
Brasil e Cabo Verde: Acordo Cultural Promove Cooperação
Ministra da Cultura do Brasil e representante de Cabo Verde assinam memorando para fortalecer laços culturais e promover intercâmbio de experiências.
Reprodução Redes Sociais
Nesta terça-feira, 14 de abril de 2026, no terceiro dia da missão oficial a Cabo Verde, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e Augusto Veiga, responsável pela Cultura e Indústrias Criativas do país africano, firmaram um memorando de entendimento voltado à cooperação cultural. Este acordo abrange diversas áreas, incluindo gestão de arquivos, literatura, bibliotecas, patrimônio e museus, além de diplomacia cultural, artes visuais, performativas e obras de arte. Também são contemplados aspectos relacionados ao audiovisual, direitos autorais, economia criativa e boas práticas de governança.
Durante esses três dias em Cabo Verde, ações concretas foram estabelecidas, não apenas dentro do novo memorando, mas também em relação a iniciativas já existentes que estão sendo ampliadas e fortalecidas.
Para consolidar essa parceria, um grupo de trabalho será criado, visando aprofundar a conexão entre Brasil e Cabo Verde. Augusto Veiga ressaltou que o Brasil serve como uma referência valiosa para Cabo Verde em seu ecossistema cultural e expressou confiança de que o memorando contribuirá para melhorar as relações culturais entre os dois países.
Entre as ações discutidas, destaca-se o intercâmbio de experiências em financiamento cultural, com ênfase na Lei Rouanet, além da digitalização dos arquivos nacionais, utilizando a expertise brasileira. Também foram abordados incentivos para coproduções cinematográficas e a troca de informações no campo da economia criativa. Durante um encontro de trabalho, foram apresentadas as prioridades estratégicas para o setor cultural.
Margareth Menezes enfatizou, de forma clara, a importância de fortalecer laços com países africanos. Ela apontou que a cultura não é apenas um patrimônio, mas um verdadeiro motor para o desenvolvimento. Além disso, mencionou que o Brasil está empenhado em garantir segurança jurídica para proponentes e artistas, ao mesmo tempo em que realiza pesquisas sobre o impacto econômico da Lei Rouanet.
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Durante sua agenda oficial, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, visitou patrimônios históricos e espaços de formação artística em Cabo Verde. Entre os locais visitados, destaca-se a Cidade Velha, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, onde a ministra ressaltou as semelhanças arquitetônicas com regiões brasileiras e os vínculos históricos e culturais entre os países. Na Cidade da Praia, Margareth Menezes visitou a Cesária Évora Academia de Artes, um espaço dedicado ao ensino de música e artes, que promove a transformação social e a inclusão.
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Durante sua agenda oficial, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, visitou patrimônios históricos e espaços de formação artística em Cabo Verde. Entre os locais visitados, destaca-se a Cidade Velha, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, onde a ministra ressaltou as semelhanças arquitetônicas com regiões brasileiras e os vínculos históricos e culturais entre os países. Na Cidade da Praia, Margareth Menezes visitou a Cesária Évora Academia de Artes, um espaço dedicado ao ensino de música e artes, que promove a transformação social e a inclusão. A ministra destacou a importância de iniciativas que promovem a formação artística e valorizam a cultura como ferramenta de transformação social.
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Na Cidade Velha, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, a ministra percorreu espaços simbólicos como a Fortaleza Real de São Filipe, a Praça do Pelourinho e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, acompanhada de autoridades locais. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, Ana Samira Baessa, destacou o papel estratégico da Cidade Velha no período colonial, mencionando que a Praça do Pelourinho funcionava como um mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo. Baessa também ressaltou que a Ribeira Grande de Santiago se consolidou como um marco do comércio triangular entre África, Europa e América. Além disso, a ministra visitou a Cesária Évora Academia de Artes, na Cidade da Praia, onde destacou a importância de iniciativas que promovem a formação artística e valorizam a cultura como ferramenta de transformação social.
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A ministra da Cultura, Margareth Menezes, cumpriu uma agenda oficial em Cabo Verde marcada por visitas a patrimônios históricos e espaços de formação artística, além de encontros com autoridades do país. Como parte da agenda cultural, a ministra visitou importantes marcos da Cidade Velha, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, onde percorreu espaços simbólicos como a Fortaleza Real de São Filipe, a Praça do Pelourinho e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Recebida com apresentação cultural local, a ministra destacou as semelhanças arquitetônicas entre o sítio histórico cabo-verdiano e regiões brasileiras. As visitas foram acompanhadas por explicações técnicas sobre a relevância histórica da região. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, Ana Samira Baessa, salientou o papel estratégico da Cidade Velha no período colonial, mencionando que a Praça do Pelourinho funcionava como um mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo. Considerada a primeira capital de Cabo Verde, a Cidade Velha abriga um dos mais importantes conjuntos arqueológicos do Atlântico. Logo após, a ministra visitou a Cesária Évora Academia de Artes, na Cidade da Praia, referência na formação artística no país. A academia atende crianças e jovens com formação em música, canto, instrumentos e artes visuais, além de desenvolver ações voltadas à inclusão e ao fortalecimento do vínculo com a educação.
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Durante sua visita à Cidade Velha, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, foi recebida com uma apresentação cultural local e destacou as semelhanças arquitetônicas entre o sítio histórico cabo-verdiano e regiões brasileiras. Ela mencionou que a Cidade Velha lembra Mucugê, na Chapada Diamantina, devido às casas de pedra, ressaltando as similaridades que unem os países através da ancestralidade e cultura africana. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, Ana Samira Baessa, explicou que a Praça do Pelourinho, na Cidade Velha, era um mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo durante o período colonial, onde se realizava um intenso comércio, incluindo o tráfico de escravos e mercadorias africanas valiosas como ouro e marfim. A gestora também mencionou que as primeiras vacas e cabras que chegaram a São Salvador da Bahia saíram da Ribeira Grande de Santiago, reforçando os laços históricos entre os territórios. Na Cidade da Praia, a ministra visitou a Cesária Évora Academia de Artes, onde destacou a importância da formação artística como ferramenta de transformação social. A academia, que atende crianças e jovens, é um espaço de inclusão que fortalece o vínculo com a educação e acolhe alunos em situação de vulnerabilidade.
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Durante sua visita à Cidade Velha, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, foi recebida com apresentações culturais locais e destacou as semelhanças arquitetônicas entre o sítio histórico cabo-verdiano e regiões brasileiras. Ela comparou a arquitetura da Cidade Velha à de Mucugê, na Chapada Diamantina, mencionando as casas de pedra e ressaltando os vínculos históricos e culturais entre os países. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, Ana Samira Baessa, explicou a importância histórica da região, mencionando a Praça do Pelourinho como um antigo mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo, onde o comércio triangular entre África, Europa e América se consolidou. Baessa também mencionou que as primeiras vacas e cabras que chegaram a São Salvador da Bahia teriam saído da Ribeira Grande de Santiago, reforçando o intercâmbio histórico entre os territórios.
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Recebida com apresentação cultural local, a ministra destacou as semelhanças arquitetônicas entre o sítio histórico cabo-verdiano e regiões brasileiras. “Essa cidade parece muito com Mucugê, na Chapada Diamantina, com essas casas de pedra. É bem interessante essa arquitetura”, reconheceu. Ao observar o território, também ressaltou os vínculos históricos e culturais entre os países. “São as similaridades que nos irmanam nesse processo de ancestralidade, contato com a cultura africana e nossas raízes”, completou.
A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde (IPC), Ana Samira Baessa, salientou o papel estratégico da Cidade Velha no período colonial. Segundo ela, a Praça do Pelourinho funcionava como um mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo.
“Fazia-se aqui um intenso trato comercial, em que um dos grandes produtos era, infelizmente, o escravo, mas também mercadorias africanas muito valorizadas à época, como ouro, marfim, couro e especiarias”, explicou. Baessa ressaltou ainda que a Ribeira Grande de Santiago se consolidou como um marco do comércio triangular entre África, Europa e América. “Estamos num ponto estratégico no Atlântico, com acesso facilitado a diferentes continentes, o que fez emergir uma nova cultura”, afirmou.
A gestora também mencionou conexões históricas com o Brasil. “Há historiadores que dizem que as primeiras vacas e cabras que chegaram a São Salvador da Bahia saíram daqui da Ribeira Grande de Santiago”, relembrou, ao reforçar que o intercâmbio entre os territórios envolveu não apenas pessoas, mas também saberes, práticas e recursos.
Considerada a primeira capital de Cabo Verde, a Cidade Velha abriga um dos mais importantes conjuntos arqueológicos do Atlântico, com sítios como o Complexo da Misericórdia, a Rua da Banana — apontada como uma das primeiras ruas pavimentadas dos trópicos — e as ruínas da Sé Catedral.
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Durante sua visita à Cidade Velha, a ministra percorreu a Fortaleza Real de São Filipe, a Praça do Pelourinho e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, acompanhada de autoridades locais. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, Ana Samira Baessa, destacou o papel estratégico da Cidade Velha no período colonial, mencionando que a Praça do Pelourinho funcionava como um mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo. Ela explicou que, embora o comércio de escravos fosse uma prática da época, a região também era conhecida por mercadorias africanas valiosas, como ouro, marfim, couro e especiarias. Baessa ressaltou que a Ribeira Grande de Santiago se consolidou como um marco do comércio triangular entre África, Europa e América, destacando o acesso facilitado a diferentes continentes que emergiu uma nova cultura. Além disso, ela relembrou conexões históricas com o Brasil, mencionando que as primeiras vacas e cabras que chegaram a São Salvador da Bahia saíram da Ribeira Grande de Santiago.
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Recebida com apresentação cultural local, a ministra destacou as semelhanças arquitetônicas entre o sítio histórico cabo-verdiano e regiões brasileiras. “Essa cidade parece muito com Mucugê, na Chapada Diamantina, com essas casas de pedra. É bem interessante essa arquitetura”, reconheceu. Ao observar o território, também ressaltou os vínculos históricos e culturais entre os países. “São as similaridades que nos irmanam nesse processo de ancestralidade, contato com a cultura africana e nossas raízes”, completou.
As visitas foram acompanhadas por explicações técnicas sobre a relevância histórica da região. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde (IPC), Ana Samira Baessa, salientou o papel estratégico da Cidade Velha no período colonial. Segundo ela, a Praça do Pelourinho funcionava como um mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo.
“Fazia-se aqui um intenso trato comercial, em que um dos grandes produtos era, infelizmente, o escravo, mas também mercadorias africanas muito valorizadas à época, como ouro, marfim, couro e especiarias”, explicou. Baessa ressaltou ainda que a Ribeira Grande de Santiago se consolidou como um marco do comércio triangular entre África, Europa e América. “Estamos num ponto estratégico no Atlântico, com acesso facilitado a diferentes continentes, o que fez emergir uma nova cultura”, afirmou.
A gestora também mencionou conexões históricas com o Brasil. “Há historiadores que dizem que as primeiras vacas e cabras que chegaram a São Salvador da Bahia saíram daqui da Ribeira Grande de Santiago”, relembrou, ao reforçar que o intercâmbio entre os territórios envolveu não apenas pessoas, mas também saberes, práticas e recursos.
Considerada a primeira capital de Cabo Verde, a Cidade Velha abriga um dos mais importantes conjuntos arqueológicos do Atlântico, com sítios como o Complexo da Misericórdia, a Rua da Banana — apontada como uma das primeiras ruas pavimentadas dos trópicos — e as ruínas da Sé Catedral.
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Durante sua visita à Cidade Velha, Margareth Menezes foi recebida com uma apresentação cultural local e destacou as semelhanças arquitetônicas entre o sítio histórico cabo-verdiano e regiões brasileiras, como Mucugê, na Chapada Diamantina. Ela ressaltou a importância das similaridades que unem os países em um processo de ancestralidade e contato com a cultura africana. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, Ana Samira Baessa, explicou a relevância histórica da região, mencionando que a Praça do Pelourinho funcionava como um mercado a céu aberto durante o período colonial, onde mercadorias africanas, como ouro, marfim e especiarias, eram comercializadas. A ministra também visitou a Cesária Évora Academia de Artes na Cidade da Praia, onde destacou a importância de iniciativas que promovem a formação artística e a inclusão social. Professores da academia ressaltaram o papel do espaço no acolhimento de alunos em situação de vulnerabilidade.
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Durante sua visita à Cidade Velha, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, a ministra Margareth Menezes percorreu espaços simbólicos como a Fortaleza Real de São Filipe, a Praça do Pelourinho e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, acompanhada por autoridades locais. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, Ana Samira Baessa, destacou a importância histórica da região, mencionando que a Praça do Pelourinho funcionava como um mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo durante o período colonial. Baessa também ressaltou que a Ribeira Grande de Santiago se consolidou como um marco do comércio triangular entre África, Europa e América, sendo um ponto estratégico no Atlântico. Além disso, a ministra visitou a Cesária Évora Academia de Artes na Cidade da Praia, onde destacou a importância da formação artística como ferramenta de transformação social. A academia é referência na formação artística em Cabo Verde, atendendo crianças e jovens em situação de vulnerabilidade e promovendo a inclusão social através da arte.
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A ministra da Cultura, Margareth Menezes, cumpriu uma agenda oficial em Cabo Verde marcada por visitas a patrimônios históricos e espaços de formação artística, além de encontros com autoridades do país. A programação reforçou a reaproximação entre as nações e o fortalecimento da cooperação no campo da cultura e da economia criativa.
Como parte da agenda cultural, a ministra visitou importantes marcos da Cidade Velha (Ribeira Grande de Santiago), reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO. Acompanhada do ministro da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde, Augusto Veiga, e de autoridades locais, Margareth Menezes percorreu espaços simbólicos como a Fortaleza Real de São Filipe, a Praça do Pelourinho e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.
Recebida com apresentação cultural local, a ministra destacou as semelhanças arquitetônicas entre o sítio histórico cabo-verdiano e regiões brasileiras. “Essa cidade parece muito com Mucugê, na Chapada Diamantina, com essas casas de pedra. É bem interessante essa arquitetura”, reconheceu. Ao observar o território, também ressaltou os vínculos históricos e culturais entre os países. “São as similaridades que nos irmanam nesse processo de ancestralidade, contato com a cultura africana e nossas raízes”, completou.
As visitas foram acompanhadas por explicações técnicas sobre a relevância histórica da região. A presidente do Instituto do Património Cultural de Cabo Verde (IPC), Ana Samira Baessa, salientou o papel estratégico da Cidade Velha no período colonial. Segundo ela, a Praça do Pelourinho funcionava como um mercado a céu aberto e centro logístico do comércio marítimo.
“Fazia-se aqui um intenso trato comercial, em que um dos grandes produtos era, infelizmente, o escravo, mas também mercadorias africanas muito valorizadas à época, como ouro, marfim, couro e especiarias”, explicou. Baessa ressaltou ainda que a Ribeira Grande de Santiago se consolidou como um marco do comércio triangular entre África, Europa e América. “Estamos num ponto estratégico no Atlântico, com acesso facilitado a diferentes continentes, o que fez emergir uma nova cultura”, afirmou.
A gestora também mencionou conexões históricas com o Brasil. “Há historiadores que dizem que as primeiras vacas e cabras que chegaram a São Salvador da Bahia saíram daqui da Ribeira Grande de Santiago”, relembrou, ao reforçar que o intercâmbio entre os territórios envolveu não apenas pessoas, mas também saberes, práticas e recursos.
Considerada a primeira capital de Cabo Verde, a Cidade Velha abriga um dos mais importantes conjuntos arqueológicos do Atlântico, com sítios como o Complexo da Misericórdia, a Rua da Banana — apontada como uma das primeiras ruas pavimentadas dos trópicos — e as ruínas da Sé Catedral.
Logo após, a ministra visitou a Cesária Évora Academia de Artes (CEAA), na Cidade da Praia. Referência na formação artística no país, a instituição é dedicada ao ensino de música e artes, além da preservação do legado da cantora Cesária Évora.
Margareth Menezes percorreu salas de aula, acompanhou atividades pedagógicas e dialogou com professores e estudantes. A ministra destacou a importância de iniciativas que promovem a formação artística e valorizam a cultura como ferramenta de transformação social.
A academia atende crianças e jovens com formação em música, canto, instrumentos e artes visuais, além de desenvolver ações voltadas à inclusão e ao fortalecimento do vínculo com a educação. Professores da instituição ressaltaram o papel do espaço no acolhimento de alunos em situação de vulnerabilidade e no incentivo à continuidade dos estudos artísticos.
“Aqui, não estamos apenas ensinando música ou artes, estamos criando oportunidades e transformando vidas”, frisou o ministro Augusto Veiga.
