Caxias do Sul: Comissão Avalia Projetos com R$ 203,4 Mi da Lei Rouanet
Entre 6 e 8 de maio, Caxias do Sul recebe a CNIC para discutir a ampliação do incentivo cultural na região, destacando o crescimento expressivo em 2025.

O Rio Grande do Sul teve um desempenho notável em 2025, captando R$ 203,4 milhões por meio da Lei Rouanet. Esse valor representa um crescimento expressivo em comparação aos R$ 160,1 milhões registrados em 2023, o primeiro ano da atual gestão. Durante esse período, o número de projetos aprovados cresceu de 626 para 981. Em Caxias do Sul, a captação saltou de R$ 9,05 milhões em 2023 para R$ 12,4 milhões em 2025, com o número de projetos aprovados praticamente dobrando, de 42 para 83. Atualmente, o estado conta com 656 projetos em execução, enquanto o município abriga 42, evidenciando o aumento no acesso a incentivos culturais.
Nesse cenário de expansão e democratização do incentivo cultural, o Ministério da Cultura (MinC) realizará, entre os dias 6 e 8 de maio, uma reunião itinerante da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. A presença da CNIC na cidade é uma estratégia para nacionalizar a Lei Rouanet, aproximando esse importante mecanismo de produtores culturais, gestores públicos e empresários da região. "Os números mostram que o Rio Grande do Sul já tem uma presença consolidada na Lei Rouanet, mas nosso objetivo é ampliar ainda mais esse alcance, especialmente no interior. A CNIC itinerante é uma ferramenta para abrir novas oportunidades", explica Thiago Rocha, CNIC Itinerante: Lei Rouanet em 11 Cidades Brasileiras secretário de Fomento e Incentivo à Cultura.
Na prática, esses números se refletem em iniciativas concretas. Em Caxias do Sul, projetos em andamento mostram a diversidade das linguagens artísticas e os impactos do incentivo. Um exemplo é o Memorial do Transporte de Cargas, que busca preservar a memória industrial da região. Outro destaque é o festival Sálvia de Arte, Cultura e Gastronomia, que combina economia criativa com a identidade local. Projetos como "Arte viva nas ruas: Hip Hop e visibilidade", que promove a cultura urbana, o "Curtas Caxias", focado na produção audiovisual local, e a tradicional Festa Nacional da Uva 2026, um dos maiores eventos culturais do Sul do Brasil, também merecem destaque.
Além disso, na área de formação e inclusão, iniciativas como o Projeto Mais Música, o Vem Somar – Oficinas de Artes Integradas, e o EAflorar: Quando a inclusão acontece nas Artes, demonstram o alcance social do mecanismo, promovendo acesso à cultura para diversos públicos. "Estamos falando de projetos que geram emprego, movimentam cadeias produtivas e fortalecem a identidade cultural das cidades. Cada projeto aprovado e em execução traz um impacto direto na vida das pessoas", ressalta Thiago Rocha.
A CNIC desempenha um papel crucial ao assessorar o MinC na análise de projetos que buscam apoio da Lei Rouanet, além de contribuir para o aprimoramento do mecanismo. Ela atua como um espaço de escuta e diálogo com o setor cultural. Durante a estadia em Caxias do Sul, encontros setoriais, reuniões com empresários e uma plenária para avaliação de propostas culturais estão programados. Além disso, visitas técnicas a projetos em execução permitirão que gestores e investidores conheçam de perto os resultados desse incentivo fiscal. "A CNIC não é apenas um espaço de análise; é um ponto de encontro entre diferentes agentes da cultura e da economia", conclui Rocha.
Atualizado há menos de 1 hora
No palco do teatro da Universidade de Caxias do Sul, a Lei Rouanet deixa de ser um conceito distante e passa a ganhar forma concreta. A cena faz parte da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), realizada esta semana em Caxias do Sul. O encontro funciona como um espaço de tradução da política pública, combinando orientação prática, escuta ativa e troca entre quem faz cultura nos territórios.
Nesta quarta-feira (6), o evento contou com apresentações, painéis e conversas de corredor, construindo, assim, um espaço de aproximação: entender como funciona o mecanismo e, principalmente, como acessá-lo. Produtores culturais, artistas, gestores e estudantes ocupam as cadeiras com um objetivo em comum: descobrir caminhos para transformar projetos em realidade.
Entre os participantes, a produtora cultural Karine Silva chegou ao encontro em busca exatamente dessa aproximação. Ela atua em projetos de formação musical na cidade, como os Coros do Moinho, que há mais de 13 anos atendem jovens em atividades semanais, e a Oficina de Choro da Serra Gaúcha, iniciativa recente que já reúne mais de 100 participantes por ano.
Já para quem atua na formulação da política pública, a itinerância também é um espaço de aprendizado. A chefe da divisão de incentivos fiscais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Rafaela Almeida, destaca o interesse do público em Caxias do Sul. "As salas estavam cheias, com uma participação muito ativa. Muitas pessoas já tinham experiência com projetos e vieram aprofundar o conhecimento e trocar experiências", explica.
A percepção de avanço por meio da troca também aparece entre outros participantes. O produtor cultural Márcio Allend, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador de um grupo com mais de 15 anos de atuação em Caxias do Sul, destaca a importância do diálogo direto com o Ministério da Cultura como um passo estratégico para ampliar o alcance de iniciativas que, muitas vezes, já estão consolidadas nos territórios, mas ainda enfrentam desafios para se expandir.
Atualizado há menos de 1 hora
Em encontro itinerante realizado em Caxias do Sul, o Ministério da Cultura (MinC) realizou, nesta quinta-feira (7), a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Durante a plenária no município do Rio Grande do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, que totalizam R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Os valores aprovados de renúncia fiscal pelo comitê beneficiam empresas e pessoas físicas que investem em projetos e iniciativas culturais. Entre as iniciativas aprovadas, estão a Academia Orquestra Jovem e o espetáculo Fé no Flow. A primeira proposta foca na formação musical de crianças e adolescentes em Vitória, no Espírito Santo. Já a peça Fé no Flow une elementos de teatro com temas de autoconhecimento e filosofia. O setor audiovisual recebe incentivo por meio do festival Sessão Vitrine, que chega à sua décima edição. De Caxias do Sul, o projeto de produção de um documentário de média metragem Anjo Existe, que retrata a vida e ações de caridade do frei Jaime Bettega, foi aprovado pela comissão. Em patrimônio cultural, a reforma da Escola de Belas Artes, localizada em Pelotas (RS), foi autorizada pelo colegiado.
Atualizado há menos de 1 hora
Em encontro itinerante realizado em Caxias do Sul, o Ministério da Cultura (MinC) realizou, nesta quinta-feira (7), a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Durante a plenária no município do Rio Grande do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, que totalizam R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Os valores aprovados de renúncia fiscal pelo comitê beneficiam empresas e pessoas físicas que investem em projetos e iniciativas culturais.
Entre as iniciativas aprovadas, estão a Academia Orquestra Jovem e o espetáculo Fé no Flow. A primeira proposta foca na formação musical de crianças e adolescentes em Vitória, no Espírito Santo. O projeto oferece oficinas de instrumentos e canto coral, além de concertos em escolas da rede pública e apresentações abertas à comunidade. Já a peça Fé no Flow une elementos de teatro com temas de autoconhecimento e filosofia. A apresentação aborda conceitos como o equilíbrio entre razão e intuição em espaços culturais e teatros.
O setor audiovisual recebe incentivo por meio do festival Sessão Vitrine, que chega à sua décima edição. O evento planeja a difusão do cinema nacional com a exibição de dez filmes independentes inéditos e obras de patrimônio restauradas em alta definição. A iniciativa também prevê a produção de um livro e de videocasts para o registro histórico e a formação de novos espectadores no ambiente digital. De Caxias do Sul, o projeto de produção de um documentário de média metragem Anjo Existe, que retrata a vida e ações de caridade do frei Jaime Bettega, foi aprovado pela comissão.
Em patrimônio cultural, a reforma da Escola de Belas Artes, localizada em Pelotas (RS), foi autorizada pelo colegiado. O projeto prevê uma intervenção e foca na conservação do patrimônio histórico para a reabertura do prédio como centro de ensino, pesquisa e extensão.
Atualizado há menos de 1 hora
Em encontro itinerante realizado em Caxias do Sul, o Ministério da Cultura (MinC) realizou, nesta quinta-feira (7), a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Durante a plenária no município do Rio Grande do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, que totalizam R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Entre as iniciativas aprovadas, estão a Academia Orquestra Jovem e o espetáculo Fé no Flow. A primeira proposta foca na formação musical de crianças e adolescentes em Vitória, no Espírito Santo. Já a peça Fé no Flow une elementos de teatro com temas de autoconhecimento e filosofia. O setor audiovisual recebe incentivo por meio do festival Sessão Vitrine, que chega à sua décima edição. De Caxias do Sul, o projeto de produção de um documentário de média metragem Anjo Existe, que retrata a vida e ações de caridade do frei Jaime Bettega, foi aprovado pela comissão. Em patrimônio cultural, a reforma da Escola de Belas Artes, localizada em Pelotas (RS), foi autorizada pelo colegiado.
Atualizado há menos de 1 hora
Durante a itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, totalizando R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Entre as iniciativas destacadas estão a Academia Orquestra Jovem e o espetáculo Fé no Flow, que combinam formação musical e elementos de teatro com temas de autoconhecimento. O setor audiovisual também recebe atenção com o festival Sessão Vitrine, que promove o cinema nacional e a produção de um documentário sobre o frei Jaime Bettega. A reforma da Escola de Belas Artes em Pelotas foi autorizada, reforçando o compromisso com a conservação do patrimônio histórico. A presença da comissão em Caxias do Sul reforça a estratégia de nacionalização do fomento cultural, promovendo o conhecimento técnico sobre os mecanismos da Lei Rouanet.
Atualizado há menos de 1 hora
Em encontro itinerante realizado em Caxias do Sul, o Ministério da Cultura (MinC) realizou, nesta quinta-feira (7), a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Durante a plenária no município do Rio Grande do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, que totalizam R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Os valores aprovados de renúncia fiscal pelo comitê beneficiam empresas e pessoas físicas que investem em projetos e iniciativas culturais.
Entre as iniciativas aprovadas, estão a Academia Orquestra Jovem e o espetáculo Fé no Flow. A primeira proposta foca na formação musical de crianças e adolescentes em Vitória, no Espírito Santo. O projeto oferece oficinas de instrumentos e canto coral, além de concertos em escolas da rede pública e apresentações abertas à comunidade. Já a peça Fé no Flow une elementos de teatro com temas de autoconhecimento e filosofia. A apresentação aborda conceitos como o equilíbrio entre razão e intuição em espaços culturais e teatros.
O setor audiovisual recebe incentivo por meio do festival Sessão Vitrine, que chega à sua décima edição. O evento planeja a difusão do cinema nacional com a exibição de dez filmes independentes inéditos e obras de patrimônio restauradas em alta definição. A iniciativa também prevê a produção de um livro e de videocasts para o registro histórico e a formação de novos espectadores no ambiente digital. De Caxias do Sul, o projeto de produção de um documentário de média metragem Anjo Existe, que retrata a vida e ações de caridade do frei Jaime Bettega, foi aprovado pela comissão.
Em patrimônio cultural, a reforma da Escola de Belas Artes, localizada em Pelotas (RS), foi autorizada pelo colegiado. O projeto prevê uma intervenção e foca na conservação do patrimônio histórico para a reabertura do prédio como centro de ensino, pesquisa e extensão.
A iniciativa, que marca a segunda itinerância no ano vigente, foi presidida pelo secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Thiago Rocha, e contou com a representante do escritório MinC no Rio Grande do Sul, Mariana Martinez; e dos consultores jurídica do MinC, Osiris Vargas e Kizzy Colares.
Atualizado há menos de 1 hora
Durante a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), realizada em Caxias do Sul, 238 projetos culturais foram aprovados, totalizando R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Entre as novas iniciativas destacam-se a Academia Orquestra Jovem, focada na formação musical de crianças e adolescentes em Vitória, e o espetáculo Fé no Flow, que une teatro com temas de autoconhecimento e filosofia. O festival Sessão Vitrine, que chega à sua décima edição, também foi aprovado, promovendo o cinema nacional com filmes independentes e obras restauradas. Outro projeto notável aprovado é o documentário Anjo Existe, sobre o frei Jaime Bettega, de Caxias do Sul. A reforma da Escola de Belas Artes em Pelotas foi autorizada, visando a conservação do patrimônio histórico. A presença da CNIC em Caxias do Sul reforça a estratégia do Ministério da Cultura de nacionalizar o fomento cultural, aproximando-se dos produtores culturais da região Sul.
Atualizado há menos de 1 hora
Em encontro itinerante realizado em Caxias do Sul, o Ministério da Cultura (MinC) realizou, nesta quinta-feira (7), a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Durante a plenária no município do Rio Grande do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, que totalizam R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Os valores aprovados de renúncia fiscal pelo comitê beneficiam empresas e pessoas físicas que investem em projetos e iniciativas culturais.
Entre as iniciativas aprovadas, estão a Academia Orquestra Jovem e o espetáculo Fé no Flow. A primeira proposta foca na formação musical de crianças e adolescentes em Vitória, no Espírito Santo. O projeto oferece oficinas de instrumentos e canto coral, além de concertos em escolas da rede pública e apresentações abertas à comunidade. Já a peça Fé no Flow une elementos de teatro com temas de autoconhecimento e filosofia. A apresentação aborda conceitos como o equilíbrio entre razão e intuição em espaços culturais e teatros.
O setor audiovisual recebe incentivo por meio do festival Sessão Vitrine, que chega à sua décima edição. O evento planeja a difusão do cinema nacional com a exibição de dez filmes independentes inéditos e obras de patrimônio restauradas em alta definição. A iniciativa também prevê a produção de um livro e de videocasts para o registro histórico e a formação de novos espectadores no ambiente digital. De Caxias do Sul, o projeto de produção de um documentário de média metragem Anjo Existe, que retrata a vida e ações de caridade do frei Jaime Bettega, foi aprovado pela comissão.
Em patrimônio cultural, a reforma da Escola de Belas Artes, localizada em Pelotas (RS), foi autorizada pelo colegiado. O projeto prevê uma intervenção e foca na conservação do patrimônio histórico para a reabertura do prédio como centro de ensino, pesquisa e extensão.
Atualizado há menos de 1 hora
Durante a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), realizada em Caxias do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, totalizando R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Entre as iniciativas aprovadas, destacam-se a Academia Orquestra Jovem, que foca na formação musical de crianças e adolescentes, e o espetáculo Fé no Flow, que une teatro com temas de autoconhecimento. O setor audiovisual também foi contemplado com o festival Sessão Vitrine, que promove o cinema nacional. A reforma da Escola de Belas Artes em Pelotas (RS) foi autorizada, visando a conservação do patrimônio histórico. A itinerância da CNIC reforça a estratégia de nacionalização do fomento cultural, aproximando o governo dos agentes culturais da região Sul.
Atualizado há menos de 1 hora
Em encontro itinerante realizado em Caxias do Sul, o Ministério da Cultura (MinC) conduziu a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), onde 238 projetos culturais foram aprovados, totalizando R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Entre as iniciativas destacadas estão a Academia Orquestra Jovem, que promove a formação musical de crianças e adolescentes, e o espetáculo Fé no Flow, que combina teatro com temas de autoconhecimento. Além disso, o festival Sessão Vitrine e a reforma da Escola de Belas Artes em Pelotas são exemplos de projetos que receberam aprovação. O evento reforça a estratégia de nacionalização do fomento cultural, aproximando o Governo do Brasil dos agentes e produtores culturais da região Sul.
Atualizado há menos de 1 hora
A pluralidade da produção cultural brasileira marcou o segundo dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul. Durante a 370ª reunião ordinária realizada na cidade, foram aprovados 238 projetos culturais, totalizando R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais autorizados por meio da Lei Rouanet. Entre os projetos aprovados, destacam-se iniciativas como o festival multicultural Cangerê, o projeto literário Cerrado Imaterial – 2ª edição, e o documentário gaúcho “Anjo Existe”, produzido em Caxias do Sul. A coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, Erica Freddi, destacou a importância da CNIC como espaço de participação da sociedade civil nas decisões relacionadas à Lei Rouanet, reforçando a aproximação entre o Ministério da Cultura e os fazedores de cultura nos territórios.
Atualizado há menos de 1 hora
Em encontro itinerante realizado em Caxias do Sul, o Ministério da Cultura (MinC) realizou, nesta quinta-feira (7), a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Durante a plenária no município do Rio Grande do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, que totalizam R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Os valores aprovados de renúncia fiscal pelo comitê beneficiam empresas e pessoas físicas que investem em projetos e iniciativas culturais.
Entre as iniciativas aprovadas, estão a Academia Orquestra Jovem e o espetáculo Fé no Flow. A primeira proposta foca na formação musical de crianças e adolescentes em Vitória, no Espírito Santo. O projeto oferece oficinas de instrumentos e canto coral, além de concertos em escolas da rede pública e apresentações abertas à comunidade. Já a peça Fé no Flow une elementos de teatro com temas de autoconhecimento e filosofia. A apresentação aborda conceitos como o equilíbrio entre razão e intuição em espaços culturais e teatros.
O setor audiovisual recebe incentivo por meio do festival Sessão Vitrine, que chega à sua décima edição. O evento planeja a difusão do cinema nacional com a exibição de dez filmes independentes inéditos e obras de patrimônio restauradas em alta definição. A iniciativa também prevê a produção de um livro e de videocasts para o registro histórico e a formação de novos espectadores no ambiente digital. De Caxias do Sul, o projeto de produção de um documentário de média metragem Anjo Existe, que retrata a vida e ações de caridade do frei Jaime Bettega, foi aprovado pela comissão.
Em patrimônio cultural, a reforma da Escola de Belas Artes, localizada em Pelotas (RS), foi autorizada pelo colegiado. O projeto prevê uma intervenção e foca na conservação do patrimônio histórico para a reabertura do prédio como centro de ensino, pesquisa e extensão.
Atualizado há menos de 1 hora
Durante a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), realizada em Caxias do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, totalizando R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais autorizados por meio da Lei Rouanet. A pluralidade da produção cultural brasileira foi evidenciada, com projetos ligados à música, patrimônio cultural, audiovisual, literatura, acessibilidade, cultura popular e formação artística passando pela análise dos comissários. Entre as iniciativas aprovadas destacam-se o festival multicultural Cangerê, com ações em dez cidades da Paraíba, o projeto literário Cerrado Imaterial – 2ª edição, e o documentário gaúcho “Anjo Existe”, produzido em Caxias do Sul. Além disso, a revitalização da Escola de Belas Artes de Pelotas e a décima edição do festival Sessão Vitrine foram autorizadas, reforçando o alcance nacional da política pública.
Atualizado há menos de 1 hora
Durante a 370ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, foram aprovados 238 projetos culturais, totalizando R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais. Entre as iniciativas aprovadas estão a Academia Orquestra Jovem e o espetáculo Fé no Flow. A primeira proposta foca na formação musical de crianças e adolescentes em Vitória, no Espírito Santo, enquanto a peça Fé no Flow une elementos de teatro com temas de autoconhecimento e filosofia. O setor audiovisual também recebe destaque com o festival Sessão Vitrine, planejado para difundir o cinema nacional. Em patrimônio cultural, a reforma da Escola de Belas Artes em Pelotas (RS) foi autorizada. A iniciativa, presidida por Thiago Rocha, reforça a estratégia do Ministério da Cultura de nacionalização do fomento cultural.
Atualizado há menos de 1 hora
A pluralidade da produção cultural brasileira marcou o segundo dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul. Realizada nesta quinta-feira, a 370ª reunião ordinária do colegiado aprovou 238 projetos culturais, totalizando R$ 297,2 milhões em incentivos fiscais autorizados por meio da Lei Rouanet. Entre os projetos aprovados estiveram iniciativas como o festival multicultural Cangerê, o projeto literário Cerrado Imaterial – 2ª edição, e o documentário gaúcho “Anjo Existe”, sobre a trajetória do frei Jaime Bettega, produzido em Caxias do Sul. Também foram autorizados projetos nas áreas de patrimônio e audiovisual, como a revitalização da Escola de Belas Artes de Pelotas e a décima edição do festival Sessão Vitrine. A coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, Erica Freddi, destacou que a CNIC funciona como um espaço de participação da sociedade civil nas decisões relacionadas à Lei Rouanet, reforçando o papel estratégico da comissão dentro da política cultural brasileira.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, visitas técnicas foram realizadas para avaliar de perto os projetos incentivados pela Lei Rouanet nos territórios. Entre as iniciativas visitadas, destaca-se o Instituto Hércules Galló, que preserva a memória industrial de Galópolis, bairro histórico de Caxias do Sul. Desde 2017, o instituto desenvolve planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet, atuando na preservação documental, patrimonial e educativa ligada à história da comunidade. A visita da CNIC ao local reforça a importância de aproximar quem formula a política pública de quem executa os projetos, mostrando que é possível fazer política cultural de forma séria e com impacto real na preservação da memória e da história. A programação incluiu atividades do Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza os patrimônios culturais locais, com 247 patrimônios inventariados de forma participativa pela comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, foram realizadas visitas técnicas a espaços culturais que exemplificam a diversidade de iniciativas apoiadas pela Lei Rouanet. Entre antigas vilas operárias e oficinas de musicalização, comissários e dirigentes do Ministério da Cultura puderam ver de perto como os projetos se desenvolvem nos territórios, destacando a preservação da memória industrial e a formação musical de crianças e jovens. A primeira parada ocorreu no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, bairro histórico de Caxias do Sul. O instituto, referência na preservação da memória industrial, desenvolve planos anuais de atividades financiados pela Lei Rouanet desde 2017. A visita da CNIC foi vista como uma aproximação crucial entre quem formula a política pública e quem executa os projetos, mostrando o impacto real na preservação da memória e da história. A programação incluiu também o Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza patrimônios culturais locais, reunindo 247 patrimônios inventariados de forma participativa pela comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, as visitas técnicas foram um exercício fundamental para ver de perto como os projetos incentivados pela Lei Rouanet acontecem nos territórios. Comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil foram levados a espaços culturais que traduzem a diversidade de iniciativas apoiadas pelo mecanismo de incentivo fiscal, da preservação da memória industrial à formação musical de crianças e jovens. "Encerrar a itinerância visitando os projetos é uma forma de aproximar ainda mais a política pública da realidade dos territórios", afirma Érika Freddi, coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac na Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic).
A primeira parada aconteceu no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis, bairro histórico de Caxias do Sul. O espaço desenvolve, desde 2017, planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet e atua na preservação documental, patrimonial e educativa ligada à história da comunidade. "É muito importante que o próprio Ministério conheça os processos e os projetos financiados pela Lei Rouanet", destaca Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, foram realizadas visitas técnicas a espaços culturais que exemplificam a diversidade de iniciativas apoiadas pela Lei Rouanet. Entre as visitas, destacou-se o Instituto Hércules Galló, em Galópolis, que é referência na preservação da memória industrial local. O instituto, que desenvolve planos anuais de atividades financiados pela Lei Rouanet, atua na preservação documental e educativa ligada à história da comunidade. Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto, ressaltou a importância da aproximação entre o Ministério da Cultura e os projetos no território, destacando o impacto real na preservação da memória e da história. Além disso, o Inventário Participativo de Galópolis, certificado como ponto de memória e ponto de cultura, foi apresentado aos visitantes, mostrando o mapeamento e valorização dos patrimônios culturais locais com 247 bens catalogados de forma participativa pela comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, foram realizadas visitas técnicas a diversos projetos financiados pela Lei Rouanet, destacando a diversidade e o impacto social das iniciativas culturais na região. Entre os locais visitados, o Instituto Hércules Galló, em Galópolis, se destacou por seus esforços na preservação da memória industrial e na educação patrimonial. A visita também incluiu o Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza os patrimônios culturais locais com uma abordagem colaborativa, já tendo catalogado 247 patrimônios com a participação da comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, visitas técnicas foram realizadas para observar in loco os projetos incentivados pela Lei Rouanet. Entre as paradas, o Instituto Hércules Galló se destacou como referência na preservação da memória industrial de Galópolis, bairro histórico marcado pela imigração italiana. Desde 2017, o instituto desenvolve planos anuais de atividades financiados pela Lei Rouanet, focando na preservação documental e educativa. Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto, destacou a importância da aproximação entre o Ministério da Cultura e os projetos locais, ressaltando o impacto real na preservação da memória e da história. Outra iniciativa visitada foi o Inventário Participativo de Galópolis, que atua no mapeamento e valorização dos patrimônios culturais locais, reunindo 247 patrimônios inventariados de forma participativa pela comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, as visitas técnicas revelaram a diversidade dos projetos financiados pela Lei Rouanet, aproximando a política cultural da realidade dos territórios. Entre antigas vilas operárias e rodas de hip hop, os comissários puderam ver de perto como os projetos incentivados acontecem, traduzindo iniciativas que vão da preservação da memória industrial à formação musical de crianças e jovens.
A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis, onde o incentivo viabiliza não apenas a manutenção do patrimônio, mas também ações educativas voltadas às novas gerações. "Quando a gente preserva a memória, também prepara o futuro", afirmou Renato Solio, diretor do instituto, destacando a importância da visita da CNIC para mostrar o impacto real dos projetos no território.
A programação incluiu atividades do Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza os patrimônios culturais locais. Coordenada por Geovana Erlo, a iniciativa já catalogou 247 patrimônios de forma participativa, destacando o papel da cultura na construção da cidade desde a chegada de ex-operários italianos no fim do século.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, as visitas técnicas foram um exercício fundamental para ver de perto como os projetos incentivados pela Lei Rouanet acontecem nos territórios. Comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil visitaram espaços culturais que traduzem, na prática, a diversidade de iniciativas apoiadas pelo mecanismo de incentivo fiscal. A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis, um bairro histórico marcado pela imigração italiana. Desde 2017, o espaço desenvolve planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet, atuando na preservação documental, patrimonial e educativa ligada à história da comunidade. A visita da CNIC ao instituto representa uma aproximação importante entre quem formula a política pública e quem executa os projetos no território, mostrando que é possível fazer política cultural de forma séria e com impacto real na preservação da memória e da história. A programação seguiu pelas ruas de Galópolis com atividades do Inventário Participativo de Galópolis, que atua no mapeamento e valorização dos patrimônios culturais locais. O inventário começou em 2022 com menos de 20 bens catalogados e hoje já reúne 247 patrimônios inventariados de forma participativa pela comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, foram realizadas visitas técnicas que permitiram aos comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil conhecerem de perto os projetos incentivados pela Lei Rouanet nos territórios. Essas visitas destacaram a diversidade das iniciativas apoiadas, desde a preservação da memória industrial até a formação musical de crianças e jovens. "Encerrar a itinerância visitando os projetos é uma forma de aproximar ainda mais a política pública da realidade dos territórios", afirma Érika Freddi, coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac na Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). A primeira parada das visitas ocorreu no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, um bairro histórico de Caxias do Sul, onde foram discutidos os impactos do incentivo na preservação documental e patrimonial da comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil participaram de visitas técnicas a espaços culturais. Essas visitas revelaram a diversidade de iniciativas apoiadas pela Lei Rouanet, desde a preservação da memória industrial até a formação musical de crianças e jovens. A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, onde planos anuais de atividades são financiados pela Lei Rouanet. O instituto é uma referência na preservação da memória industrial do bairro, marcado pela imigração italiana. O incentivo não só mantém o patrimônio, mas também promove ações educativas para as novas gerações. A programação seguiu com atividades do Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza patrimônios culturais locais. Os visitantes ouviram relatos sobre imigração, trabalho industrial e memória comunitária, contextualizando o papel da cultura na construção da cidade.
Atualizado há menos de 1 hora
Na prática, as visitas técnicas realizadas ao longo do último dia da itinerância da CNIC em Caxias do Sul permitiram que comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil observassem diretamente os efeitos dos projetos incentivados pela Lei Rouanet. Essas visitas destacaram a diversidade de iniciativas, desde a preservação da memória industrial até a formação musical de crianças e jovens. A coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, Érika Freddi, ressaltou a importância de aproximar a política pública da realidade dos territórios, enfatizando que a Lei Rouanet deve ser percebida em sua dimensão humana, social e cultural.
Uma das paradas significativas ocorreu no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, um bairro histórico de Caxias do Sul. O instituto, que recebe financiamento da Lei Rouanet, é um exemplo de como a preservação da memória industrial pode ser integrada a ações educativas voltadas para as novas gerações. Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto, destacou a relevância da visita da CNIC como uma forma de demonstrar a seriedade e o impacto real da política cultural na preservação da memória e da história local.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, a visita técnica aos projetos incentivados pela Lei Rouanet destacou a diversidade de iniciativas apoiadas, desde a preservação da memória industrial à formação musical de crianças e jovens, abrangendo patrimônio imaterial, audiovisual e cultura urbana. "Encerrar a itinerância visitando os projetos é uma forma de aproximar ainda mais a política pública da realidade dos territórios", afirma Érika Freddi, coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac na Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). A primeira parada aconteceu no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, bairro histórico de Caxias do Sul, onde a preservação da memória industrial é viabilizada por atividades financiadas via Lei Rouanet. "Quando a gente preserva a memória, também prepara o futuro", destaca Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, as visitas técnicas revelaram a diversidade dos projetos incentivados pela Lei Rouanet. Entre antigas vilas operárias, oficinas de musicalização, memórias comunitárias e rodas de hip hop, os comissários e representantes do Ministério da Cultura puderam ver de perto como esses projetos acontecem nos territórios. A coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, Érika Freddi, destacou a importância de aproximar a política pública da realidade dos territórios, permitindo que a Lei Rouanet seja percebida em sua dimensão humana, social e cultural.
A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis, em Caxias do Sul, onde planos anuais de atividades são financiados via Lei Rouanet. O arquiteto e diretor do instituto, Renato Solio, destacou a importância da visita para mostrar que é possível fazer política cultural de forma séria e comprometida, com impacto real na preservação da memória e da história.
A programação seguiu com o Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza patrimônios culturais locais. A professora e coordenadora Geovana Erlo guiou os visitantes por espaços históricos da antiga vila operária, destacando o trabalho coletivo e participativo na construção do inventário, que começou em 2022 e hoje já reúne 247 patrimônios inventariados pela comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da CNIC em Caxias do Sul, as visitas técnicas destacaram a diversidade dos projetos financiados pela Lei Rouanet, proporcionando uma imersão nos impactos sociais, educativos e culturais construídos a partir do incentivo à cultura. Entre as paradas, o Instituto Hércules Galló em Galópolis se destacou por sua atuação na preservação da memória industrial e por suas ações educativas voltadas às novas gerações. A visita da CNIC foi vista como uma aproximação importante entre a política pública e a execução dos projetos no território, fortalecendo a identidade cultural local e preparando o futuro através da preservação da memória.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, foram realizadas visitas técnicas a diversos projetos incentivados pela Lei Rouanet. Entre antigas vilas operárias e rodas de hip hop, os comissários e dirigentes do Ministério da Cultura puderam ver de perto como esses projetos acontecem nos territórios. A visita ao Instituto Hércules Galló, por exemplo, destacou a preservação da memória industrial de Galópolis, bairro histórico da cidade. Desde 2017, o instituto desenvolve planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet, focando na preservação documental e patrimonial, além de ações educativas para as novas gerações. "Quando a gente preserva a memória, também prepara o futuro", afirmou Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto. O circuito de visitas também incluiu o Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza patrimônios culturais locais, contando atualmente com 247 patrimônios inventariados de forma participativa pela comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre antigas vilas operárias, oficinas de musicalização, memórias comunitárias e rodas de hip hop, o último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), em Caxias do Sul, foi dedicado a um exercício fundamental para a política cultural: ver de perto como os projetos incentivados pela Lei Rouanet acontecem nos territórios.
As visitas técnicas, realizadas ao longo da sexta-feira, levaram comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil a espaços culturais que traduzem, na prática, a diversidade de iniciativas apoiadas pelo mecanismo de incentivo fiscal, da preservação da memória industrial à formação musical de crianças e jovens, passando por patrimônio imaterial, audiovisual e cultura urbana. O circuito funcionou como uma imersão nos impactos sociais, educativos e culturais construídos a partir do incentivo à cultura.
Patrimônio, memória e território em Galópolis
A primeira parada aconteceu no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis, bairro histórico de Caxias do Sul marcado pela imigração italiana e pela formação operária da região. O espaço desenvolve, desde 2017, planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet e atua na preservação documental, patrimonial e educativa ligada à história da comunidade.
Para o arquiteto e diretor do instituto, Renato Solio, a visita da CNIC representa uma aproximação importante entre quem formula a política pública e quem executa os projetos no território. “É muito importante que o próprio Ministério conheça os processos e os projetos financiados pela Lei Rouanet. Isso ajuda a mostrar que é possível fazer política cultural de forma séria, comprometida e com impacto real na preservação da memória e da história”.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre antigas vilas operárias, oficinas de musicalização, memórias comunitárias e rodas de hip hop, o último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), em Caxias do Sul, foi dedicado a um exercício fundamental para a política cultural: ver de perto como os projetos incentivados pela Lei Rouanet acontecem nos territórios. As visitas técnicas, realizadas ao longo da sexta-feira, levaram comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil a espaços culturais que traduzem, na prática, a diversidade de iniciativas apoiadas pelo mecanismo de incentivo fiscal, da preservação da memória industrial à formação musical de crianças e jovens, passando por patrimônio imaterial, audiovisual e cultura urbana. O circuito funcionou como uma imersão nos impactos sociais, educativos e culturais construídos a partir do incentivo à cultura.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, os comissários e representantes do Ministério da Cultura realizaram visitas técnicas a projetos financiados pela Lei Rouanet. As visitas incluíram antigas vilas operárias, oficinas de musicalização, memórias comunitárias e rodas de hip hop, revelando a diversidade e o impacto social dos projetos apoiados. "Encerrar a itinerância visitando os projetos é uma forma de aproximar ainda mais a política pública da realidade dos territórios", afirma Érika Freddi, coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac na Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic).
A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, um bairro histórico de Caxias do Sul. O Instituto é referência na preservação da memória industrial da região e desenvolve planos anuais de atividades financiados pela Lei Rouanet. "É muito importante que o próprio Ministério conheça os processos e os projetos financiados pela Lei Rouanet", destaca Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto.
As atividades no bairro de Galópolis incluíram o Inventário Participativo de Galópolis, que realiza o mapeamento e valorização dos patrimônios culturais locais. Geovana Erlo, professora e coordenadora do projeto, destacou a importância da museologia social e das memórias dos trabalhadores na construção coletiva do inventário.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre antigas vilas operárias, oficinas de musicalização, memórias comunitárias e rodas de hip hop, o último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), em Caxias do Sul, foi dedicado a um exercício fundamental para a política cultural: ver de perto como os projetos incentivados pela Lei Rouanet acontecem nos territórios.
As visitas técnicas, realizadas ao longo da sexta-feira, levaram comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil a espaços culturais que traduzem, na prática, a diversidade de iniciativas apoiadas pelo mecanismo de incentivo fiscal, da preservação da memória industrial à formação musical de crianças e jovens, passando por patrimônio imaterial, audiovisual e cultura urbana. O circuito funcionou como uma imersão nos impactos sociais, educativos e culturais construídos a partir do incentivo à cultura.
Patrimônio, memória e território em Galópolis
A primeira parada aconteceu no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis, bairro histórico de Caxias do Sul marcado pela imigração italiana e pela formação operária da região. O espaço desenvolve, desde 2017, planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet e atua na preservação documental, patrimonial e educativa ligada à história da comunidade.
A programação seguiu pelas ruas de Galópolis com atividades do Inventário Participativo de Galópolis, iniciativa certificada como ponto de memória e ponto de cultura, que atua no mapeamento e valorização dos patrimônios culturais locais.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da CNIC em Caxias do Sul, visitas técnicas foram realizadas para observar de perto a execução dos projetos incentivados pela Lei Rouanet. Entre antigas vilas operárias e oficinas de musicalização, os comissários e representantes do Ministério da Cultura puderam ver a diversidade das iniciativas apoiadas, que vão desde a preservação da memória industrial até a formação musical de crianças e jovens. "Encerrar a itinerância visitando os projetos é uma forma de aproximar ainda mais a política pública da realidade dos territórios", afirma Érika Freddi, coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac na Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis, onde planos anuais de atividades são financiados via Lei Rouanet. "É muito importante que o próprio Ministério conheça os processos e os projetos financiados pela Lei Rouanet", ressalta Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, as visitas técnicas proporcionaram uma visão prática dos impactos dos projetos incentivados pela Lei Rouanet. Entre antigas vilas operárias e rodas de hip hop, a diversidade de iniciativas apoiadas pelo mecanismo de incentivo fiscal foi evidenciada. "Encerrar a itinerância visitando os projetos é uma forma de aproximar ainda mais a política pública da realidade dos territórios", afirma Érika Freddi, coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac na Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). A primeira parada ocorreu no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis. O espaço desenvolve planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet, atuando na preservação documental, patrimonial e educativa. "É muito importante que o próprio Ministério conheça os processos e os projetos financiados pela Lei Rouanet", destaca Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, comissários e dirigentes do Ministério da Cultura realizaram visitas técnicas a diversos espaços culturais. Essas visitas permitiram uma imersão nos impactos sociais, educativos e culturais dos projetos incentivados pela Lei Rouanet, abrangendo desde a preservação da memória industrial até a formação musical de crianças e jovens. A coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, Érika Freddi, destacou a importância de aproximar a política pública da realidade dos territórios, afirmando que a Lei Rouanet passa a ser percebida em sua dimensão humana, social e cultural quando os comissários conhecem de perto as iniciativas e conversam com as comunidades. A primeira parada das visitas técnicas aconteceu no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, um bairro histórico de Caxias do Sul, onde foram discutidos os planos anuais de atividades financiados pela Lei Rouanet e a preservação da memória industrial da região.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, visitas técnicas foram realizadas para observar de perto a execução dos projetos incentivados pela Lei Rouanet. Essas visitas destacaram a diversidade de iniciativas, desde a preservação da memória industrial até a formação musical de jovens, revelando os impactos sociais e culturais do incentivo à cultura. A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, que se dedica à preservação da memória industrial e atua em projetos educativos financiados pela Lei Rouanet. O Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia patrimônios culturais locais, também foi visitado, destacando o papel da cultura na construção da cidade.
Atualizado há menos de 1 hora
Entre antigas vilas operárias, oficinas de musicalização, memórias comunitárias e rodas de hip hop, o último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), em Caxias do Sul, foi dedicado a um exercício fundamental para a política cultural: ver de perto como os projetos incentivados pela Lei Rouanet acontecem nos territórios.
As visitas técnicas, realizadas ao longo da sexta-feira, levaram comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil a espaços culturais que traduzem, na prática, a diversidade de iniciativas apoiadas pelo mecanismo de incentivo fiscal, da preservação da memória industrial à formação musical de crianças e jovens, passando por patrimônio imaterial, audiovisual e cultura urbana. O circuito funcionou como uma imersão nos impactos sociais, educativos e culturais construídos a partir do incentivo à cultura.
Patrimônio, memória e território em Galópolis
A primeira parada aconteceu no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis, bairro histórico de Caxias do Sul marcado pela imigração italiana e pela formação operária da região. O espaço desenvolve, desde 2017, planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet e atua na preservação documental, patrimonial e educativa ligada à história da comunidade.
Para o arquiteto e diretor do instituto, Renato Solio, a visita da CNIC representa uma aproximação importante entre quem formula a política pública e quem executa os projetos no território. “É muito importante que o próprio Ministério conheça os processos e os projetos financiados pela Lei Rouanet. Isso ajuda a mostrar que é possível fazer política cultural de forma séria, comprometida e com impacto real na preservação da memória e da história”.
A programação seguiu pelas ruas de Galópolis com atividades do Inventário Participativo de Galópolis, iniciativa certificada como ponto de memória e ponto de cultura, que atua no mapeamento e valorização dos patrimônios culturais locais.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil participaram de visitas técnicas a espaços culturais locais. Essas visitas permitiram uma imersão nos impactos sociais, educativos e culturais dos projetos financiados pela Lei Rouanet. A coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, Érika Freddi, destacou a importância de aproximar a política pública da realidade dos territórios, fortalecendo a percepção da Lei Rouanet em sua dimensão humana, social e cultural.
Uma das paradas foi no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, um bairro histórico de Caxias do Sul, onde se preserva a memória industrial da região com planos anuais de atividades financiados pela Lei Rouanet. Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto, ressaltou que o incentivo não só mantém o patrimônio, mas também promove ações educativas para as novas gerações, fortalecendo a identidade cultural local.
A programação incluiu atividades do Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza patrimônios culturais locais. Geovana Erlo, coordenadora do projeto, explicou que o inventário começou com menos de 20 bens catalogados e agora reúne 247 patrimônios, construídos de forma coletiva e colaborativa com a comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, as visitas técnicas proporcionaram uma visão prática dos projetos incentivados pela Lei Rouanet nos territórios. Entre antigas vilas operárias, oficinas de musicalização e rodas de hip hop, os comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil puderam imergir nos impactos sociais, educativos e culturais das iniciativas apoiadas.
A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, referência na preservação da memória industrial da região. O espaço desenvolve planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet, focando na preservação documental e educativa ligada à história da comunidade. "Quando a gente preserva a memória, também prepara o futuro", destacou Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto.
A programação incluiu atividades do Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza patrimônios culturais locais. Com 247 patrimônios inventariados de forma participativa pela comunidade, a iniciativa destaca o papel da cultura na construção da cidade desde a imigração italiana.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em Caxias do Sul, as visitas técnicas revelaram a diversidade dos projetos financiados pela Lei Rouanet na região. Entre antigas vilas operárias, oficinas de musicalização, memórias comunitárias e rodas de hip hop, os comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil puderam ver de perto como os projetos incentivados acontecem nos territórios. Essa imersão nos impactos sociais, educativos e culturais foi destacada por Érika Freddi, coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, que enfatizou a importância de aproximar a política pública da realidade dos territórios.
A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, referência na preservação da memória industrial de Galópolis. O instituto desenvolve planos anuais de atividades financiados via Lei Rouanet, atuando na preservação documental, patrimonial e educativa ligada à história da comunidade. Renato Solio, arquiteto e diretor do instituto, ressaltou a importância da visita da CNIC como uma aproximação entre quem formula a política pública e quem executa os projetos no território.
A programação incluiu atividades do Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza os patrimônios culturais locais. Geovana Erlo, professora e coordenadora, guiou os visitantes pelos espaços históricos da vila operária, destacando o trabalho coletivo e participativo na construção do inventário, que já reúne 247 patrimônios catalogados pela comunidade.
Atualizado há menos de 1 hora
No último dia da itinerância da CNIC em Caxias do Sul, comissários, dirigentes do Ministério da Cultura e representantes da sociedade civil realizaram visitas técnicas a espaços culturais, observando de perto a diversidade de iniciativas apoiadas pela Lei Rouanet. Este exercício permitiu uma imersão nos impactos sociais, educativos e culturais promovidos pelo incentivo fiscal, abrangendo desde a preservação da memória industrial à formação musical de crianças e jovens.
A primeira parada foi no Instituto Hércules Galló, em Galópolis, onde a CNIC pôde observar de perto os planos anuais de atividades financiados pela Lei Rouanet, que atuam na preservação documental, patrimonial e educativa ligada à história da comunidade. A visita reforçou a importância da aproximação entre a política pública e a execução dos projetos nos territórios. O instituto, desde 2017, tem sido um exemplo de como a Lei Rouanet pode contribuir para a preservação da memória e da identidade cultural.
O circuito incluiu também o Inventário Participativo de Galópolis, que mapeia e valoriza os patrimônios culturais locais. Com 247 patrimônios inventariados, a iniciativa, certificada como ponto de memória e ponto de cultura, destacou a importância da museologia social e das memórias coletivas na construção cultural da cidade.
