado, a Prefeitura de São Paulo notificou a Cia. Mungunzá sobre a necessidade de desocupar o terreno onde o Teatro de Contêiner estava situado. O Ministério da Cultura e a Funarte têm mediado as negociações para a realocação do espaço. Após dificuldades na transferência para um novo local, o teatro foi interditado e, infelizmente, desconstruído pela gestão municipal em 21 de março. Agora, a Cia. Mungunzá realiza suas atividades no Complexo Cultural Funarte SP.
A programação começa com “anonimATO”, com apresentações nos dias 3, 4 e 5 de abril, sempre às 16h, e uma sessão extra no dia 3, às 11h. Este espetáculo estabelece um diálogo com a cidade e seus habitantes, reunindo atores, músicos, bonecos e poesia.
O aclamado “Luis Antonio-Gabriela” terá novas sessões entre 10 e 26 de abril, às sextas-feiras, às 19h30, e aos sábados e domingos, às 16h. Esta peça é um documentário cênico que narra a vida da travesti Gabriela, que supera uma situação de opressão familiar e busca sua identidade de gênero na Espanha.
Por último, “Elã” será apresentado de 8 a 24 de maio, com sessões às sextas às 19h30 e aos sábados e domingos às 16h. Nesse espetáculo, oito histórias criadas por atores-escritores se entrelaçam, oferecendo ao público a chance de escolher como deseja vivenciar a narrativa.
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O espetáculo “anonimATO” é dirigido por Rogério Tarifa, com direção musical de Zimbher e dramaturgia de Verônica Gentilin. Na trama, oito figuras anônimas de uma cidade grande são convocadas para um ato e se encontram em uma caminhada transformadora. Já o sucesso “Luis Antonio-Gabriela” ganhou prêmios como Shell, APCA, CPT e APLGBT. A peça é um documentário cênico baseado em fotografias, diários, cartas e entrevistas, narrando a vida de Gabriela, que se tornou uma figura conhecida na noite europeia. O mais recente trabalho, “Elã”, dirigido por Isabel Teixeira, é baseado no “Livro de Linhas” e apresenta histórias entrelaçadas, permitindo ao público montar sua própria narrativa.
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Em atividade na capital paulista desde 2017 e de inegável representatividade nos campos artístico, cultural e social de São Paulo e do país, a companhia coloca em cartaz, entre 3 de abril e 24 de maio, três espetáculos de seu repertório – “anonimATO”, “Luis Antonio-Gabriela” e “Elã” –, com apresentações gratuitas. Desde maio de 2025, quando a Prefeitura de São Paulo encaminhou notificação extrajudicial para desocupação do terreno utilizado pelo Teatro de Contêiner, na região central da cidade, o Ministério da Cultura (MinC) e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) vêm colaborando com a mediação das negociações em torno da questão. Após sucessivos entraves numa então consensuada transferência para outro terreno municipal, o equipamento ficou interditado desde o início deste ano, tendo sido, por fim, desconstruído pela gestão municipal, em 21 de março. A dramaturgia é construída por meio de um levantamento biográfico composto por fotografias, diários, cartas e entrevistas com familiares e amigos. A trama percorre desde o nascimento da protagonista (Luis Antonio, filho mais velho de cinco irmãos, em 1953), até a sua morte em 2006, como Gabriela, na cidade espanhola de Bilbao. O espetáculo atravessa a descoberta de sua homossexualidade aos oito anos e sua incessante busca pela construção de uma identidade de gênero, em plena ditadura militar brasileira.
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A Cia. Mungunzá é uma das companhias mais inovadoras do cenário teatral brasileiro. Criado em 2008, o grupo desenvolve uma pesquisa cênica continuada, alinhando arte, cultura e vida, construindo uma narrativa e uma linguagem autorais.
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Nesta temporada, a programação tem início com o espetáculo “anonimATO”, com direção de Rogério Tarifa, direção musical de Zimbher e dramaturgia de Verônica Gentilin, que tem apresentações nos dias 3, 4 e 5 de abril, às 16h (no dia 3, também tem sessão às 11h). Em uma espécie de ode ao teatro, o espetáculo é um diálogo com a cidade e seus habitantes que traz à cena atores, músicos, bonecos e poesia.
Na trama, oito figuras anônimas de uma cidade grande – a mãe, a mulher-árvore, a vendedora de sonhos, o homem-placa, o pipoqueiro, o trabalhador, o homem que é "todo mundo" e a mulher que é “ninguém” – são convocados de várias maneiras para um ato e se encontram nessa caminhada. Eles representam a multidão presente no ato e vão se transformando durante a caminhada.
Já o sucesso “Luis Antonio-Gabriela”, que já foi visto por milhares de pessoas em todo o Brasil e ganhou diversos prêmios (Shell, APCA, CPT e APLGBT), tem novas sessões de 10 a 26 de abril, às sextas, às 19h30, e aos sábados e domingos, às 16h (com sessão extra em 23 de abril, às 19h30). A peça é um documentário cênico da travesti Gabriela, irmã do diretor Nelson Baskerville, que, aos 30 anos, decide enfrentar toda a opressão familiar e mudar-se para a Espanha para viver sua nova identidade de gênero, tornando-se, em pouco tempo, uma figura conhecida na noite europeia.
Por fim, o mais recente trabalho do grupo, “Elã”, com direção de Isabel Teixeira, tem novas apresentações de 8 a 24 de maio, às sextas, às 19h30, e aos sábados e domingos, às 16h (com sessão extra em 21 de maio, às 19h30). A partir do “Livro de Linhas”, o espetáculo é uma trama permeada por oito histórias criadas por atores-escritores que se passam em diferentes tempos e espaços. Todas as histórias se cruzam de maneira sobreposta e cabe ao público escolher seu ângulo e montar a sua teia narrativa.
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O espetáculo 'anonimATO' traz à cena personagens como a mãe, a mulher-árvore, a vendedora de sonhos, o homem-placa, o pipoqueiro, o trabalhador, o homem que é 'todo mundo' e a mulher que é 'ninguém', que representam a multidão presente no ato e se transformam durante a caminhada.
A peça 'Luis Antonio-Gabriela' terá uma sessão extra em 23 de abril, às 19h30.
O espetáculo 'Elã', além das apresentações já mencionadas, terá uma sessão extra em 21 de maio, às 19h30. Neste trabalho, as histórias se cruzam de maneira sobreposta, permitindo ao público escolher seu ângulo e montar sua própria narrativa.
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Na trama de 'anonimATO', oito figuras anônimas de uma cidade grande – a mãe, a mulher-árvore, a vendedora de sonhos, o homem-placa, o pipoqueiro, o trabalhador, o homem que é 'todo mundo' e a mulher que é 'ninguém' – são convocados de várias maneiras para um ato e se encontram nessa caminhada. Eles representam a multidão presente no ato e vão se transformando durante a caminhada. O espetáculo 'Luis Antonio-Gabriela' terá uma sessão extra em 23 de abril, às 19h30. Por fim, 'Elã' contará com uma sessão extra em 21 de maio, às 19h30. A partir do 'Livro de Linhas', o espetáculo é uma trama permeada por oito histórias criadas por atores-escritores que se passam em diferentes tempos e espaços. Todas as histórias se cruzam de maneira sobreposta e cabe ao público escolher seu ângulo e montar a sua teia narrativa.
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Nesta temporada, a programação tem início com o espetáculo “anonimATO”, que traz à cena atores, músicos, bonecos e poesia em uma ode ao teatro. Na trama, oito figuras anônimas de uma cidade grande – a mãe, a mulher-árvore, a vendedora de sonhos, o homem-placa, o pipoqueiro, o trabalhador, o homem que é "todo mundo" e a mulher que é “ninguém” – são convocados de várias maneiras para um ato e se encontram nessa caminhada. Eles representam a multidão presente no ato e vão se transformando durante a caminhada.
Por fim, o mais recente trabalho do grupo, “Elã”, com direção de Isabel Teixeira, apresenta uma trama permeada por oito histórias criadas por atores-escritores que se passam em diferentes tempos e espaços. Todas as histórias se cruzam de maneira sobreposta e cabe ao público escolher seu ângulo e montar a sua teia narrativa.
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Foto: Cacá Bernardes
Na trama do espetáculo “anonimATO”, oito figuras anônimas de uma cidade grande – a mãe, a mulher-árvore, a vendedora de sonhos, o homem-placa, o pipoqueiro, o trabalhador, o homem que é "todo mundo" e a mulher que é "ninguém" – são convocados de várias maneiras para um ato e se encontram nessa caminhada. Eles representam a multidão presente no ato e vão se transformando durante a caminhada.
O espetáculo “Luis Antonio-Gabriela”, que já foi visto por milhares de pessoas em todo o Brasil e ganhou diversos prêmios (Shell, APCA, CPT e APLGBT), tem uma sessão extra em 23 de abril, às 19h30.
Por fim, o mais recente trabalho do grupo, “Elã”, com direção de Isabel Teixeira, tem uma sessão extra em 21 de maio, às 19h30.
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Nesta temporada, a programação tem início com o espetáculo “anonimATO”, com direção de Rogério Tarifa, direção musical de Zimbher e dramaturgia de Verônica Gentilin, que tem apresentações nos dias 3, 4 e 5 de abril, às 16h (no dia 3, também tem sessão às 11h). Em uma espécie de ode ao teatro, o espetáculo é um diálogo com a cidade e seus habitantes que traz à cena atores, músicos, bonecos e poesia.
Na trama, oito figuras anônimas de uma cidade grande – a mãe, a mulher-árvore, a vendedora de sonhos, o homem-placa, o pipoqueiro, o trabalhador, o homem que é "todo mundo" e a mulher que é “ninguém” – são convocados de várias maneiras para um ato e se encontram nessa caminhada. Eles representam a multidão presente no ato e vão se transformando durante a caminhada.
Por fim, o mais recente trabalho do grupo, “Elã”, com direção de Isabel Teixeira, tem novas apresentações de 8 a 24 de maio, às sextas, às 19h30, e aos sábados e domingos, às 16h (com sessão extra em 21 de maio, às 19h30). A partir do “Livro de Linhas”, o espetáculo é uma trama permeada por oito histórias criadas por atores-escritores que se passam em diferentes tempos e espaços. Todas as histórias se cruzam de maneira sobreposta e cabe ao público escolher seu ângulo e montar a sua teia narrativa.
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Em uma espécie de ode ao teatro, o espetáculo 'anonimATO' é um diálogo com a cidade e seus habitantes que traz à cena atores, músicos, bonecos e poesia. Na trama, oito figuras anônimas de uma cidade grande – a mãe, a mulher-árvore, a vendedora de sonhos, o homem-placa, o pipoqueiro, o trabalhador, o homem que é 'todo mundo' e a mulher que é 'ninguém' – são convocados de várias maneiras para um ato e se encontram nessa caminhada. Eles representam a multidão presente no ato e vão se transformando durante a caminhada.
O sucesso 'Luis Antonio-Gabriela', já visto por milhares de pessoas em todo o Brasil, ganhou prêmios como Shell, APCA, CPT e APLGBT. A peça é um documentário cênico da travesti Gabriela, irmã do diretor Nelson Baskerville, que, aos 30 anos, decide enfrentar toda a opressão familiar e mudar-se para a Espanha para viver sua nova identidade de gênero, tornando-se, em pouco tempo, uma figura conhecida na noite europeia.
Por fim, o mais recente trabalho do grupo, 'Elã', com direção de Isabel Teixeira, é uma trama permeada por oito histórias criadas por atores-escritores que se passam em diferentes tempos e espaços. Todas as histórias se cruzam de maneira sobreposta e cabe ao público escolher seu ângulo e montar a sua teia narrativa.
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Nesta temporada, a programação tem início com o espetáculo “anonimATO”, com direção de Rogério Tarifa, direção musical de Zimbher e dramaturgia de Verônica Gentilin, que tem apresentações nos dias 3, 4 e 5 de abril, às 16h (no dia 3, também tem sessão às 11h). Em uma espécie de ode ao teatro, o espetáculo é um diálogo com a cidade e seus habitantes que traz à cena atores, músicos, bonecos e poesia.
Na trama, oito figuras anônimas de uma cidade grande – a mãe, a mulher-árvore, a vendedora de sonhos, o homem-placa, o pipoqueiro, o trabalhador, o homem que é "todo mundo" e a mulher que é “ninguém” – são convocados de várias maneiras para um ato e se encontram nessa caminhada. Eles representam a multidão presente no ato e vão se transformando durante a caminhada.
Por fim, o mais recente trabalho do grupo, “Elã”, com direção de Isabel Teixeira, tem novas apresentações de 8 a 24 de maio, às sextas, às 19h30, e aos sábados e domingos, às 16h (com sessão extra em 21 de maio, às 19h30). A partir do “Livro de Linhas”, o espetáculo é uma trama permeada por oito histórias criadas por atores-escritores que se passam em diferentes tempos e espaços. Todas as histórias se cruzam de maneira sobreposta e cabe ao público escolher seu ângulo e montar a sua teia narrativa.
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A Cia. Mungunzá, reconhecida por sua inovação no cenário teatral brasileiro, foi criada em 2008 e desenvolve uma pesquisa cênica continuada que alinha arte, cultura e vida, construindo uma narrativa e uma linguagem autorais. A programação atual no Complexo Cultural Funarte SP inclui uma sessão extra para o espetáculo 'Luis Antonio-Gabriela' no dia 23 de abril, às 19h30, e para 'Elã' no dia 21 de maio, às 19h30.
